Custo x Benefício: O caso das canetas

O diálogo do Carlos Magno Gibrail com os ouvintes-internautas é bastante interessante e sempre gera desdobramentos do texto que ele escreve nas quartas-feiras, aqui no blog. Tomo a liberdade de destacar, hoje, o bate-papo sobre o procedimento adotado pelos bancos brasileiros.

Começo com o comentário do ouvinte-internauta Armando Ítalo:

“Um grande banco aboliu o uso das portas giratórias. Com esta iniciativa, os clientes ficaram mais satisfeitos”

Agora, a fala do Gibrail:

“Prezado Armando, a SIAMAR, empresa que distribui vídeos de treinamento, tem um “case” de um banco regional nos Estados Unidos que obteve grande sucesso adotando pequenas simpatias aos clientes, tais como abolir as canetas com fios de segurança . Se os clientes quiserem levar, que o façam, mesmo porque são canetas de brinde, com a marca do banco. Aqui, os bancos disponibilizam canetas presas com correntes. Que tal oferecer canetas como material promocional, com grande logotipo do banco? É a marca do banco entrando nas empresas e nas casas dos freqüentadores do Banco. Mais Benefício que Custo, certo?”

2 comentários sobre “Custo x Benefício: O caso das canetas

  1. É bem provável que nunca tenha passado pelas mentes criativas das agências responsáveis pelas contas de nossos bancos idéia adotada,com sucesso,pelo banco dos Estados Unidos citado aí no blog. Talvez não lhes interesse porque colocá-la em prática teria custo muito pequeno de produção…

  2. OLÁ pablo
    Uma observação somente, pois esqueci de mencionar no meu post que o referido banco é Brasileiro.
    Só que para tal banco manter as suas agencias sem as portas giratórias, tiveram que proojetar e implantar um avançado sistema eletronico de segurança e vigilância.
    Pena que outros grandes bancos pensam e agem totalmente diferente, fazendo-nos em muitas situações de idiotas com o “excesso de cuidados” quando somos barrados pelas inuteis portas giratorias.
    Vale lembrar que estes bancos que ainda insistem em manter as tais portas giatórias, são os que mais sõ assaltados, vulneráveis.
    PS>não trabalho em banco.
    Abraços
    Armando Italo
    Abraços
    Armando Italo

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