Mundo Corporativo: Cristiane Carvalho, RH da Microsoft, dá dicas de como a pandemia impacta a gestão de pessoas

 

“Você precisa atentar também ao bem estar das pessoas neste momento … então não quebre canais de comunicação porque a sensação de não estar socializando e de isolamento já é presente; então, incremente” —  Cristiane Carvalho, Microsoft Brasil

A hora do cafezinho acabou, a conversa do corredor não existe mais e a necessidade de trabalhar em equipe permanece. Para resolver essa equação —- que surgiu com a pandemia e, pela tendência em diversos segmentos, deve se manter nos próximos anos — são necessárias soluções comportamentais e tecnológicas. Em entrevista ao programa Mundo Corporativo, Cristiane Carvalho, diretora de Recursos Humanos da Microsoft,  falou das oportunidades e desafios deste momento.

Assim que surgiram os primeiros sinais da chegada da Covid-19 no Brasil, todos os colaboradores passaram a trabalhar de casa. Essa migração em massa tornou-se possível e foi facilitada porque a Microsoft já tinha plataformas próprias para execução de projetos e comunicação. A empresa também levou muitas dessas soluções a seus parceiros de negócio.

Por outro lado, logo se percebeu que a integração trabalho e casa ocorria de formas diferentes para cada colaborador. Muitos pais tiveram dificuldades porque precisavam cuidar dos filhos, acompanhá-los nas aulas remotas e dar atenção para as demais atividades ao mesmo tempo em que estavam em seu expediente de trabalho.

Outro problema identificado por Cristiane Carvalho foi a fadiga do trabalho remoto:

“A gente tinha uma separação física do trabalho e da casa, tinha o tempo do translado da casa para o trabalho e vice-versa, a conversa dentro da empresa … isso fez com que as pessoas começassem a trabalhar mais, a  sofrerem com um estresse mental”

Com o ambiente de trabalho fechado, a socialização que havia deixou de ocorrer e para suprir essa ausência de contato presencial, segundo a diretora de RH da Microsoft, a empresa criou encontros virtuais para o café da manhã e para o fim de expediente, presenteou colaboradores com lanches durante o dia para a interação das equipes de trabalho, e restringiu os horários de reunião, adaptando-os as agendas dos pais que tinham, por exemplo, de preparar o almoço para as crianças.

A experiência provocada por esta pandemia também mudou a forma de se avaliar o desempenho dos colaboradores, medindo muito mais a tarefa cumprida do que o tempo dedicado ao trabalho. Assim como os gestores de áreas foram orientados a identificar a performance por períodos, compreendendo os impactos da pandemia.

“Algumas pessoas usaram esses últimos meses para aumentar o impacto e algumas tiveram de cuidar de outras coisas, de famílias, parentes doentes … o que a gente quis introduzir é o conceito de compreensão e empatia”

Assista à entrevista completa com Cristiane Carvalho, da Microsoft, no vídeo publicado neste post e se inscreva no podcast do Mundo Corporativo. Colaboraram com o programa Juliana Prado, Natália Mota, Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Priscila Gubiotti.

Mundo Corporativo: diálogo e empatia ajudam a corrigir erros na pandemia, ensina Fabile Migon, da Zoop

 

 

“A gente bota todo foco em empatia. Empatia é a nossa chave para cuidar e saber como as pessoas podem e devem lidar nesse momento que a gente esta vivendo” — Fabile Migon, Zoop

Para os profissionais responsáveis por cuidar dos colaboradores dentro das empresas, a necessidade de manter um relacionamento à distância se transformou em mais um enorme desafio nesta pandemia. Mesmo em setores em que a tecnologia é a base do negócio, como no caso da Zoop, uma plataforma de serviços financeiros e meios de pagamento, a adaptação exigiu esforço redobrado. No caso de Fabile Migon, entrevistada do programa Mundo Corporativo da CBN, havia outro complicador: ela havia assumido a vice-presidência de Gente e Cultura da empresa cerca de dois meses antes de as atividades serem paralisadas no escritórios e todos os colaboradores terem de trabalhar em casa.

