Telecentro: “Pixação” em lugar de pixels

Apesar da promessa de que este telecentro, em Itaquera, estaria à disposição do público, em breve, o cenário registrado pelo ouvinte-internauta Daniel Tomazeli Aveiro
no dia 21 de fevereiro, quinta-feira, mostra que nada mudou em relação ao que havia há três meses por lá.

Justiça seja feita, houve mudanças, sim, na quantidade de pichação que aparece na parede.

A primeira reclamação foi feita dia 21 de novembro do ano passado pelo ouvinte-internauta Robson Leandro da Silva, e o secretário municipal de Participação Social, Ricardo Montoro, disse que o local estava fechado desde o roubo de equipamentos e a ONG responsável pelo telecentro ter desistido do convênio com a prefeitura. O novo acordo estava na reta final e a comunidade retomaria o espaço.

Daniel Tomazeli Aveiro, autor da imagem acima, diz que aguarda resposta do secretário Ricardo Montoro para quem enviou mensagem com a reclamação.


Agora o outro lado
(postado no dia 26/02)

“Quanto ao comentário do jornalista Milton Jung, no dia 25, temos a esclarecer o seguinte:
O Telecentro instalado na rua João Batista Conti foi assumido pelo Clube de Mães Raio de Luar, com sede em Itaquera. O convênio de parceria foi assinado no mês de dezembro. Nesta semana, a entidade irá receber um repasse financeiro de R$ 15 mil para que sejam realizadas pequenas reformas no prédio. A entidade, após o recebimento da verba, terá 45 dias para fazer os reparos que se fizerem necessários. Tão logo as obras sejam concluídas, o Telecentro será montado. A estimativa é de que no máximo em 60 dias, o Telecentro esteja funcionando, ampliando a rede de atendimento no local.

Secretaria de Participação e Parceria”

3 comentários sobre “Telecentro: “Pixação” em lugar de pixels

  1. Eu me recordo das primeira reclamação inclusive registrei meu comentário indignado com o abandono, e quem perde somos nós “pagadores de impostos”,lembro da promessa que a comunidade retomaria o espaço.Mas para minha decepção continua do mesmo jeito ou pior.Neste local poderia também ser uma biblioteca, livros que segundo manchetes dos últimos dias estavam sendo vendidos em ferro-velho poderia ser doados e estar aí,neste local desenvolver oficinas como aulas de informática, português, literatura,fotografia, teatro, cultura brasileira, entre outras atividades.
    Eu também aguardo uma resposta do secretário, sou morador da região leste.
    Marcos Paulo Dias.

  2. Alem da inutilidade do imóvel, repare na obra prima dos “grafiteiros” para não dizer coisa pior. Como um ser humano pode sentir prazer em executar tamanha sujeira?
    Abraços. Francisco.

  3. Ah! Eles prometeram e não cumpriram? Vão lá e cobrem mesmo, apoiado!!!

    Mas, cá entre nós, talvez eles estejam esperando os pixadores prometerem que não farão mais pixações; agora não sei quem é que consegue ser mais cara-de-pau…fica a reflexão!

    Abs,
    _

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