Aquecedor solar ajuda o bolso e o meio ambiente

A lei que obriga novas construções residenciais e comerciais a instalarem aquecedor solar, em São Paulo, vai gerar economia para o cidadão e benefícios ao meio ambiente. A opinião é do comentarista Osvaldo Stella, do quadro Ambiente Urbano, que vai ao ar toda segunda-feira, no CBN São Paulo. Ouça:

6 comentários sobre “Aquecedor solar ajuda o bolso e o meio ambiente

  1. Lembra das aulas de Física? A cada transformação da energia ocorre perda… Fora a dissipassão da energia ao longo do transporte…
    Então a energia deveria ser usada localmente e diretamente na forma em que é melhor aproveitada, sem transformações.
    Ora, numa usina termo-elétrica, queimamos combustível que se torna vapor (calor) e move turbinas (energia cinética), gerando eletricidade (energia elétrica) que vai ser levada a centenas de quilômetros (com perda) e finalmente vai… aquecer nosso banho (calor de novo!!!)…
    Não seria melhor aproveitar o combustível para esquentar diretamente o banho?
    OU melhor ainda, usar o próprio Sol que nada nos cobra?

  2. Bom Milton,
    Por um acaso escuto você às 11:20 em função da CBN daqui transmitir programa de esporte até o meio dia.
    Não é a primeira vez que escuto você falar sobre aquecedor que é obrigatório em São Paulo, aqui no Paraná o estado(COHAPAR) já esta colocando nas moradias populares, o negócio funciona de verdade, é durável e econômico! E ainda por cima recicla garrafa PET e embalagem tetratpark!
    O link para ver o que estou dizendo é

    http://www.pr.gov.br/meioambiente/kit_residuos.shtml

    Márcio Hosken de Curitiba

  3. A AES Eletropaulo está instalando gratuitamente 20 aquecedores solares de água na favela de Paraisópolis, São Paulo. A intenção é fazer com que as famílias reduzam o consumo de energia e que haja menos instalações clandestinas, conhecidas como “gatos”.

    O sistema de aquecimento da água foi cedido pela e2solar e são compostos por uma placa coletora e um reservatório de 200 litros. De acordo com Aldo Batista, sócio-diretor da empresa, “o aquecimento de água através da energia solar diminui o gasto do chuveiro elétrico, permitindo uma redução de 50%, em média, da conta de energia”.

    O sistema utilizado na construção dos aquecedores foi o Polypop, que usa como apenas o plástico como matéria-prima. Sua principal característica é a facilidade na montagem e desmontagem, importante em locais (como Paraisópolis) onde as residências crescem verticalmente. “Substituímos o vidro usado nos coletores pelo policarbonato, uma vez que a laje também costuma ser utilizada como área de lazer, prevenindo assim possíveis acidentes. Também trocamos os componentes fabricados em cobre, que possuem alto valor de mercado, desestimulando os roubos”, explica Batista.

    A Eletropaulo pretende instalar em Paraisópolis outros dez mil equipamentos como esses nos próximos 12 meses. Atualmente, a comunidade tem 90 mil moradores.

  4. A AES Eletropaulo está instalando gratuitamente 20 aquecedores solares de água na favela de Paraisópolis, São Paulo. A intenção é fazer com que as famílias reduzam o consumo de energia e que haja menos instalações clandestinas, conhecidas como “gatos”.

    A AES Eletropaulo está instalando gratuitamente 20 aquecedores solares de água na favela de Paraisópolis, São Paulo. A intenção é fazer com que as famílias reduzam o consumo de energia e que haja menos instalações clandestinas, conhecidas como “gatos”.

    O sistema de aquecimento da água foi cedido pela e2solar e são compostos por uma placa coletora e um reservatório de 200 litros. De acordo com Aldo Batista, sócio-diretor da empresa, “o aquecimento de água através da energia solar diminui o gasto do chuveiro elétrico, permitindo uma redução de 50%, em média, da conta de energia”.

