Sua Marca: Qual é o sonho que move você? Qual o sonho que move a sua carreira?

 

“A iniciativa é alimentada pelo sonho, mas é preciso ter “acabativa”, ou seja, fazer com aquele sonho se materialize” Jaime Troiano

As empresas e as marcas precisam ter no seu comando pessoas que sonham alto, capazes de inspirar seus colaboradores e conquistar seu público. Porém, é necessário que a equipe de trabalho seja formada por profissionais com capacidade de execução. Jaime Troiano e Cecília Russo falaram desse tema com Mílton Jung, no quadro Sua Marca Vai Ser Um Sucesso.

 

É preciso muito cuidado para que a ideia do sonhador —- o responsável pela prosperidade de muitas empresas e negócios —- não seja traduzida como a daquele empresário que “vive nas nuvens”, que não tem um projeto ou um plano de ação.

 

Um bom exemplo de um sonhador que sabia executar era Steve Jobs à frente da Apple. Mas há casos bem mais próximos de nós.

 

Cecília Russo lembrou de uma marca que atua no varejo de vestuário, a Caedu, destinada ao público da classe C, que tem no comando a empresária Leninha da Palma:

“A magia da marca que ela carrega é alimentada pelo sonho que mais pessoas podem ter acesso a ter roupa e de qualidade”.

Como sonhar é preciso, pense agora: qual é o seu sonho? O que move você na sua carreira? Ou na sua empresa?

 

O Sua Marca Vai Ser Um Sucesso vai ao ar, aos sábados, às 7h55 da manhã, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Theunis Marinho ensina a escalar o Everest Corporativo

 

 

“Tudo na vida deve começar com um sonho, o difícil é você fazer aquele sonho tornar-se realidade, que é o trabalho, que é a luta, que o planejamento; mas se você não sonha você não sabe onde quer chegar”. A afirmação é de Theunis Marinho, que já foi presidente da Bayer Polímeros, trabalha como coach e é especialista em recursos humanos. Ele foi entrevistado pelo jornalista Mílton Jung no Mundo Corporativo, da CBN, e falou sobre o livro “Sonhar alto, pensar grande – lições de um brasileiro que enfrentou os obstáculos e tornou-se presidente de uma multinacional” (Editora Gente). Marinho faz uma analogia entre a caminhada para uma carreira promissora e a escalada de uma montanha alta e apresenta dicas sobre como se deve enfrentar o que ele chama de “Everest Corporativo”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram com este Mundo Corporativo Alessandra Dias, Carlos Mesquita e Débora Gonçalves.

E você, o que espera de 2016?

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

Fireworks in Miami

Fireworks in Miami

 

Estamos quase em 2016. Ouvimos de todos ao nosso redor promessas, pedidos, agradecimentos, sonhos, metas… inevitável nessa época de festas de fim de ano, não praticarmos ainda mais a reflexão e o auto-conhecimento. E por que não sonhar?

 

Apesar do cenário econômico-político-social desastroso no Brasil, em 2015, entendo que, particularmente, meu ano foi muito bom. Sempre temos o que sonhar ou “pedir” para o novo ano, mas o mais justo, penso eu, é ser grato por tudo de maravilhoso que eu pude viver nesse 2015. Grato inclusive, evidentemente, pela atenção de vocês leitores aqui do Blog do Milton Jung.

 

O que eu desejo para 2016?

 

Melhorar (sempre!) como ser humano, como profissional, evoluir… tudo que é material, independentemente de ser algo de luxo ou não, pode ser conquistado. Basta a gente se propor, se empenhar, buscar efetivamente. Mas o maior luxo, de verdade, é quando percebemos que, a cada ano, o que mais tem valor, o que mais me encanta e o que é o meu maior luxo é o privilégio de estar bem comigo mesmo. Estar em paz. É estar com as pessoas que gostamos e amamos. É ter tempo para si próprio e para os que merecem a nossa presença e dedicação.

 

O maior luxo é aquele que não pode ser comprado. O resto é resto. E como já disse Clarice Lispector, ninguém nunca precisou de restos para ser feliz, não é mesmo?

 

Sonhe. Planeje. Permita-se. Ouse. Seja feliz. Faça alguém feliz. Viaje. Conheça lugares, culturas, experiências. Faça o bem.

