Como melhorar sua comunicação e reduzir os impactos negativos das videoconferências

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Saí de um reunião pelo Zoom pouco antes de iniciar este texto. Ainda estou de férias, mas havia a necessidade de uma conversa com um grupo de profissionais para alinhar algumas mensagens de projeto que estamos elaborando em conjunto.  Não nego que ter de focar nas preocupações do trabalho, mesmo que por apenas uma hora, interrompe o relaxamento que os dias de descanso oferecem à mente e mexe com gatilhos que me levam, por exemplo, a querer escrever como estou fazendo agora. Por outro lado, a tecnologia à disposição e o recurso da videoconferência tornaram possíveis esse encontro que agilizará o planejamento e a organização do evento. Nessa semana que se foi, havia lido texto sobre o impacto das reuniões virtuais na qualidade da comunicação, escrito pela neurocientista Thaís Gameiro, da Nêmesis, empresa que atua na área de Neurociência Organizacional. 

Pesquisadores avaliaram riscos das videoconferências

Duas pesquisas foram apresentadas pela neurocientista para embasar sua reflexão sobre os riscos que as videoconferências podem gerar, algo que passamos a perceber com maior frequência. a partir da pandemia de Covid-19, em 2020. Em um estudo publicado na revista Nature, foi constatado que a modalidade presencial comparada a virtual favorece a criatividade e a geração de novas ideias, enquanto tarefas mais objetivas podem ser realizadas tanto presencialmente quanto virtualmente. Outro estudo, publicado no The Journal of Neuroscience, analisou o impacto das videoconferências no comportamento pró-social dos participantes. A redução na troca de interlocutor e os padrões alterados de coerência cerebral indicaram uma perda na qualidade das interações sociais virtuais.

Sete sugestões para as suas próximas videoconferências

Considerando que o meu encontro virtual foi para “colocar todos na mesma página” me satisfarei com a segunda resposta obtida no estudo de Melanie S. Brucks (Columbia) e Jonathan Levav (Stanford) que entendeu que as reuniões virtuais e presenciais têm o mesmo efeito em decisões de caráter mais objetivo — ou seja, minha parada breve do descanso teve efeitos positivos para a condução e produtividade do trabalho. Diante do desafio que a videoconferência se transformou, a ponto de provocar prejuízos à saúde, batizados de Zoom Fatigue, no livro “Escute, expresse e fale!” (Rocco) dedicamos ao menos um capítulo ao tema. Com base em trabalho realizado pelos professores Guy Itzchakov e Jennifer Grau, elencamos sete dicas para as reuniões virtuais e acrescentamos mais algumas baseadas no conhecimento que desenvolvemos ao longo de nossa jornada na comunicação.

Por agora, fiquemos com as sete dicas para gerenciar melhor e aliviar o desgaste das reuniões virtuais