“(Quando) você vive este estresse, você vive esta ansiedade, você tem dois pólos:: pegar essa adrenalina; e vamos fazer acontecer; e aquilo te dá gás, te dá energia, te dá foco, motivação e brilho nos olhos e segue em frente; ou você pega esse estresse e paralisa: medo, receio, ansiedade”

Para Fabile Migon, um das estratégias que deram certo na empresa foi a de manter as mesmas características que os colaboradores reconheciam na Zoop: ser humana, divertida e leve com os colaboradores. Uma das ideias foi dar seguimento a programas realizados dentro do escritório como o de as equipes tomarem café da manhã juntos para conversar sobre os mais variados temas, desde que não estivessem relacionados ao trabalho nem a pandemia. Para isso foi criado o programa #cafécomgente em que os profissionais se conectam online e falam de séries, livros e assuntos que podem trazer mais humanidade para o ambiente de trabalho.

 

As reuniões do CEO com os colaboradores aumentaram de frequência para que houvesse maior transparência sobre os cenários que a empresa estava enfrentando. Além disso, foi criado um atendimento terapêutico exclusivo, em que os funcionários podiam ligar a qualquer momento para falar de suas ansiedades e preocupações.

“Então, o diálogo, a comunicação, a proximidade, a empatia faz com que a gente vá corrigindo coisas ao longo do caminho e não deixe para corrigir lá na frente; a ponto de ‘meu Deus, as coisas já aconteceram e a gente não foi corrigindo’. Então, é humanidade mesmo. É você estar próximo das suas pessoas que é o maior ativo que a gente tem”.

O Mundo Corporativo é apresentado pelo jornalista Mílton Jung e vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN e aos domingos, às 10 da noite, em horário alternativo. O programa também está disponível em podcast. Colaboram com o Mundo Corporativo: Juliana Prado, Guilherme Dogo, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mundo Corporativo: RH é papel dos líderes, alerta Cláudia Lourenço

 

 

“Não tem como fazer RH somente com os profissionais da área através das suas ferramentas e programas; recursos humanos é o papel de cada líder que recebe cada colaborador todo o dia, que olha no olho, que eventualmente sabe como ele está se sentindo, se ele está contribuindo bem ou se ele está com algum problema” — Claudia Lourenço, diretora de RH da Europ Assistant Brasil

 

Propor ações que promovam o desenvolvimento profissional dos colaboradores e engajar os líderes nestes programas são alguns dos desafios da área de recursos humanos tratados por Cláudia Lourenço, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da CBN. Lourenço é diretora de RH da Europ Assistant Brasil e foi considerada uma das executivas de RH mais admiradas do Brasil.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas no site, na página do Facebook e no Instagram da CBN. O programa vai ao ar, aos sábados, no Jornal da CBN, ou domingo, às 10h30 da noite, em horário alternativo. Colaboram com o Mundo Corporativo Guilherme Dogo, Rafael Furugen, Débora Gonçalves e Isabela Medeiros.

GIRL Boss uma trilha para o topo

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Para as jovens que querem chegar ao poder trabalhando em funções que amem surge agora a proposta da 99jobs.com. Uma startup especializada em Recursos Humanos focada em grupos específicos.

 

Girl Boss, de acordo com Andressa Schneider, idealizadora, é um programa de lideranças femininas dentro da área de Recursos Humanos — de forma a capacitar profissionais que poderão formar mulheres aptas a ocupar o topo das organizações.

 

No momento, está iniciado o processo de recrutamento e seleção para os três segmentos em que o projeto se compõe. Para graduandas como estagiárias, que desejam adentrar na área de RH. Para jovens já formadas e pós-graduandas com 2 a 3 anos de experiência, mas que não podem trabalhar em regime integral. E para formadas e pós-graduandas com experiência de 4 a 5 anos. Respectivamente são designadas como Estagiárias, Travelers e Girls Boss.

 

As aprovadas trabalharão dentro do projeto servindo aos clientes da 99jobs.com na área de RH. Dentro de um processo que se diferencia pela absoluta participação feminina em todas as fases. Com destaque para o monitoramento qualificado por profissionais que ocupam relevantes cargos em ícones do mercado empresarial.

