É Tudo Mentira: Perfume fede mais que história

A chave magnética dos hotéis não assusta mais os leitores deste blog. Se você não lembra – nem tem paciência de rolar a página para baixo -, falamos sobre a lenda urbana que ronda os corredores da rede hoteleira de São Paulo, na qual o cartão usado para abrir as portas conteria todas as informações do cliente, inclusive numero do cartão de crédito. Segundo um ouvinte-internauta, lenda surgida após episódio da série CSI.

Os “poderes” da chave magnética são tão verdadeiros quanto a loira que lhe espera no banheiro da escola. Esta apareceu durante o CBN SP. Não a loira, mas a lenda. A figura de cabelos e olhos claros, e roupa ensangüentada, teria surgido na conversa de professores para restringir as idas ao banheiro durante a aula. Até hoje, tem menininho complexado com o banheiro da escola.

Por mais que eu tenha ido ao banheiro da minha, a única moça que encontrei certa vez foi a “tia da limpeza” – a propósito, longe de se parecer com a beldade da lenda.

Nesta semana, também, voltou a circular a história do “perfume fatal”. “Já está acontecendo em Balneário Camboriú, agora temos um caso em Chapecó”, alerta a mensagem eletrônica que conta o caso da jovem que desmaiou e foi assaltada após ser levada a sentir o aroma de um perfume apresentado por rapazes. Um professor teria escapado do golpe graças a leitura do e-mail. Mesma felicidade não teriam tido estudantes de Brasília.

Ligações telefônicas para as delegacias das três cidades citadas jamais confirmaram esta informação. Mas é claro que sempre aparecerá alguém para dizer que ouviu do primo de um amigo do colega dele que conhece alguém que foi vítima do “perfume fatal”. Outra história que cheira muito mal.

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