 

Que o seu 2016 seja repleto de Saúde, Amor, Paz, Sucesso e Sonhos realizados!

 

Ricardo Ojeda Marins é Coach de Vida e Carreira, especialista em Gestão do Luxo pela FAAP, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. É também autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Mercado de carros de luxo no Brasil cresce apesar da crise no setor automotivo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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Mundos opostos: o mercado automotivo no Brasil vive um momento difícil com a crise econômica no país. O aperto no financiamento, principalmente para consumidores de carros populares, diminuiu ainda mais a fatia das principais gigantes do setor – General Motors, Fiat, Volkswagen e Ford. O resultado é que fabricantes estão parando sua produção e demitindo funcionários como se percebe no noticiário. Por outro lado, o mercado de carros de luxo está em pleno crescimento, alheio à crise.

 

De acordo com dados do jornal O Estado de São Paulo, BMW, Audi e Mercedes-Benz, que juntas dominam 70% do mercado automotivo de alto padrão no Brasil, venderam cerca de 14 mil unidades de janeiro a abril, o que representa um crescimento de 18% somente nesse período. São veículos com preços que variam de R$ 96 mil a R$ 960 mil reais.

 

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Com tantas incertezas que vive o país, muitos devem se questionar: quem são esses consumidores?

 

O mercado de luxo lida com um público de altíssimo poder aquisitivo, a princípio não atingido por crises econômicas ou, certamente, em menor escala.

 

É essencial ressaltar que há um questão comportamental muito importante que comanda boa parte desse consumo. Quem vive a experiência do luxo há algum tempo tende a ter um comportamento mais sutil na busca por novos produtos, principalmente em tempos de crise.

 

Ao mesmo tempo, cresce cada vez mais o número de milionários no Brasil, criando uma demanda de compradores ávidos por novidades, pelo consumo, por usufruir de seu poder aquisitivo relativamente recém conquistado. E automóvel é uma paixão nacional. Sonho de consumo de muitos brasileiros. E símbolo de status.

 

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Uma vez que parcela desses consumidores adquire condição privilegiada pode por prática esse sonho e comprar automóveis de marcas prestigiosas como BMW, Audi, Mercedes-benz, Volvo, Land Rover, Porsche ….

 

E você, com qual carro você sonha ainda possuir?

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP, MBA em Marketing pela PUC-SP e MBA em Gestão do Luxo na FAAP. É autor do Blog Infinite Luxury e escreve, às sextas-feiras, no Blog do Mílton Jung.

Minha profissão dos sonhos de infância

 

Por Milton Ferretti Jung

 

Sou ouvinte assíduo da primeira edição do Jornal da CBN. Em geral, ouço o programa a partir das 8 horas ou pouco antes. Costumo acompanhar a ancoragem do Mílton pela internet ou, quando estou dirigindo, pelo rádio do carro. Gostei muito da pergunta que os ouvintes foram instados a responder, nessa terça-feira, durante o Jornal, ou seja, qual a profissão sonhada por eles quando crianças. Nem todos chegaram, como contaram, a realizar o sonho de infância. O próprio comandante deste blog foi um deles. Confesso não me lembrar que o Mílton tivesse a pretensão de ser lateral esquerdo do Grêmio. Logo esquerdo. Afinal, ele é destro. Tenho, no entanto, absoluta certeza de que o meu filho está exercendo a profissão que lhe caiu como uma luva. Não digo mais, para não ser acusado de pai coruja. Mílton chegou a cursar a Faculdade de Educação Física, mas descobriu que poderia fazer carreira como jornalista e radialista. E acertou em cheio.  
 

 


O meu sonho foi diferente. Eu queria ser aviador,talvez influenciado pelos aviões que passavam sobre a casa em que eu morava roncando forte, tanto os de dois quanto os de quatro motores, ainda  movidos a hélice. A residência ficava bem próxima do Aeroporto Salgado Filho e ao descerem as aeronaves já voavam com  o trem de pouso pronto para a aterrissagem. Talvez isso tenha me levado a sonhar em, um dia, estar pilotando um desses aviões. Mas, confesso, nada fiz para concretizar o meu primeiro sonho. Na minha adolescência, costumava brincar de narrar futebol quando, com os meus companheirinhos, jogávamos botão. Até descobri que podia plugar um par de fones de ouvido na entrada de toca-discos de um rádio da marca Wells,importado dos Estados Unidos pelo meu pai. E minhas narrações, para desespero dos vizinhos, passaram a contar com amplificação.

