A sugestão é do ciclista André Pasqualini que ainda não se convenceu como uma construção que custou mais de R$ 260 milhões não pode ser usada por pedestres e bicicletas. Ele lembra que o decreto 34.854/95 não é cumprido pela prefeitura, pois conforme o texto tanto avenidas como novas pontes e viadutos teriam de prever o tráfego para ciclistas.
No blog Ciclobr, ele mostra como seriam feitas as passarelas permitindo a circulação sem que houvesse prejuízo para os carros nem riscos às pessoas. Publiquei como ficaria a passarela na praça José Anthero Guedes logo abaixo da ponte estaiada entre a Berrini e a Nações Unidas. Lá no blog dele tem as outras sugestões.
A situação das pontes em São Paulo é crônica. De todas as pontes de São Paulo, apenas na do Morumbi, tanto o ciclista como o pedestre podem realizar a travessia com segurança. Nas demais, é uma aventura para todos nós, opina Pasqualini na esperança de receber uma só resposta da prefeitura de São Paulo. As sugestões foram enviadas à administração municipal.

Isso é história quantas pessoas iriam utilizar essa passarela e isto custa caro! Bicicleta é só para percursos pequenos, o resto é ilusão!