Um portão-avião dentro da cidade, diz arquiteta

Uma das principais lutas do Movimento Defenda São Paulo, ONG que atua em questões relacionadas a capital paulista, foi a restrição ao número de vôos no aeroporto de Congonhas, na zona sul. A fundadora do movimento, urbanista Regina Monteiro, atualmente diretora da Emurb, disse que o aeroporto pode ser comparado com um porta-aviões dentro da malha urbana da cidade (não deixe de visitar notas abaixo as fotografias aéreas de Congonhas)

Regina Monteiro, que mora no bairro do Brooklin Velho, próximo do aeroporto, falou ao CBN SP:

4 comentários sobre “Um portão-avião dentro da cidade, diz arquiteta

  1. Olá, Milton. Fazendo uma continha rápida, desde 1996 até ontem a péssima localização do aeroporto de Congonhas já fez, direta ou indiretamente, mais de 25 vítimas fatais por ano. Quem continuar tomando vôos em Congonhas depois de tudo o que aconteceu ontem e em 96, na minha modesta opinião, não tem amor à vida. E se as autoridades não tomam atitude alguma para dar fim a tragédias imbecis desse tipo, eu pelo menos já tomei: vôo com partida ou chegada em Congonhas? Tô fora!!! Que bom seria se o boicote da população fechasse de fato esse aeroporto obsoleto, mas duvido que haja alguma mobilização nesse sentido. Nosso povo é que nem gado, tocado de lá para cá sem nada questionar, ainda que o destino seja a morte.
    Um abraço.

  2. Saudações, gostaria de entender algo muito simples, como um aeroporto com tantas limitações, seja na localização, tamanho de pista, e outras implicações como é o caso de Congonhas, pode ser liberado sem o final das obras em sua pista principal??
    Já que todos os elementos de segurança, indicam um alto grau de dificuldades, não seria o caso deste aeroporto, o mais movimentado do Brasil, receber investimentos em segurança, ao invés de investimentos meramente comerciais.
    Utilizei por diversas vezes Congonhas para a ponte-aérea, mas devido a todos os comentários, inclusive de profissionais de companhias aéreas, hoje somente utilizo o embarque em Cumbica e desembarque no Galeão, e infelizmente essa minha atitude acaba de ser confirmada com este acidente. Muito me assusta autoridades discutirem as causas do mesmo, já que basta ler os jornais, ou colher depoimentos no aeroporto, para saber que o problema é a falta de manutenção, atualização e seriedade dos investimentos da Infraero.
    Um grande abraço.

  3. Milton, sei que todos falam que o aeroporto de Congonhas está mal localizado, mas esquecem que o aeroporto estava ali muito antes das casas construídas ao redor, pois a minha pergunta é a seguinte: Imagine que desativem o aeroporto de Congonhas e que construam outro aeroporto em ponto isolado da cidade. Daqui uns anos como no caso de Congonhas, abarrotem de casas e prédios ao redor desse novo aeroporto. A solução é mudar o aeroporto de lugar novamente e assim sucessivamente?

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