 

Quando tinha dezoito anos, minha experiência com microofones já havia crescido comigo. Não só soltava a voz nos alto-falantes da Voz Alegre da Colina, nas quermesses da minha paróquia, como enviava por esses aparelhos as notícias e avisos que os irmão maristas do Colégio Nossa Senhora do Rosário pediam-me que passasse para os meus colegas no momento em que entravam nas sala de aula. Minha “experiência” microfônica me levou a fazer um teste numa rádio que funcionava ainda em fase experimental, chamada Canoas, mas, apesar de ter tal nome, com estúdios em Porto Alegre. Entre 200 candidatos, três foram aprovados. Fui um deles.

 



Os pais também sonham que os seus filhos sejam médicos, advogados e engenheiros ou algo semelhante. O meu gostaria que eu fosse para uma faculdade de Direito. Inicialmente, pelo menos, não aprovou a minha escolha. Creio que ele teria sido um excelente advogado. Costumava assistir a julgamentos. Obrigou-se, entretanto, a se contentar com um diploma de guarda-livros, sem tempo para frequentar uma universidade, porque tinha  família para sustentar. Papai acabou aceitando – e bem – a minha eleição, especialmente após perceber que eu progredira como radialista, quando fiz teste e fui aprovado para compor o quadro de locutores da Rádio Guaíba, onde estou desde 1958.  

 


Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Avalanche Tricolor: dá para ter bons sonhos

 

Grêmio 4 x 0 Avenida
Gaúcho – Olímpico Monumental

 

 

Abrir a Avalanche chorando minhas pitangas não é o ideal após uma noite em que o Grêmio confirma a classificação a fase final da Taça Farroupilha, com bom desempenho em campo e vantagem sobre os demais adversários, além de ser o ÚNICO time com 100% de aproveitamento neste segundo turno. Mas você, caro e raro leitor deste blog, sabe bem do meu drama matinal, pois antes mesmo do sabiá cantar já estou em pé, na mesa do café, lendo meu jornal e me preparando para mais uma jornada. Portanto, dormir cedo é quase obrigação e, confesso, poucas coisas conseguem mudar este meu compromisso com a cama e o sono. O Grêmio é uma delas, mesmo quando o jogo tem pouca importância – se é que possível falar isso de uma partida em que o meu time do coração esteja em campo. Por isso, mesmo depois de um dia tão cheio de tarefas profissionais e familiares, me dispus a esticar à noite e acompanhar o Imortal Tricolor em mais um desafio pelo sempre disputado – com facas, dentes e travas da chuteira – Campeonato Gaúcho. Sabia bem o esforço que seria encarar a sexta-feira diante desta situação. E não é que em um minuto de jogo, nossa equipe já dava sinais de que eu poderia dormir tranquilo com um golaço de Marcelo Moreno? Aliás, não havia transcorrido os primeiros 15 minutos e o placar marcava 2 a 0, graças a mais um gol de Moreno, desta vez de pênalti cavado por Bertoglio. O curioso é que o time estava tão solto em campo, trocando passes, se movimentando bem, chutando a gol e sem muitos riscos que acabei ficando até o final diante da televisão. Até porque você sabe que meu time gosta de provocar muitas emoções, mesmo quando tira vantagem logo cedo. No fim fui premiado com uma boa partida e também vi os gols de Léo Gago e Bertoglio (aliás, companheiro ideal para Moreno). E fui dormir com a certeza de que posso sonhar com bons desempenhos na temporada. Boa noite !

