Escola de lata é “herança maldita” de Alckmin

“Herança maldita” foi expressão cunhada por políticos para justificar problemas que herdavam dos antecessores ao assumir a administração pública. Termo que só vale se a turma que deixou o governo for do outro lado. Quando o sucessor é do mesmo partido, como se chama esta herança ?

O presidente da Fundação Estadual Para o Desenvolvimento da Educação, Fábio Bonini, preferiu não batizá-la para não criar ainda mais atrito entre a gestão Serra e Alckmin. Mas não deixou de comparar o trabalho da atual administração no intuito de acabar com as escolas de lata, aquelas em que os alunos são obrigados a estudar embaixo do zinco porque o prédio de alvenaria ainda não está pronto. São 36 salas de aula nestas condições em todo o Estado e seis salas na capital em duas escolas.

Ao falar para o CBN São Paulo, Bonini ressaltou que o governo anterior (leia-se, Alckmin) entregou cerca de 212 escolas e 1.239 salas de aula de lata. A promessa é que até o fim do ano nenhum aluno mais estudará nestas condições:

2 comentários sobre “Escola de lata é “herança maldita” de Alckmin

  1. Caro Jornalista Mílton Jung,

    Uma escola de lata até que poderia ser uma boa solução… Se tivesse ar condicionado, computador e isolamento acústico!
    Aliás, assim seria uma escola de primeiro mundo!

    Mas, do jeito que elas são hoje… parecem mais com prisões-castigo em que o calor queima de dia e congela à noite.

    Um Abraço!

Deixar mensagem para Roberto Mamuda Cancelar resposta