Carros “beberrões” vão ser punidos, em Londres

Foi o atento colega Paulo Rodolfo – aquele que escreve livro ao lado do Heródoto Barbeiro – quem teve atenção chamada para mais esta medida do prefeito Ken Livingstone, de Londres, com objetivo de reduzir o nível de poluição na cidade. Será que algum candidato à prefeitura de São Paulo se compromete a tomar medida semelhante ?

Leia a notícia distribuída pela agência Reuters:

LONDRES – Os proprietários de carros que consomem muita gasolina pagarão a partir de outubro 25 libras (49 dólares) por dia para dirigi-los pela região central de Londres, afirmou na terça-feira o prefeito da cidade, Ken Livingstone.

A decisão, adotada após um ano de consultas públicas, integra um pacote que Livingstone está adotando a fim de reduzir as emissões de gás carbônico em Londres, em 60 por cento, até 2025.

“Acredito que essa iniciativa inovadora terá impacto no mundo todo, e outras cidades seguirão nosso exemplo ao persistirem em seus esforços para impedir que se instalem mudanças climáticas catastróficas”, afirmou, em uma entrevista coletiva.

Livingstone, que fez do meio ambiente um dos temas centrais de seu mandato, depara-se com uma dura batalha para tentar reeleger-se, em maio. Nessa campanha, a questão conservacionista deve ocupar um espaço importante.

Londres gera cerca de 7 por cento das emissões de gás carbônico da Grã-Bretanha e ocupa a dianteira em um grupo de 40 cidades grandes do mundo todo que debatem formas de enfrentar as mudanças climáticas.

O plano da cidade é muito mais ambicioso do que o projeto de lei discutido atualmente pelo Parlamento britânico e que prevê diminuir as emissões nacionais do gás carbônico, o principal dos gases do efeito estufa, em 60 por cento até 2050

2 comentários sobre “Carros “beberrões” vão ser punidos, em Londres

  1. Milton,
    Acho que foi na edição da semana passada da Veja. Os “nórdicos” e outros europeus estão invadindo as praias do Rio Grande do Norte.
    Os BRASILIANOS estão se adequando aos novos patrões, ou seja, ambulante de churrasquinho, embala individualmente, leva cesto de lixo, usa gorro, enfim, “padrão europeu”. E, está faturando.
    Já os churrasqueiro BRASILEIROS de “filé-miau” que não conseguem clientes estão achando os “brancões” um bando de “exploradores”.
    Não adianta mostrar os exemplos de outros países, êles, graças a Deus, não tem BRASILEIROS.
    Resumindo, enquanto os “brasileiros” nas urnas tiverem o mesmo direito dos “brasilianos”, o Brasil vai continuar sendo um “milagre”.
    Paulo T Watanabe

  2. Acredito que se a medida de cobrança fosse tomada em São Paulo, a curto prazo, só serviria para aumentar a arrecadação de nossa prefeitura.
    Duvido que a maioria dos Paulistanos fosse entender a medida. É mais uma questão de educação.
    Não acho que é insolúvel, mas de longo prazo.

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