Repórter CBN SP: Fila dupla de papeleiro na Marginal

“O problema é antigo, falamos várias vezes sobre a “ocupação” do acesso da Marginal Tietê para a Av. Ermano Marchetti, na Água Branca, pertinho da Ponte Júlio de Mesquita Neto. Parece que ninguém ouviu, então vou falar de novo. Quando você sai da Marginal o acesso é uma curva. Bem ali, na curva existe uma favela (em expansão). O fato não é a favela em si. É que os catadores de papel, moradores, estacionam as carroças na faixa da esquerda, bem na curva. Às vezes, tem até fila dupla. Preciso dizer que o lixo se acumula no que foi um dia uma calçada ? Seria lugar-comum, não? Quando chove, a água fica acumulada. Frequentemente, crianças de um pouco mais de três anos são vistas brincando ali. Hoje ao passar por lá, percebi que não é só a ação do homem que interfere naquela decadente paisagem. O mato do terreno ao lado da favela está bem crescidinho e invadindo a alça de acesso. Eu repito, é uma curva. Os carros saem em alta velocidade da marginal e entram ali. Alguém pode se machucar. Seria exagero pedir para os “zeladores” do bairro passarem por lá? São Paulo pode ser melhor. Moradores da cidade, uni-vos!”

A repórter Vanessa Di Sevo, da CBN, roda a cidade o dia todo de olho em São Paulo.

3 comentários sobre “Repórter CBN SP: Fila dupla de papeleiro na Marginal

  1. Olá Milton, eu estava ve3ndo tv agora no último dia 04, onde apareceu o nosso prefeito GIlberto Kassab dizendo que acabou com todas as escolas de lata.

    Eu acho que o senhor prefeito anda desinformado, porque aqui no meu bairro ainda existem algumas escolas de lata, entao ele nao pode sair na tv afirmando que acabou com essas escolas.

    EU moro aqui na regiao do parque Residencial cocaia.

    Um abraço!

  2. Vanessa, creio que as autoridades vão esperar acontecer alguns acidentes neste local para depois tomarem alguma decisão a respeito do estacionamento das carroças e o risco potencial que aquelas crianças estao correndo !

  3. Milton, até quando vamos ter que sustentar os “menos favorecidos”. À menos de 500 metros da minha casa está brotando uma favela sob a “vista grossa” da subprefeitura Santo Amaro.
    Em menos de 1 mês, vou ao “funileiro” por terem tentado arrombar o meu carro.

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