  • Preste atenção nas pistas vocais: em reuniões virtuais, onde o não verbal é limitado, é essencial prestar atenção na voz. Observe a entonação, a velocidade da fala e as pausas. Por exemplo, após discutir um tema, observe se a fala da sua equipe parece entusiasmada (rápida, com variedade vocal e poucas pausas) ou hesitante (lenta, mais monótona e longas pausas). Na dúvida, pergunte como o seu colega se sente..
  • Evite a distração do “espelho”: durante as reuniões virtuais, pode ser desanimador se ver na tela enquanto fala ou escuta. Isso tira o foco do interlocutor. Antes da reunião, ajuste as configurações da câmera e da plataforma para ocultar sua própria imagem. Caso não seja possível, uma dica útil é colocar um post-it sobre sua imagem para evitar distrações desnecessárias.
  • Lide com problemas de áudio: os problemas de áudio são comuns em reuniões virtuais, desde som baixo até eco e falta de sincronia entre voz e imagem. Não hesite em pedir para que repitam informações caso não tenha entendido. Peça aos participantes que fechem aplicativos desnecessários e melhorem a qualidade do som. É importante priorizar a compreensão em vez da polidez.
  • Crie intervalos para reflexão: a transição rápida de uma reunião para outra, sem tempo para relaxar e processar informações, pode prejudicar a assimilação de ideias. Considere reduzir o tempo das reuniões para reservar alguns minutos de pausa entre elas. Utilize esse tempo para sintetizar as ideias da reunião anterior e se preparar para a próxima, melhorando assim sua performance.
  • Utilize métodos para engajar: promover a discussão em grupo durante as reuniões virtuais pode ser um desafio. Utilize os recursos da plataforma para estimular a participação, como a sala de bate-papo. Considere dividir a reunião em grupos menores para facilitar a comunicação e garantir que todos sejam ouvidos. Isso aumenta o engajamento e torna a reunião mais produtiva.
  • Priorize a conexão humana: a comunicação virtual pode gerar sentimentos de isolamento e solidão. Priorize o contato individual com os membros da equipe. Agende conversas curtas, seja por telefone ou vídeo, para se conectar pessoalmente. Inicie as reuniões com uma pergunta rápida para medir a temperatura emocional do grupo. Isso não apenas demonstra preocupação, mas também resolve problemas técnicos antes do início da reunião.
  • Gerencie as emoções: as reuniões virtuais podem ter um custo emocional, como exaustão, frustração e irritação. Esteja atento aos sinais não verbais dos participantes durante as reuniões. Faça uso de perguntas reflexivas e demonstre reconhecimento. Reserve pausas quando possível e utilize a melhor tecnologia e conexão disponíveis. Líderes devem ser empáticos ao lidar com problemas, reconhecendo as dificuldades enfrentadas pelos participantes.

Seguindo as sete dicas apresentadas em “Escute, Expresse e Fale!” você poderá aprimorar suas reuniões virtuais. O livro que escrevi com Leny Kyrillos, Antonio Sacavém e Thomas Brieu tem outras sugestões específicas sobre cada um dos recursos da comunicação (verbal, não verbal e vocal) que ajudarão você a aproveitar melhor os recursos da comunicação para uma interação mais eficaz, mesmo em ambientes remotos. Ao adaptar-se às restrições e explorar as ferramentas disponíveis, você poderá alcançar resultados excelentes em suas reuniões virtuais. Bons encontros — de preferência fora do do seu período de férias.

15 dicas para quem quer participar do Clubhouse

Desculpe-me pela insistência. Volto a falar de ClubHouse porque a rede que privilegia a fala está dando o que falar. Não bastasse ter sido convidado para uma das salas, com o tema Mentoria da Comunicação, voltarei a ocupar o espaço no próximo sábado, ao lado da minha amiga Leny Kyrillos. Comunicação será, mais uma vez, o tema da conversa. Desta vez, baseada no livro que escrevi com a Leny, Comunicar para Liderar. É de 2015. De antes, bem antes da pandemia, e, ao mesmo tempo, muito atual. Quem vai abrir a sala “Comunicar e liderar” para falarmos é Erika Baruco, especialista nas duas áreas: comunicação e liderança.

Da experiência de décadas no rádio — que tem o som como principal instrumento — à participação única no ClubHouse, reuni algum conhecimento que pode nos ajudar nesta nova rede social. No mínimo, evitar alguns tropeços. Para não pensar que o que escrevo a seguir é coisa de marinheiro de primeira viagem (ah, agora virou coaching de ClubHouse, né?!?), informo aos navegantes que conversei com algumas pessoas que entendem do assunto e, também, já participaram do clube.

