A cidade de Itanhaém, no litoral paulista, recolhe até 60 toneladas de resíduos por dia, mas não realiza coleta seletiva. O município foi um dos que tiveram o lixão interditado pelo Governo do Estado, na abertura da Semana do Meio Ambiente.
O diretor do departamento de Meio Ambiente de Itanhaém, João Paulo de Barros, diz que ficou surpreso com a decisão do governo estadual:
OLha sobre o lixão pelo que eu entendo deveria existir uma incinerador para a queima do lixo tá certo? não entendo porque não existe política para isso.
Gente, essa adequação que o sr. diretos João Paulo citou vem se arrastando a anos, contaminando solo, águas, ar, inclusive pessoas que convivem com essa sujeira, mas como esse diretor nem sequer é de Itanhaém, ele só quer mesmo é manter o cargo politizando e fazendo tipo de competente!
Quanto ao que o colega acima postou sobre incinerar o lixo, é extremamente caro e deve haver medidas para não poluir o ar, além disso lixo pode ser transformado em $, seja através de créditos de carbono (que a Prefeitura não aceitou), aproveitamento de biomassa e gás p/ gerar energia, além da reciclagem que não passa de um projeto pontual e sem grandes proporções resultantes para mitigar esse problema