Empresas aéreas defenderam liberação de Congonhas

É o que diz reportagem desta quinta-feira, da Folha de São Paulo:

Pressões das companhias aéreas foram determinantes para a liberação da pista principal do aeroporto de Congonhas antes da conclusão da reforma e da realização do “grooving” -processo de cavar sulcos no asfalto para acelerar o escoamento da chuva. Oficialmente, a Infraero (estatal que administra os aeroportos) e a Anac negam que tenha havido quaisquer pressões. Segundo apurou a Folha, o lobby empresarial visava não só manter a inauguração em 29 de junho, antes do começo das férias, mesmo sem a realização do “grooving”, mas também reduzir pousos e decolagens de jatos executivos e táxi aéreo, o que realmente aconteceu.

A informação vai ao encontro da postura da TAM que, na entrevista coletiva de terça, elogiou as condições da pista principal do aeroporto de Congonhas. Agora há pouco, um especialista em aviação ouvido no Bom Dia Brasil falou que as empresas teriam prejuízo enorme se reduzissem pousos e decolagens em Congonhas.

Talvez o seguro de vida pago pelas empresas seja mais barato.

2 comentários sobre “Empresas aéreas defenderam liberação de Congonhas

  1. Bom dia!
    E se todos decidirem viajar mas não pousar em Congonhas?
    Precisamos acreditar na falta de segurança e dar valor às nossas vidas e dinheiro.

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