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O livro-palanque com a trajetória política de Paulo Maluf, lançado semana passada, não foi a primeira tentativa de se escrever a biografia do atual deputado federal. Ainda antes de se eleger para a Câmara dos Deputados, Maluf se submeteu a uma série de entrevistas feitas por famoso jornalista paulistano. Ao aceitar o convite, Maluf assumiu o compromisso de permitir a publicação de todas as declarações que estavam sendo gravadas. O caldo entornou quando o jornalista falou sobre a relação dele com o Regime Militar: O senhor sabia que os militares torturavam e matavam os presos políticos ?. Um sonoro e impublicável palavrão foi disparado pelo parlamentar na época não-deputado. Em seguida, levantou-se e saiu da sala. Ao retornar foi informado que a reação agressiva seria publicada. Desistiu do projeto.
Bom dia.
Esse Senhor é um dos símbolos da impunidade que há no país.
Apesar desta época eu ter 9 ou 10 anos de idade lembro direitinho do que se passava, inclusive meu pai muito politizado comentava sobre os fatos ocorridos, como a repressão,censura, indicações do Governo Militar para cargos públicos , a ação da polícia ..
Afinal será que as pessoas também tem boa memória deste período .Lembra dos fuscas? Poços de petróleo ?
Milton,
cada vez que re-vejo ELE de volta à cena política, fico totalmente desanimada.
Símbolo da impunidade, faz com que eu precise gritar: Parem de me chamar de burra! Eu sou cidadã!
Nessas horas, a gente se dá conta do que é o Brasil, ainda……
abs tristes
Estava a pensar em voz alta: lançar livro para lavar dinheiro é novidade.
Concetta Rompicoglioni, a caneta-falante.
Não eram só militares e seus agentes que torturavam não. Quem não se lembra de uma tarde chuvosa e fria de inverno, lá pelos idos de 1980, em plena praça da freguesia do ó, em que esse indigitado e incircunciso amigo do alheio, mandou seus cães bípedes a paisana atacarem os manifestantes com as patas superiores fornidas com socos Ingleses, e com as patas de baixo com botas de amianto. É por isso que a rota 66, o choque 111, o falecido bira, o capitáo conte “kostner”lopes, o afanásio (…) jazadji, o candidato a deputado federal dos anos 70 pela arena o Heródoto Barbiero AMAM ESSE LADRÃO! qUANTO AO JORNALISTA NÃO SERIA O gILBERTO dIMENSTEIN o amigo da prefeita Kassab?
hehehehehehe… Uma biografia só com os melhores momentos… Assim qualquer um vai para o céu!
Quando vejo a figura desse cidadão, fico indignada
não é possivel…..seu espaço não é na midia,é na
CADEIA!!!! Faz parte da impunidade,SIM!