A reclamação de ouvintes-internautas que moram ou transitam na avenida Eliseu de Almeida, no Butantã, zona oeste de São Paulo, levou o subprefeito Régis de Oliveira – responsável pela região – a autorizar trabalho de recuperação de buracos na via de tráfego pesado e importante. Ele explicou que a avenida está em área de solo ruim e a situação piora com a chuva e as obras contra enchente. Calcula que a subprefeitura tape 2 mil buracos por mês.
Do diálogo mantido por e-mail, Régis falou ainda do lixo que se espalha com os temporais de verão, outro tema discutido no CBN SP:
… apesar do serviço de coleta e varrição estar eficiente, regular, na ocorrência das pesadas chuvas dos últimos dias os sacos depositados pela população nas calçadas são carreados pela água para o meio da rua. Com a força das águas e a passagem dos veículos, o lixo acaba sendo espalhado e carreado até as bocas de lobo, que se entopem e agravam o problema de alagamentos.”
O pedido do subprefeito é que os sacos sejam colocados em lixeiras elevadas ou que se evite deixar o lixo na rua na iminência de temporais. Questionei o fato de as lixeiras – como as conhecemos – serem proibidas por lei, já que se transformaram em barreiras para a mobilidade nas calçadas. Régis se comprometeu a debater o assunto na prefeitura para conciliar as questões de circulação e mobilidade com as de limpeza e saúde pública.
Segundo informa, as lixeiras podem ser colocadas nas áreas de edificações que têm recuos frontais.