Bons costumes no Clubhouse:

  1. Ter um moderador(a)
  2. Ter um tema definido
  3. Identificar previamente os pontos de fala de cada integrante
  4. Na abertura, cada integrante se apresentar com no máximo duas frases
  5. Ao fazer uma pergunta, encaminhá-la para um dos integrantes
  6. Enquanto um fala, os outros fecham o microfone
  7. Falar sabendo que outros querem falar
  8. Invista no conteúdo
  9. Frases, palavras e citações importantes devem ser repetidas para que o ouvinte absorva a informação
  10. Importante ilustrar com histórias 
  11. Incluir os ouvintes na conversa, sempre
  12. Ao passar a palavra para um ouvinte, antecipar quem será o próximo
  13. Ao responder o ouvinte, citar o nome dele ao fim da fala para que tenha a oportunidade de réplica
  14. Anunciar o encerramento da sala, 15 minutos antes e selecionar quem fará as últimas perguntas
  15. Ser simples, direto e objetivo

Como apresentar uma aula pelo rádio e ganhar a audiência do seu aluno

O rádio é transformado em sala de aula na pandemia (Foto: Pixabay)

 

Tem em Osório, no Rio Grande do Sul; tem em Pindamonhangaba, em São Paulo; tem em Mulungu; no Ceará; e tem também em Ruy Barbosa, na Bahia. Tem aula sendo apresentada no rádio em várias partes do Brasil, desde que as escolas fecharam devido ao risco de contaminação dos alunos com a pandemia.

Sem a tecnologia mais avançada à disposição, sem sinal de internet na região e sem celulares na mão, alunos recebem o conteúdo possível sintonizando emissoras locais ou comunitárias. Prefeituras, professores e gestores de educação tiveram de se adaptar diante das carências de cada região. Com o material didático e uma dose grande de resiliência os alunos tentam absorver o conhecimento através de um veículo no qual a maioria só ouvia música.

Com a preocupação de reduzir o prejuízo no aprendizado desses jovens —- e mesmo de adultos que se alfabetizam no EJA —-, o Núcleo de Estudos de Rádio da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) elaborou um guia para que os professores tirem proveito dos recursos que o rádio oferece.

São 10 dicas que podem ajudar o professor, beneficiar os alunos e fornecer a você, que imagina um dia trabalhar com o veículo, na área da educação ou não, um conhecimento básico sobre como transmitir da melhor forma a mensagem pelo rádio. São dicas para situação de emergência, porque o rádio pode ser ainda mais bem explorado. Mas deixemos esses outros recursos para quando a situação se acalmar.

O guia leva a assinatura dos professores Luiz Artur Ferraretto, doutor em comunicação e dos maiores entusiastas do rádio que conheço, e Fernando Morgado, mestre em economia criativa. O trabalho se inicia inspirado por frase de Edgar Roquette-Pinto, pai da radiodifusão brasileira, criador da primeira emissora no Brasil:

“Ensine quem souber, o que souber, a quem não souber”

Com “Dez passos para o ensino emergencial no rádio em tempos de Covid-19”, o NER trata de elementos que estão ao alcance dos educadores, e não cai na tentação de querer ensinar o professor a dar aula, mesmo que algumas das dicas a seguir sejam muito úteis para o dia a dia na escola —- quando isso se tornar possível novamente.

O trabalho completo vale a pena ser baixado. O arquivo está disponível no site do Núcleo de Ensino de Rádio. A seguir, um resumo de cada passo e a minha recomendação: faça essa caminhada junto com o seu aluno:

1 — Conheça como funciona o rádio

“Do final do século passado até a atualidade, o rádio não mudou e, ao mesmo tempo, mudou muito”. Muitas mudanças no campo da tecnologia e transmissão do sinal; e a perseverança na ideia de que a relação apresentador e ouvinte ou professor e aluno se baseia em um diálogo que se altera “entre uma espécie de palestra e algo próximo de bate-papo”. Nessa conversa, um desafio para quem precisa da atenção do aluno “o caráter sonoro da mensagem permite que o ouvinte realize outra atividade em paralelo à escuta”.

2 — Não tenha medo de falar ao microfone

Todo mundo estranha quando ouve sua voz pela primeira vez em uma gravação. Não se preocupe. É apenas a falta de costume de ouvir a si mesmo. Seus alunos já o conhecem pela voz e vocabulário que usa. O NER chama atenção para que ninguém se intimide por não ter aquilo que se consagrou no passado como voz de locutor de rádio: “falar claramente é muito mais importante do que possuir um vozeirão”. 

