
A fumaça resulta do trabalho de uma das fábricas que integram o Pólo Petroquímico de Mauá, cidade que vem enfrentando problemas ambientais sem que alguma autoridade ofereça aos moradores resposta concreta. Há alguns anos, as casas da região ficam cobertas por fuligem preta que a Cetesb é incapaz de descobrir a causa, conforme reportagem feita no ano passado pelo CBN SP.
A imagem é do ouvinte-internauta Nilton que pergunta: Dá para duvidar da origem do pó preto ?
NÃO EXISTEM NÍVEIS SEGUROS DE CONCENTRAÇÃO DE POLUENTES PARA A SAÚDE HUMANA (OMS). POR MENOR QUE SEJA, TODA POLUIÇÃO ATMOSFÉRICA PODE REPRESENTAR RISCOS À SAÚDE.
A respeito de seu comentário sobre a poluição em Maúa informo que resido na região da divisa dos municipios São Paulo/Maúa, a poluição pela fumaça preta é constante basta haver uma mudança de vento e, temos que fechar as janelas e portas para evitar a invasão pelo incômodo visitante.
Providências a serem tomadas e quem deverá toma-las do lado do poder público e, se há interesse em toma-las é uma pergunta interessante que as autoridades deveriam responder, afinal a região metropolitana tem um histórico sobre estes assuntos que não se pode esquecer.
Atenciosamente
Figueiredo
O flare (ou tocha) é um equipamento de segurança utilizado em unidades petroquímicas e refinarias de petróleo, cuja finalidade é receber e queimar gases provenientes do processo produtivo em casos de falhas operacionais ou emergências, incluindo falhas no suprimento de energia elétrica, evitando com esta queima o lançamento de gases inflamáveis na atmosfera.
Situações como a mostrada na foto são atípicas e são de curta duração, encerrando-se assim que restabelecida a normalidade no processo produtivo.
As empresas do Pólo Petroquímico do Grande ABC, através de sua Associação, APOLO, reiteram sua preocupação e esforços, no sentido de identificar a efetiva origem da fuligem preta que vem causando incomodos à região, que têm ocorrido de forma descontinua, mesmo nos longos períodos em que as indústrias do Pólo Petroquímico operam em absoluta normalidade.
Olá!
Meses atrás comecei a sofrer de fortes dores de cabeça e não sabia a causa. Tomava remédio e no dia seguinte, ela voltava… Até que fui à neuro. Ela pegou minha ficha e viu que eu morava em Mauá, então perguntou: – Você mora perto do pólo petroquímico?
Respondi que sim, e ela respondeu: – Então é isso! As pessoas que moram naquela região, normalmente sofrem com dores de cabeça.
Bom saber…