
Foto enviada pela GCM de base comunitária no Anhangabau
O CBN SP recebeu resposta da Guarda Civil Metropolitana a propósito de críticas do sindicato que representa os funcionários da corporação sobre a desativação de uma das sedes da GCM no centro de São Paulo:
“Caro Milton Jung,
Com relação à Base Comunitária da GCM localizada no Vale do Anhangabaú, a GCM esclarece que a base não está nem será desativada. O prédio foi temporariamente fechado para reforma, conforme informam os seis cartazes afixados no local e que, inclusive, aparecem na foto divulgada em seu blog. A reforma foi necessária para melhorar as condições de trabalho dos guardas municipais porque o prédio apresentava problemas na rede de esgoto. As obras, iniciadas em setembro, incluíram reforma nas redes hidráulica e elétrica, substituição do piso e das peças sanitárias, reforma da bomba de recalque do esgoto, instalação de pia para refeitório, e pintura. A empreiteira ECC, responsável pela obra, ainda vai substituir as janelas de vidro por janelas corrediças e no próximo sábado vai retirar o entulho da obra. Com isso, a base da GCM voltará a funcionar no prazo estimado de 15 dias.
A denúncia do Sindiguardas, portanto, não procede. De todas as bases comunitárias da GCM, apenas duas foram desativadas, a da Praça da República e da Olido. A da Praça da República deverá dar lugar a um posto da SP Turis. O posto estava localizado em local inadequado em termos de visibilidade, mas a GCM manteve as operações na Praça da República com guardas de bicicleta. A base localizada ao lado da Galeria Olido ficava muito exposta e sofreu várias depredações, com pedras e bombas caseiras, após operações de combate ao comércio ilegal. Ela será substituída pela base que passará a funcionar na Nova Luz. A GCM mantém, portanto, 22 bases comunitárias espalhadas pela cidade, incluindo a do Vale do Anhangabaú. Quanto às pessoas em situação de rua que eventualmente ocupam o espaço defronte à base do Anhangabaú, a questão é acompanhada pela Secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social, que desenvolve programas específicos para essa parcela da população.
José Francisco Pacóla, assessor de imprensa da Guarda Civil Metropolitana.”
A reclamação do sindicato e a fotografia enviada por ouvinte-internauta que registra a presença de sem-teto na sede da GCM que está fechada você encontra rolando o blog para baixo. A propósito, no momento em que as fotos feitas pela GCM para responder a denúncia foram feitas não havia morador de rua
Ah….claro………está em reforma há mais de 02 anos………..sei…………vão reformar aquela base até quando???
Reforminha demorada………….a obra avançaria bastante se houvesse funcionários trabalhando lá!!!!
É uma vergonha o que vem acontecendo com a guarda civil,tiraram a base da republica ,tiraram o guarda de la melhor dizendo,gastaram um dinheirão na reforma e agora o local onde antes servia de base ,serve de banheiro,e dormitorio de moradores de rua,e viciados.eu pergunto como pode ser uma barbaridade destas?reformar,gastar,e deixar abandonado,dizer que existe rondas,não justifica o local estar abandonado.pura politicagem,parece ate que existe uma politica pra tirar a guarda da rua.
Ate quando vão continuar podando o guarda civil de prestar um bom serviço a comunidade,as bases que antes serviam,e estavam recebendo ate computadores para melhorar a comunicação e o serviço a comunidade,com melhores informações,foram abandonadas,o que vejo é um trailer da PM,na rua ao lado da antiga base da GCM republica,e la dentro da antiga base sujeira e imundice,sem contar que o local que foi reformado com dinheiro do povo,esta se deteriorando.Que politica é esta de tirar a segurança do local,afinal as praças da cidade tem que ficar abandonadas,ou ocupadas por vagabundos e ladrões enquanto os guardas ficam a pé,e pms num trailer?E AINDA QUEREM FAZER PROPAGANDA DE QUE CIDADE MELHOROU.