8 comentários sobre “Canto da Cátia: A queda da turbina

  1. Se a gente parar e obsevar, diariamente na cidade tem acidente envolvendo caminhão, será que existe um levantamento sobre este tipo de acidente e a causa.

  2. A Cátia tem mania de usar o termo “destombar”…já é a segunda reportagem que a ouço dizer isso. Esse termo não existe. Em português, língua rica, termos adequados não faltam. Pode usar erguer, içar, levantar, etc…
    “Destombar”…eca. Será que quando ela cai depois ela “descai”?

  3. Achei o registro muito oportuno, e a foto muito bem feita.

    Aproveito para acrescentar que aqui no ES este acidente é muito comum, e acho que isso sugere que a fiscalização é falha no Brasil.

    Parabéns pela ótima foto e trabalho.

  4. Registros como o desta foto, deveriam ser mais constantes e freqüentemente divulgados, pois ainda acho que se não fossem os caminhões “dentro” de São Paulo, o trânsito melhoraria muito, seria “menos pior”. Se não me falhe a memória, há um tempo atrás, houve uma prefeito que estipulou horário para a circulação de caminhões na cidade e de carga/descarga. Acredito que tal medida pode não resolver totalmente o problema do trânsito, assim como o rodízio de placas, mas pode ajudar a melhorar.

    Cátia, parabéns pela versatilidade e competência!

  5. Milton,
    No Brasil não há normas técnicas e procedimentos de como amarrar a carga ao veículo de transporte. Todos sabem que existem forças atuantes nas curvas e freadas mas não conhecem as grandezas. O que se vê, são transportadoras transitando com caminhões aos pedaços, materiais de amarração em péssimo estado e sem qualquer tipo de certificação e acidentes todos os dias. Estes acidentes de perda da carga engrossam o gasto público de R$ 30 bilhões anuais com acidentes nas rodovias. Estamos trabalhando em uma norma brasileira sobre o tema amarração de cargas e materiais certificados para isso. Realmente não há fiscalização e os órgãos que teriam esta responsabilidade não sabem nem o que cobrar e verificar na amarração realizada pelo motorista.
    É tudo na base da “experiência” e da suposição que nada vai acontecer.
    Caso tenha interesse em fazer uma matéria à este respeito, estamos às ordens. Em breve, teremos um portal sobre o tema, inédito no Brasil.
    Grato e abraço à todos.

  6. Milton,
    No Brasil não há normas técnicas e procedimentos de como amarrar a carga ao veículo de transporte. Todos sabem que existem forças atuantes nas curvas e freadas mas não conhecem as grandezas. O que se vê, são transportadoras transitando com caminhões aos pedaços, materiais de amarração em péssimo estado e sem qualquer tipo de certificação e acidentes todos os dias. Estes acidentes de perda da carga engrossam o gasto público de R$ 30 bilhões anuais com acidentes nas rodovias. Estamos trabalhando em uma norma brasileira sobre o tema amarração de cargas e materiais certificados para isso. Realmente não há fiscalização e os órgãos que teriam esta responsabilidade não sabem nem o que cobrar e verificar na amarração realizada pelo motorista.
    É tudo na base da “experiência” e da suposição que nada vai acontecer.
    Caso tenha interesse em fazer uma matéria à este respeito, estamos às ordens. Em breve, teremos um portal sobre o tema, inédito no Brasil.
    Grato e abraço à todos.

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