 

A receita idealizada por Schneider vem contemplada pelos ingredientes adequados na busca pela eficácia também no aspecto dos clientes. Numa carteira nada modesta de uma centena, há super stars do mercado: Globo, Vale, Natura, Heineken, Microsoft, Magazine Luiza, ESPN, Renner, Toyota, Unilever, Votorantim, Comgas, etc.

 

Que tal uma carreira que leve ao topo fazendo o que gosta?

 

Bem, se não for possível, afinal o gosto pode ser algo intangível, procure ao menos gostar do que faz.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung

 

Mundo Corporativo: líderes precisam saber que as empresas sempre vão precisar de gente

 

 

“O mundo está mudando, as empresas estão mudando, mas elas não vão deixar de ter gente, sempre gente vai fazer parte das empresas”. É o que diz Josué Bressane Junior, sócio-diretor da Falconi Gente, para alertar os líderes da necessidade de entenderem que é preciso usar o RH de maneira mais estratégica. Bressane foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Para ele, são os líderes que têm a responsabilidade de implantar as transformações efetivas nos negócios, no entanto nos trabalhos que desenvolve de consultoria percebe que nem sempre isso acontece: “a mudança não ocorre de baixo pra cima, a mudança ocorre de cima pra baixo; essa é a grande dificuldade das organizações porque muitos querem mudar no pensamento, mas na essência não querem essa mudança”.

 

No programa, Bressane falou também da relação entre gerações no ambiente de trabalho e da forma como uso de tecnologia está modificando os processos de avaliação de desempenho e de contratação. O Mundo Corporativo é gravado às quartas-feiras, 11 horas, com transmissão ao vivo pelo site e pela página da CBN no Facebook. O programa vai ao ar aos sábado, no Jornal da CBN, e aos domingos, 11 da noite, em horário alternativo. Colaboram Juliana Causin, Rafael Furugen e Débora Gonçalves.

Mau atendimento nas lojas põe em risco reputação de marcas de luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Lojas elegantemente decoradas e em bairros nobres, produtos de alta qualidade e desejados por muitos, marcas prestigiosas graças a história e reputação de seu fundador. Tudo isso parece perfeito quando pensamos no varejo de luxo. De fato, são requisitos essenciais para as grifes. Porém, falhas no atendimento podem levar tudo a perder.

 

Em recentes visitas a pontos de venda do varejo de luxo, no Brasil, em shoppings e lojas de rua, percebi que muitos erros, principalmente com relação ao fator humano, ainda acontecem. E pior: é notável como as lojas recrutam funcionários que não têm o perfil da marca.

 

Nesse segmento, além de o profissional ter que possuir as características e o conhecimento exigidos, é essencial que esteja familiarizado com o universo da marca em que irá trabalhar. Por exemplo: um vendedor da Ralph Lauren não precisa ser jogador de pólo, mas é recomendável que entenda do esporte praticado por muitos de seus clientes. Na Lacoste, é preciso conhecer um pouco mais sobre os torneios de tênis. Na Bang & Olufsen, tem de ter informações sobre design.

 

Convenhamos que isso é importantíssimo até mesmo no mercado premium ou de varejo popular. Em uma loja de artigos esportivos, o cliente, independentemente de seu poder aquisitivo, esperará que o vendedor da loja tenha informações básicas sobre as modalidades relacionadas aos produtos que oferecem.

 

Os profissionais no ponto de venda são representantes da marca, uma espécie de embaixador. Qualquer deslize pode ser fatal, não apenas pela venda em si, mas pela mudança da imagem da marca, possivelmente abalando sua reputação e afastando o cliente. Um erro no atendimento e lá se vai o encanto.

 

Um dos principais desafios da Gestão de Pessoas nas empresas de luxo é recrutar os talentos certos, capacitá-los, motivá-los e trabalhar de maneira séria e estratégica o setor de recursos humanos para conquistar e manter os melhores profissionais. Porém, tudo isso é trabalhoso e requer investimento. E, pelo que podemos notar, algumas marcas premium e de luxo no Brasil ainda insistem em arriscar-se com mão de obra relativamente barata. Perigo à vista!

