Queda em assassinatos sob suspeita em São Paulo

A ação eficiente do serviço de segurança pública de São Paulo está em xeque, desde a reportagem do jornal Folha de São Paulo, nesse fim de semana, na qual é informado que 17% dos corpos que passam pelo IML saem de lá com registro de morte por causa desconhecida. Portanto, se o motivo foi assassinato estes casos não entram nas estatísticas oficiais.

O “Mais São Paulo” apresentado pelo jornalista Gilberto Dimenstein, no CBN São Paulo, entrou no assunto nesta quinta-feira e fez o ouvinte-internauta Alex Weiss lembrar de reportagem publicada no ano passado pelo mesmo jornal na qual se denunciava a distorção nos números referentes a assaltos a bancos.

O texto de abertura da Folha na época dizia:

“Nos últimos três anos, o governo de São Paulo divulgou estatísticas criminais erradas. Somente em crimes patrimoniais como seqüestro, roubo a banco, de veículos e de carga, mais de 16 mil ocorrências ficaram de fora dos dados oficiais”.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo ainda não foi capaz de esclarecer se a incapacidade em identificar 17% das pessoas que morreram de maneira violenta no Estado é do IML ou da Polícia Civil. Existe ainda uma terceira possibilidade, mas esta ninguém vai querer assumir: fraude.

Um comentário sobre “Queda em assassinatos sob suspeita em São Paulo

  1. Acho que Gilberto se preciptou ao dar a noticia. Deveria primeiro ter checado bem as informações antes de dá-las. Mas isso pode acontecer a qualquer um não é??

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