O excesso de carros nas ruas de São Paulo, no Dia Mundial Sem Carro, mostrou que o conceito defendido pelos incentivadores da iniciativa internacional estava correto. A cidade e o cidadão precisam se curar da doença que pode ser batizada de “carro-dependência”.
Uma das maiores conquistas da data foi ter colocado o tema na pauta da cidade para as próximas eleições.
Ouça a avaliação do empresário Oded Grajew, do Movimento Nossa São Paulo É Outra Cidade:
Sobre esse assunto pensei muito… Primeiro é preciso entender por que o paulistano se tornou um auto-dependente: calçadas imundas, clima quente e seco terrível ou chuvas torrenciais, garoa. Assaltos, trombadinhas, mendigos, pedintes… Vendedor ambulantes por tudo. ônibus lotado, metrô idem, táxi caro demais (um absurdo). Bem, se juntar tudo, fica difícil, não é mesmo?
Olá … Concordo com a Mônica … realmente vivemos em uma cidade muito grande com um transporte público e coletivo de péssima qualidade. É muito simples para alguém que mora na zona central da cidade optar se vai de carro … ônibus … bicicleta ou metrô. Mas para quem mora em Cidade Tiradentes … talvez essa opção não seja tão simples assim!!!
Acredito que o Sr. Oded tem razão, tudo foi debatido, muitas pessoas ficaram sabendo que dia 22 é o dia mundial sem carro, porém nem todas as pessoas que sabiam aderiram, assim, após esta fase de infomação os próximos anos devem ser de conscientização, para que cheguemos daqui a alguns anos com uma adesão em massa da população.
Milton, o grande mau é que para muitas pessoas o carro não serve para as necessidades e sim como estatus andar de onibus é vergonhoso, no meu trabalho a maioria dos funcionarios são jovens quase todos tem carro e o grande barato deles é ir trabalhar todos os dias de carro para mostrar para as garotas.
(Com esta ideologia de vida fica dificil)
Abraços.