São Paulo, a cidade que não cabe em si

O terreno vazio destacado em vermelho, em breve, será ocupado por dois grandes prédios que se somarão as demais unidades construídas neste quarteirão, entre a avenida Santo Amaro e as ruas Santa Justina, Doutor Ivo Define Frasca e Arminda, na Vila Olímpia. De acordo com o ouvinte-internauta Armando Ítalo, que colabora com freqüência com o CBN SP, ali próximo tem dois supermercados, dois prédios comerciais com 14 andares, faculdade, loja de material de construção e ferramentas, entre outros imóveis. Ele calcula que com as duas obras concluídas cerca de 1 mil pessoas a mais circularão pelo local entupindo ainda mais o trânsito. A pergunta é: “Onde vai caber tanta gente ?”

3 comentários sobre “São Paulo, a cidade que não cabe em si

  1. Vale lembrar que as ruas da V. Olímpia são particularmente estreitas tanto em pista de rolamento como em calçadas para pedestres, cheias de postes e sempre em obras, com estacionamento de veículos dos dois lados.
    Fica fácil, né? (atenção prefeitura, isso é uma ironia!)

  2. Rafael,

    fazer alguma coisa dá trabalho e custa votos e apoio às campanhas. Vc acha que alguém vai dizer para a GAFISA, ou a Gautama, “você não pode construir aqui”?

    É isso aí, em vez de consertar o transporte público vamos manter nossa estratégia genial de dar crédito para a compra de veículos. É o governo federal parecendo bonito e sacrificando os governantes locais para este fim.

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