Dia Sem Carro: Dicas para poluir menos

Deixar o carro em casa pode ser difícil, quase impossível em determinadas situações. Isto não quer dizer que os motoristas não possam colaborar com o combate a poluição na cidade. O gás carbônico é o principal poluente lançado na atmosfera pelos automóveis, com 97% das emissões. Para neutralizar os efeitos dessa poluição, é necessário plantar 1,5 árvores por ano para cada tonelada de carbono emitida pelos carros. O fundamental, contudo, é reduzir esta emissão mantendo o motor regulado.

Outros cuidados essenciais:

Manter os pneus calibrados;
Evitar transportar cargas;
Desligar o motor sempre que o veículo estiver estacionado ou parado;
Utilizar combustível de postos de confiança;
Seguir especificações do fabricante na troca de óleo e filtros;
Jamais tirar o catalisador do veículo;
Realizar revisões preventivas;
Se reduzir a poluição não lhe move, saiba que com estas medidas você também vai gastar menos com o consumo de combustível

4 comentários sobre “Dia Sem Carro: Dicas para poluir menos

  1. Pelo amor de deus, o jornalismo tem que dar a sua parte na redução de impostos. Deve ser proibido falar em pedágio urbano enquanto
    1. não tivermos 300 km de metro
    2. usarmos diesel fora dos padroes
    3. mantermos parte da frota sem catalizador
    4. permitirmos motos poluindo 3 vezes mais
    5. não planejarmos as industrias proximas aos terminais de onibus e metro
    6. encontrarmos uma solução para o aumento do desemprego na cadeia de montadoras e autopeças, afinal, eu serei um a vender o veiculo e não consumi-lo mais.
    Exemplos reais:
    1. como ir trabalhar de onibus do ABC a guarulhos, cotia ou taboão ou itaquaquecetuba, locais para onde migraram as empresas? Muitas nem contratam, isto é real.
    2. como convencer seus filhos, que o pai e a mae passarão mais 3 horas dentro do transporte publico
    3. qual a estatistica dos veiculos parados durante o dia?. Muitos circulam apenas 1 hora entre ida e volta, de onibus, seriam 3 horas ou mais.

  2. Bom Dia Milton. Acho que o Dimenstein está sonhando um pouco alto demais. Esse pedágio urbano só seria mais uma forma de tirar os menos favorecidos das ruas.Quem tem carros grandes e novos, podem pagar pedágio várias vezes por dia.Que tal rodízio o dia inteiro, três finais de placas ao invés de dois, que tal IPVA e Seguro obrigatório sobretaxado para o 2º ou 3º ou 4º carros registrados no mesmo endereço, e por aí vai.Acho que estas alternativas iriam prejudicar os mais favorecidos. Obrigada e bom dia.

  3. Bom Dia Milton, trabalho na Zona Sul e moro a 7 Km do trabalho, me desloco de casa para o trabalho de moto levo 10 minutos, sendo que minha moto faz 25 km por litro gastando assim ida e volta em reais por dia 1,50. Caso mude minha rotina e dependa de um ônibus em reais gastaria 4,60, meu tempo de 10min passaria para 40min. fora o estress para esperar o ônibus e o aperto dentro dele. O transporte coletivo com certeza alem de mudar deve ter o valor da sua passagem menor para fazer valer a pena o seu uso.

  4. Estranho isso, se a venda de carros flex é maior que a venda de carros a gasolina, e o álcool é mais barato que a gasolina, não deveria estar diminuindo a poluição?
    O etanol não é biocombustível, menos poluente, blá blá blá…

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