Outra sugestão que entendo ser relevante. Sua fala vai além da sua voz, inclui gestos, expressões e postura, portanto “se na sala de aula e no dia a dia você gesticula, faça o mesmo ao falar em rádio”. A palavra ganha vida.

3 — Não fale sozinho

Formem duplas ou trios de professores, assim o que seria um monólogo vira conversa e a mensagem chega mais agradável ao ouvinte. Um recurso pode ser a entrevista com pessoas que ajudem a ilustrar a temática abordada.

4 — Bata papo com a turma

“Como fazem os comunicadores, vocês precisam fingir que conversam com o seu público, criando uma espécie de bate-papo imaginário com alunas e alunos” e para que isso funcione é preciso conhecer bem o público para o qual se destina o conteúdo.

5 — Explore o ambiente dos alunos

Como já dito, no rádio você disputa a atenção do ouvinte com outros estímulos que estão à sua volta. Entre no cotidiano do seu aluno. Use expressões tais como: “você que está escutando a gente em sua casa, cuidando do irmãozinho menor enquanto a mãe foi para o trabalho …” etc

6 — Vá direto ao assunto

A mensagem no rádio é altamente fugaz ou volátil, lembra o guia. Então, vá direto ao assunto, descrevendo-o com começo, meio e fim. Se me permitem os autores do texto, dou meu pitaco: “seja simples, direto e objetivo” — é o mantra da boa comunicação.

7 — Ensine em módulos

A transmissão no rádio é a simulação de uma conversa. Não se trata de um bate-papo de mesa de bar. Precisa ser uma comunicação planejada, não necessariamente escrita —- recomenda-se que não o seja. Faça um roteiro dos temas e separe o conteúdo em blocos de 5 a 10 minutos, crie novos estímulos e volte ao assunto em seguida para manter a atenção do aluno.

 

8 —  Pare e pense

A cada passo é necessário analisar o que foi realizado e quais os resultados obtidos. Faça uma autoavaliação do lado de quem emitiu o conteúdo.

9 — Seja redundante

Com bom senso, é claro. No começo da aula explique o que será tratado e, no meio do caminho, retome alguns pontos de forma resumida. Sempre que tiver alguma informação que precisa ficar na memória do ouvinte, não se reprima: repita a sentença.

10 — Comece tudo de novo

A cada novo programa como a cada nova aula, saiba que você vai precisar recomeçar. Se os passos anteriores foram dados com sensates, o recomeça será apenas uma consequência, ensina o guia.

Bom programa, ótima aula e se cuide!

Podcast: “Leituras de cabeceira” tem as dicas de livro que estou lendo, já li, vou ler e recomendo a leitura

 

 

 
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“Leituras de Cabeceira” é o podcast produzido pela Gabi Iannaccone que nos convida a falar de livros que estamos lendo, queremos ler e recomendamos ler. Convidado, fui lá e dei meus palpites:

O que estou lendo (estava até gravar):

 

“Ciência no Cotidiano — Viva a Razão, Abaixo a Ignorância!” de Natalia Pasternak e Carlos Orsi (Contexto)

 

O que li:

 

“Escravidão” de Laurentino Gomes (Globo Livros)

 

“Azul, pretos e brancos”, Léo Gerchmann, (L&PM)

 

O que vou (re)ler:

 

“Ensaio sobre a cegueira”, José Saramago (Companhia das Letras)

 

O que recomendo ler:

 

“A Regra do jogo”, do jornalista Cláudio Abramo (Companhia das Letras)

 

“A imprensa e o caos na ortografia”, Marcos de Castro (Record)

 

“Caderno H”, Mário Quintana (Objetiva)

Pra saber os motivos de um e outro, ouça o “Leituras de Cabeceira”:

 

Aqui tem o meu episódio.

 

Se não quiser perder tempo comigo, entre por aqui e ouça quanta gente boa fez sugestões no podcast da Gabi.

