A arte na sujeira


O prédio do Copan, em São Paulo, e o do MAC, no Rio, desenhados no pó da cidade

Dá sujeira que respiramos, o artista Caetano de Almeida encontrou inspiração para seu trabalho. Com atelier na esquina da Amaral Gurgel com a General Jardim, centro de São Paulo, ele expõe suas telas brancas que ficam “repousando a espera das partículas inaláveis que pousam sobre o tecido e criam várias tonalidades de cinza.

As imagens foram enviadas ao CBN SP pelo próprio artista, após acompanhar série de entrevistas sobre poluição que você encontra neste blog.

Um comentário sobre “A arte na sujeira

  1. Gostei do trabalho.
    A imagem provoca minha imaginação em pensar o quanto perdemos nestas imagens.
    Parece que elas são vagas lembranças que estão se perdendo. A poluição parece provocar isto.

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