    O sistema utilizado na construção dos aquecedores foi o Polypop, que usa como apenas o plástico como matéria-prima. Sua principal característica é a facilidade na montagem e desmontagem, importante em locais (como Paraisópolis) onde as residências crescem verticalmente. “Substituímos o vidro usado nos coletores pelo policarbonato, uma vez que a laje também costuma ser utilizada como área de lazer, prevenindo assim possíveis acidentes. Também trocamos os componentes fabricados em cobre, que possuem alto valor de mercado, desestimulando os roubos”, explica Batista.

    A Eletrop1. casas populares precisam de aquecedores sim desde que sejam eficientes e de preços compatíveis com os benefícios. Os aquecedores hoje instalados pelas concessionárias são de baixo rendimento e preços abusivos quero lembrar que o procel apenas classifica os produtos em A,B,C etc. isto não muda a performance da placa solar que continua baixa. Outro problema na casa popular, o aquecedor estaria sujeito a uma pressão máxima de 200gr/cm2 ,qual a razão de se colocar um sistema para suportar 2 a 3kg/cm2 a não ser para atender a alguns fabricantes e onerar o erário público é preciso se discutir isto urgentemente.aulo pretende instalar em Paraisópolis outros dez mil equipamentos como esses nos próximos 12 meses. Atualmente, a comunidade tem 90 mil moradores.

    O sistema de aquecimento da água foi cedido pela e2solar e são compostos por uma placa coletora e um reservatório de 200 litros. De acordo com Aldo Batista, sócio-diretor da empresa, “o aquecimento de água através da energia solar diminui o gasto do chuveiro elétrico, permitindo uma redução de 50%, em média, da conta de energia”.

    O sistema utilizado na construção dos aquecedores foi o Polypop, que usa como apenas o plástico como matéria-prima. Sua principal característica é a facilidade na montagem e desmontagem, importante em locais (como Paraisópolis) onde as residências crescem verticalmente. “Substituímos o vidro usado nos coletores pelo policarbonato, uma vez que a laje também costuma ser utilizada como área de lazer, prevenindo assim possíveis acidentes. Também trocamos os componentes fabricados em cobre, que possuem alto valor de mercado, desestimulando os roubos”, explica Batista.

    A Eletropaulo pretende instalar em Paraisópolis outros dez mil equipamentos como esses nos próximos 12 meses. Atualmente, a comunidade tem 90 mil moradores.

  5. 1. casas populares precisam de aquecedores solares sim desde que sejam eficientes e de preços compatíveis com os benefícios. Os aquecedores hoje instalados pelas concessionárias são de baixo rendimento e preços abusivos quero lembrar que o procel apenas classifica os produtos em A,B,C etc. isto não muda a performance da placa solar que continua baixa. Outro problema na casa popular, o aquecedor estaria sujeito a uma pressão máxima de 200gr/cm2 ,qual a razão de se colocar um sistema para suportar 2 a 3kg/cm2 a não ser para atender a alguns fabricantes e onerar o erário público é preciso se discutir isto urgentemente. Isto é ecologia.

  6. ALERTA! Existe um erro na concessão do selo ANEEL/PROCEL/INMETRO-PROGRAMA DE EFICIENCIA ENERGÉTICA para aquecedores solares, pois adotou-se parâmetros sugeridos pelos próprios fabricantes de aquecedor solar, O QUE É ERRADO. Por exemplo qual a razão das concessionárias estarem adquirindo aquecedores solares que suportam até mais de 2,5,0kg/cm² de pressão que serão instalados em casas populares onde trabalharão numa pressão de 0,2kg/cm²?O fabricante sugeriu esta pressão e a ANEEL adotou em seu manual. ISTO É UM ABSURDO POIS ESTE AQUECEDOR QUE SUPORTA 2,5kg/cm² é 2 vezes mais caro e de baixo rendimento, e nós pagamos a conta. Será que os fabricantes/governo estão realmente preocupados com eficiência energética? Validatec.

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