A rica biblioteca do Jornal da CBN

 

Cada vez me convenço mais de que se é verdade que o brasileiro tem fama de que lê pouco – e a ideia é ratificada pesquisa após pesquisa -, o ouvinte-internauta do Jornal da CBN não se encaixa nesta estatística. Basta falar de livros no programa e pedir sugestões para que listas enormes sejam formadas. Semana passada, na sexta-feira, entrevistei o escritor Pedro Bandeira sobre o sucesso da Flip, que se encerrou nesse domingo. No bate-papo, ele disse, entre outras coisas, que as novas mídias estão incentivando as pessoas a lerem, sinalizando otimismo em relação ao mercado literário no Brasil. Ouça a entrevista dele aqui. E logo após nossa conversa, convidei os ouvintes-internautas e os comentaristas da CBN a sugerirem livros ou dizerem o que estão lendo neste momento. Resultado, uma biblioteca com dezenas de títulos e autores que reproduzo a seguir.

 

Aqui, o que disseram os comentarista da CBN:

 

A Sagrada Família, Zuenir Ventura (Arthur Xexeo)
Adolph Hitler, John Toland (Carlos Heitor Cony)
Os imperfeccionistas, Tom Rachman (Gilberto Dimenstein)
Iludido pelo acaso, Nassim Nicholas Taleb (Luis Gustavo Medina)
No Jardim das Feras, Erik Larson (José Godoy)
Tudo ou Nada, Luis Eduardo Soares (Dan Stulbach)
A visita cruel do tempo, Jennifer Egan (Dan Stulbach)
O filósofo e a política, Norberto Bobbio (Kennedy Alencar)
Getúlio, Lira Neto (Kennedy Alencar)
Guerra e Paz, Leon Tolstói (Kennedy Alencar)
Memórias de uma guerra suja, Cláudio Guerra (Miriam Leitão)
Lo suficientemente Loco, Una biografia de Marcelo Bielsa (Mário Marra)

 

A seguir, as dicas dos ouvintes-internautas:

 

O remorso de Baltazar Serapião, Valter Hugo Mãe (@gustrod75)

Imagens da Organização, Gareth Morgan (@mvjbonfim)

Ágape, padre Marcelo Rossi (@dmmtoddy)

A Bíblia Sagrada (@ricardovilela22)

Capital erótico, Catherine Hakim (@atargino)

A Economina do Cedro, Carlos Alberto Júlio. (@heitoranderson)

A Marcha para o Oeste, Cláudio e Orlando Villas Bôas (@fernanjones)

Madame Bovary, Gustave Flaubert (@renatortl)

O Poder Dos Quietosm Susab Cain (@renatortl)

A Última Música, Nicholas Sparks (@Solanggi)

Transição Planetária, Divaldo Pereira Franco (@a_lenice)

Os Sete, Andre Vianco (@sandraspf)

A Arte da Prudência, Baltasar Gracián y Morales (@jjihec)

Millenium – A rainha do castelo de ar, Stieg Larsson (@rogeriawerneck)

As Esganadas, Jô Soares. (@FabianoBarbeiro)

Mentes Perigosas, o psicopata mora ao lado, Ana Beatriz Barbosa Silva (@8Rosangela)

Saga brasileira, Miriam Leitão (@marcossmooks e Mario C. Delvas)

Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle (@antsoares)

Quem Matou a Mudança, Ken Blanchard (@andrefelizardo)

Imagens da Organização”, Gareth Morgan (@mvjbonfim)

A Festa do Bode, Mário Vargas Llosa.(@yhuri)

Monstros Invisíveis, Chuck Palahniuk. (@iMarceloMachado)

Paulo Francis, uma coletânea de seus melhores textos (@ferbrak)

A Guerra dos Tronos, George R R Martin! (@A_MANDEL)

O povo brasileiro, Darcy Ribeiro (@fazenghelini)

O Cemitério de Praga, Umberto Eco. (@pbicudo)

Geração superficial, o que a internet está fazendo com nossos cérebros, Nocholas Carr (Walter Bazzo)

A Revolução do Amor, Luc Ferry (Walter Bazzo)

Gaia- Alerta fFnal, James Lovelock (Walter Bazzo)

