Os jornais de bairro são alvo preferido daqueles que pretendem se lançar candidato a vereador na próxima eleição. Muitos, aliás, surgem apenas em ano eleitoral com o objetivo de faturar uma grana cobrando por reportagens e citações. Por isso, mesmo os veículos mais sérios devem estar atentos.
Um cidadão batizado Alexandre Mariano Gentil foi multado em R$ 21.282,00 por propaganda antecipada, pelo Tribunal Regional Eleitoral. Ele teria feito propaganda eleitoral em entrevista concedida ao jornal Gente Nossa, que circula na região Norte da cidade.
Segundo a juíza, ao fim da entrevista, o pré-candidato faz verdadeira campanha eleitoral ao dizer que tem raízes naquela região e que “não se pode votar em pessoas que só vêm buscar o voto e nunca mais aparecem”.
Para os esquecidos: a propaganda eleitoral somente é permitida a partir de 6 de julho.
O que dizer do vereador Adilson Amadeu, que utiliza a estrutura de sua empresa, a Sodesp, para divulgar uma cartilha de trânsito com o nome do vereador?
Verdade.
Jornal de bairro sempre vira, nessa época, plataforma política do “mano” do dono do jornal.
É um festival de cafonalha com entrega de prêmios, comandas, festinhas sociais (os famosos “rega bofe”) e muitas fotos com homens sorridentes, todos perfilados e fazendo pose.
Mas eu acho que não tem problema, não.
Ninguém lê jornal de bairro mesmo…
Quando eu recebo o exemplar do jornal aqui do meu bairro, eu fico feliz porque poderei forrar a gaiola de meu passarinho.
Porque esses jornalecos só servem para isso mesmo…
E olhe lá!
Se a campanha ainda não começou como pode o Paulo maluf já saiu candidato no rádio e já com suas promessas de grandes obras (ele deve estar com o caixa baixo após tantos processos) de construção o TRE não vê isso?.
Riso