 


Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo: Artur Hipólito do Zaiom fala de franquias de baixo custo

 

 

“As microfranquias são para as pessoas que estão mudando o mundo do emprego pelo mundo do trabalho; e que vão se dedicar durante uma fase da sua vida a construir esse pequeno negócio até que ele tenha as condições necessárias para que possa ser formatado melhor do ponto de vista da contratação de pessoas e recursos humanos para operar suas atividades”. A afirmação é de Artur Hipólito, sócio-diretor do Grupo Zaiom, entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Hipólito explica quais são as estratégias para quem pretende entrar neste mercado de franquias de baixo custo: “é muito importante a pessoa separar o que vai fazer, porque nem sempre o negócio que é bom para o seu cunhado, ou para o vizinho do lado, é bom para você, e às vezes a pessoa chega e pergunta o seguinte: o que que está dando dinheiro? Eu costumo responder o seguinte: vender coxinha na porta do campo de futebol dá dinheiro. Qualquer coisa que você vier dá dinheiro, desde que você faça com muito amor, com coração e muito trabalho”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, toda quarta-feira, às 11 horas, no site http://www.cbn.com.br​ Você participa com perguntas para o e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN e tem a participação de Paulo Rodolfo, Carlos Mesquita e Ernesto Foschi.

A importância do conhecimento no mercado do luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Grifes de prestígio, joias, glamour, perfeição: palavras que vêm à mente ao pensarmos em mercado do luxo. Essa expectativa de que no setor há um mudo perfeito à nossa disposição vai embora, porém, quando se percebe que mesmo marcas renomadas pecam no atendimento, em alguns casos.

 

São comuns os problemas comportamentais, mas se identifica também a falta de conhecimento sobre produtos, a história e os valores da marca. Muitas vezes os profissionais de atendimento esquecem que é necessário ouvir cada cliente para entender o que é o luxo para ele, quais são as suas necessidades e perfil de consumo. É essencial que o cliente AAA sinta segurança nas informações que recebe, independentemente do tipo de produto e serviço que está sendo oferecido: bolsa, carro, imóvel ou mesmo aplicação financeira, cada um com sua característica, exige olhar (e ouvido) apurado por parte do vendedor.

 

Fatores como a falta de conhecimento de conceitos sobre o luxo em si, o mercado, o DNA da marca dificultam ao profissional de vendas lidar com a experiência esperada pelo cliente, além de acarretar situação desconfortável no ponto de venda, na relação marca versus cliente.

 

Na atualidade, com a concorrência e globalização, o departamento responsável pela gestão de pessoas deve se ver como fonte fundamental de vantagem competitiva e capacitar suas equipes, motivá-las e ter uma gestão estratégia de Recursos Humanos para qualificar e reter talentos.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mundo Corporativo entrevista Sérgio Nogueira, RH da Kimberly-Clark

 

˜O resultado vem das pessoas, o que elas fazem, o que elas produzem, o que elas acreditam; interferem imediatamente nos resultados, no clima; então, o principio é: se eu confio na empresa, se eu confio nos lideres, se eu sei para onde esta empresa vai, e se eu posso contribuir e se a minha opinião é importante, eu vou dar o máximo” A afirmação é de Sérgio Nogueira, diretor de Recursos Humanos da Kimberly Clark em entrevista ao jornalista Mílton Jung do programa Mundo Corporativo da CBN. Nogueira fala das estratégias usadas para criar um espírito de equipe em uma empresa que tem cinco mil funcionários espalhados em cinco fábricas e três centros de distribuição no Brasil. Recentemente foi anunciada a troca de comando do grupo com a chegada do colombiano Sérgio Cruz que substitui João Damato, um momento de transição que exige do setor de recursos humanos cuidados especiais, principalmente em relação a comunicação.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo e em primeira mão, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN, com participação pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa vai ao ar aos sábados no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: estratégias de RH da Unilever

 

“Ajudar a organização e as pessoas, entender este ambiente um pouco mais completo de hoje, lidar com as diferenças, saber como valorizar estas diferenças, serão as grandes contribuições de RH dentro das organizações”. A opinião é do vice-presidente de Recursos Humanos da Unilever, Eduardo Reis, entrevistado do programa Mundo Corporativo, da CBN. Nesta conversa, o executivo fala de programas e estratégias usadas por uma das maiores corporações do mundo para tornar o ambiente de trabalho mais produtivo e saudável.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site da Rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Você também pode se inscrever no grupo Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.