Escola se adapta a sono de adolescente

A dificuldade para acordar muito cedo, o baixo rendimento dos alunos e a experiência como mãe e professora, levaram a diretora Rosângela Moura a inverter a grade de horário da Escola Estadual Francisco Brasiliense Fusco, na zona sul de São Paulo. Os adolescentesm da 5ª a 8ª séries passaram a estudar no período da tarde, enquanto as crianças da 1ª a 4ª séries vão a escola pela manhã.

Depois de convencer coordenadores de ensino, professores e pais, a diretora avalia que o resultado tem sido positivo. E você debate o assunto aqui no blog após ouvir a entrevista com Rosângela Moura que foi ao ar, no CBN São Paulo:

4 comentários sobre “Escola se adapta a sono de adolescente

  1. Milton,
    Até acredito que o rendimento da maioria melhore, mas está se deixando de lado o principal, disciplinar.
    Se na faixa dos 11~15 anos é necessário mais horas de sono, tem que se educar a se recolher mais cedo.
    Paulo T. Watanabe

  2. Mílton, concordo plenamente, c/ a diretora Rosângela Moura sobre a mudança das aulas do Ensino Médio p/ o período da tarde. De fato, o(a) adolescente tem o relógio biológico diferente da criança. Ele(a) adora ficar na internet nos chats juvenis. Haja paciência! Pobre pais e professores, pois, a ladainha na manhã seguinte é sempre a mesma! “Menino(a) porque você não foi dormir mais cedo?” E, adianta?! C/ professora passei por isso. De manhã trabalho c/ crianças que eu adoro! E a tarde adoro o desafio de trabalhar c/ os adolescentes. Eles querem saber porque estou sempre feliz e sorridente. É que eu aprendo e me reciclo com a gurizada de todas as idades… Por outro lado, o Paulo Watanabe está correto de impor a disciplina e tão necessária no mundo pós-moderno. Porém, o(a) professor(a) é o(a) mediador(a) e quando todas as estratégias são postas p/ o melhor rendimento e qualidade de vida do educando e professor. A Rosângela está de parabéns em achar o melhor consenso. É tudo verdade… Abraços. Neide.

  3. Neide,
    Fico feliz que você concorda comigo, embora parcialmente.
    Não sou educador, mas sou pai de 3 filhas. Fui acusado de “ditador”, “tirano”,…, mas tôdas estão encaminhadas, hoje sou “paitrocinador” de apenas uma das filhas que ainda é estudante numa das faculdades mais concorrida da América Latina.
    Embora criticado na época, hoje, elas reconhecem que a “rédea curta” valeu a pena.
    Acredito que os meus netos terão que aprender que sempre terão que seguir muitas regras.

    Paulo T.Watanabe

  4. Olá! Paulo,
    Aproveitando o espaço que é pertinente
    à reflexão educacional. Eu concordo com a disciplina e todo bom pai deve sim impor limites. E você é um ótimo pai educador e fez a diferença na vida de suas filhas. Com certeza os seus netos terão como herança uma excelente educação. Infelizmente, nem toda criança e jovem teve ou tem um pai como você, entretanto, a escola tem que dar conta e encontrar uma solução. Foi o caso da diretora escolar profa. Rosângela Moura.
    Neide

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