“Irlandês” sugere sistema paga-quanto-anda

A idéia é do ouvinte-internauta Eduardo Miranda que acompanha a progração da CBN pela Internet, na Irlanda. Segundo a mensagem que enviou ao programa, em Dublin, onde mora, paga-se uma tarifa baseada no número de pontos de ônibus pelos quais o passageiros passa. O sistema que prevê tarifa proporcional a quilometragem rodada funciona também nos trens e ônibus.

A sugestão dele é que a prefeitura implante este modelo em vez de tentar comprovar que a tarifa na capital paulista é a mais barata do País.

2 comentários sobre ““Irlandês” sugere sistema paga-quanto-anda

  1. Eduardo Miranda,
    Em qualquer lugar que se enquadra como “civilizado”, a tarifa pública é de acordo com o uso.
    Mas infelizmente em locais subdesenvolvidos que existem, graças ao populismo dos dirigentes, os miseráveis/pobres são necessários para se manterem no poder.
    É só você interpretar um dos últimos discursos do Lula: todo orgulhoso, disse em alto e bom som que a “bolsa família”, em alguns anos passou de 3 para 11 milhões, ou seja, para quem prometeu 10 milhões de novos emprêgos em 4 anos, quase chegou lá, uma vez que “bolsista” é “emprêgo”, para o Presidente Molusco.

    Paulo T. Watanabe

  2. É, esse sistema realmente é o mais justo de todos, além de mais racional.
    Hoje sou um orgulhoso proprietário do bilhete único em SP, mas acho que ele pode ser mais bem aproveitado. Acredito que o Metrô pode começar a fazer mais ações para ganhar mais dinheiro e, quem sabe, isso abaixaria a taxa de transporte.
    A publicidade do metrô de Londres é mais que um exemplo, não vejo porque não por aqui. Um esquema que vi em Hong Kong é o de usar esse mesmo cartão de transporte para compras. Porque não fazer do blihete único um cartão de compras para as lojas localizadas dentro do metrô?

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