Sempre a Mesma Neve e Sempre o Mesmo Tio, Herta Müller (Walter Bazzo)

Quarto de Despejo, diário de uma favelada, Carolina Maria de Jesus (Sandra Regina Silva)

Vocês Ainda Não Ouviram Nada. A Barulhenta História do Cinema Mudo, Celso Sabadin (Chi Qo)

A Águia e a Galinha, uma metáfora da condição humana, Leonardo Boff (Thina Bitencourt)

O Marechal da Vitória, Tom Cardoso e Roberto Rockmann (Marcos Schettini Soares)

Alcorão (Tony Anderson)

O Pequeno Prícipe, Antoine de Saint-Exupéry (Beatriz Souza)

Paradise Lost, John Milton (Raymond Rebetez)

Privataria Tucana, Amaury Ribeiro Jr (Fernando de Oliveira e Reinaldo Guimarães)

A elegância do Ouriço, Muriel Barbery (Tereza Cristina Cavalcanti)

Vida Dupla, Pierre Assouline (Tereza Cristina Cavalcanti)

A Essência da Mente,de Steve Andreuss (Silveira)

Kundalini Yoga ou O Livro Amarelo, Samuel  Aun Weor (Silveira)

Manual de Redação da CBN, Mariza Tavares (Rita Bueno)

As Veias Abertas da América Latina, Eduardo Galeano (Rita Bueno)

O Livro dos Espíritos, Alan Kardec (Rita Bueno)

Recursos Educacionais Abertos – Práticas Colaborativas e Políticas P;ublicas

A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón (Heriberto Freire Caseca)

Dom Casmurro, Machado de Assis (Lennilson)

Eu Amo Fusca – a história brasileira do carro mais popular do mundo, Alexandre Gromow 9Alexandre Gormow)

Dewey, Um Gato entre Livros, Vicky Mirin com Bret Witter (José Daniel)

Os Próprios Deuses, Isaac Asimov (Délia Costa)

Jogos Vorazes, Suzanne Collins (Diogo)

Piaf, Uma Vida, Carolyn Burke (Eduardo Rodrigues Monteiro Silva)

The Nature of Man, Metchnikoff (David Hruodbeorth)

Revolução dos Bichos, George Orwell (Paulo Roberto Zuza Malta)

O Nome do Vento e O Silêncio do Sábio, Patrick Rothfuss (Rosemary Barros)

Brasil, Uma História, Eduardo Bueno (Aline Côdo)

The Family, Mario Puzzo (Aline Côdo)

Desván de América, Enrique Pérez Díaz (Aline Côdo)

Dignidade, Médicos sem Fronteiras (José Alves)

Pai Rico, Pai Pobre, Robert Kiyosaki (Fernando Andrade)

Valsa Negra, Patrícia Mello (Camila Victor)

O Futuro da Humanidade, Augusto Cury (Hugo Alves)

O Evangelho Segundo Jesus Cristo, José Saramago (Soélis Prado Mendes)

A Conspiração Franciscana, John Sack (Roberto Jacob)

Crônicas de Gelo e Fogo, George R. R. Martin (Leandro Perin)

Novas Utopias, Psicografado por Carlos Pereira (Paulo César Soares)

Bruxas, Miriam Black (Thiago Pagliarini)

Um Dia, David Nicholls (Íria Molina)

Armas Germes e Aço, Jared Diamond (Ricardo)

Por que Nações Falham: As origens do poder, prosperidade e pobreza, Daron Acemoglu e James Robinson (Ricardo)

Ernesto Guevara, Também Conhecido Como Che, Paco Ignacio Taibo II (Xavier Lemos)

Nelson Rodrigues por ele mesmo, Sonia Rodrigues (Rodrigo Amaral)

Amigos Ouvintes, Arnaldo Jabor (Christiano Schulz)

O Homem e seus Símbolos, Carl Gustav Jung (Pedro Paulo Rodrigues)

O Efeito Sombra, Deepak Chopra (Pedro Paulo Rodrigues)

Um Defeito de Cor, Ana Maria Gonçalves (Kleber Miguel)