Esta é uma das metas que o anteprojeto que será encaminhado para a Câmara de São Paulo busca ao comprometer os futuros prefeitos a um plano de governo para a cidade. Afinal, este programa terá de abrir espaço para as reivindicações populares.
Na convocação para o encontro de quarta com os vereadores, são destacados os seguintes objetivos pelo movimento “Nossa São Paulo É Outra Cidade”:
-Promover maior compatibilidade entre os programas eleitorais e os programas do prefeito eleito, valorizando e qualificando o debate eleitoral e o exercício do voto;
-Permitir à população de São Paulo a avaliação e o acompanhamento das ações, obras, programas e serviços realizados pelo Poder Executivo Municipal durante cada mandato do Prefeito Municipal;
-Aperfeiçoar a eficiência da gestão pública municipal, que passará a trabalhar com indicadores e metas a serem atingidas no final de cada gestão, a exemplo da prática de excelência de grandes organizações públicas e privadas de sucesso;
-Permitir maior continuidade nas políticas públicas bem sucedidas;
-Melhorar a gestão e a qualidade dos gestores das políticas públicas, já que estarão comprometidos com o cumprimento das metas;
-Melhorar a qualidade dos indicadores e dos instrumentos de avaliação e acompanhamento das políticas públicas;
-Promover e aprofundar a democracia participativa;
Caro Jornalista Mílton Jung,
A participação começa no VOTO… Ou deveria começar no voto…
Às vezes sinto que um povo que diz que não vota porque todo o político é corrupto, talvez devesse sofrer muito numa ditadura para começar a valorizar o voto, o direito de escolher seus representantes com responsabilidade!
Mas, isso é cruel demais!
Se não é possível escolher pela falta de candidatos, então é o caso de entrar para a política você mesmo! Participar! E ver como esse processo é difícil!
Um Abraço!
Nenhuma palavra sobre educação?
Não entendo essas organizações politicamente corretas, gastam tempo e dinheiro com propostas ridículas.
Deveriam se empenhar em organizar grupos e propostas na área de educação, e AGIR. Não ficar só nos discursos, entrevistas, papéis e relatórios bonitinhos.