Mundo Corporativo: Neurolinguistica a serviço do profissional

 

Existe uma enorme diferença entre sonhos e metas e é importante termos consciência para direcionarmos melhor o que nos propomos a realizar na vida. O alerta é de Mike Martins, diretor executivo do IDEP – Instituto de Desenvolvimento Pessoal e Profissional, que defende a aplicação da Programação Neurolinguística como forma de se adaptar o comportamento das empresas e seus representantes às peculiaridades do mercado atual. Martins foi entrevistado pelo programa Mundo Corporativo, da Rádio CBN:

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Avalanche Tricolor: No divã com o Grêmio

 

Grêmio 1 x 3 Figueirense
Brasileiro – Olímpico Monumental

Foram alguns anos de análise e em todos fui um fracasso no desafio de lembrar o sonho sonhado. Apesar da insistência da terapeuta junguiana (que outra linha seria?), raras foram as vezes que consegui descrever para ela trechos do que minha imaginação havia desenhado na noite anterior. Ontem foi diferente. Sem precisar trabalhar no feriado de Nossa Senhora Aparecida, dormi após a virada do Brasil sobre o México, satisfeito muito mais com o resultado do que com o futebol jogado. Acabara de ver Jonas em campo, atacante que fez história com a camisa do Grêmio e deixou saudades. Anda meio perdido na Europa e parecia sem rumo com a camisa amarela da seleção, que o deixou desfigurado. Confesso que ao vê-lo na beira do gramado não o reconheci. Mas tive boas lembranças.

Sei lá se foi a falta que tenho sentido dele no comando do ataque gremista ou qualquer outro fenômeno que a mente misteriosamente nos impõe. A verdade é que no meio da madrugada tive um sobressalto na cama, após ver o Grêmio ser goleado por um adversário imaginário. Foi um sucessão de gols tomados somente interrompida quando eu acordei. E, se não me falha a memória, o placar estava cinco a zero para sei-lá-quem Fiquei envergonhado com o pesadelo, mais ainda de ter lembrado dele no dia seguinte. Minha terapeuta teria ficado orgulhosa.

Não acredito em premonições, mesmo assim assisti ao jogo da tarde desta quarta com os dois pés atrás. Havia algo que me incomodava a cada tentativa de ataque gremista assim como nas investidas do adversário contra nossa defesa. Uma fragilidade inexplicável tomava conta de mim. E do meu Grêmio, também. Nada, porém, tinha a ver com o meu sonho/pesadelo mas com a falta de imaginação de quem dirige este clube e não foi capaz de dar a Celso Roth e a qualquer outro treinador um elenco com competência para encarar uma competição tão longa, difícil e equilibrada como o Campeonato Brasileiro. Sem falar na falta de habilidade para manter talentos como o de Jonas.

Seja como for, seguirei sonhando, desta vez com os olhos bem abertos. Porque torço por um time que não aceita ser coadjuvante por onde passa; e está sempre disposto a aprontar alguma para cima daqueles que se atrevam a cruzar no caminho dele. Pode ser no próximo domingo, na Vila Belmiro, como pode ser na última rodada, no Beira Rio. Tenho a convicção de que algo muito bom ainda vai acontecer conosco neste campeonato, apesar dos pesares. Ou estará na hora de mandar o Grêmio para o divã?

Conte Sua História de SP: Sonho de Almodovar

 

Nascer no interior do Ceará e ter de abandonar seu vilarejo aos três anos de idade com os irmãos porque o pai tinha medo de que os avós ficassem com eles após a morte da mãe. Deixar uma tia, ainda menina, para viver com um homem que acabara de conhecer enquanto ia até a farmácia. Dar as costas a tudo isso e vir morar em São Paulo para fazer pés, mãos e cabeça de ricos e famosos em um salão de beleza. Trechos de uma história cinematográfica contada pela sua protagonista Maria Floriceia Piovan, que aos 50 anos quer levar para as telas os momentos marcantes de sua vida. O roteiro ela própria escreveu, após ler muitos livros sobre o assunto. Mas não entregará para qualquer um, sonha em ver o filme dirigido por Pedro Almodovar, o Pedro, como se refere ao diretor espanhol.

Ouça esta história contada por Floriceia Piovan, editado pela Juliana Paiva e sonorizado por Cláudio Antonio.

O depoimento de Floriceia foi gravado pelo Museu da Pessoa. Você pode contar a sua história de São Paulo, também. Marque uma entrevista em áudio e vídeo no site do Museu da Pessoa ou envie um texto para milton@cbn.com.br.. O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar aos sábados, logo após as dez e meia da manhã, no CBN São Paulo.