Avalanche Tricolor: Que aguaceiro !


Imagem reproduzida da tela da TV com Anderson na festa

Grêmio 1 x 1 Palmeiras

Brasileiro – Olímpico

Depois do furacão no meio de semana, um aguaceiro no meio do caminho. A chuva encharcou as esperanças daqueles que pretendiam usufruir do espaço democrático desta coluna para falar de futebol. Principalmente daqueles que não se continham e passaram o fim de semana certos de que voltariam para São Paulo com uma vitória. Houve quem comemorasse o resultado no almoço de sábado. Vão amargurar mais uma rodada fora do G4. Lamento por eles (mas sejam bem-vindos, o espaço reservado para “comentários” está aberto)

A este torcedor solitário que do sofá de casa vibra com a elegância dos chutões de Rever, Pereira e Thiego; que reconhece o esforço de Tcheco e Felipe Mattioni (guardem este nome) em dominar a bola que insiste em ficar abraçada na poça d’água; que sempre gostou de Anderson Pico e seu jeito despretensioso de revelar a raça que tem; o placar nem sempre é o que importa, mesmo quando nos é favorável.

Gosto de ver esta gente lutando pelo orgulho de vestir a camisa tricolor como se fossem aqueles torcedores que se reúnem atrás de um dos gols do estádio Olímpico, cantam sem parar e descem pelas escadarias em avalanche para comemorar. Torcedores que um atacante careca do time adversário imaginou que conseguiria calar em um gesto punido pelo árbitro.

Pobre dos que morrerão sem reconhecer o orgulho de ser gremista. Faça chuva, faça sol, faça um furacão.

Tempo extra 1: E fico por aqui porque tenho de dar uma secadinha no Flamengo para ver se a gente segura a liderança.

Tempo extra 2: O Grêmio segue líder, tem maior número de vitórias, ataque mais positivo, defesa menos vazada, melhor saldo de gols, e está a 13 rodadas no G4. E tem um Signore Ropicoglioni que decidiu revirar o baú da memória para encontrar motivo para sorrir, mesmo que seu time seja apenas o sexto colocado. Pobre desses que vivem do passado.

10 comentários sobre “Avalanche Tricolor: Que aguaceiro !

  1. JA VI MILAGRES ACONTECEREM COM ESTE GRÊMIO QUE MEUS NETOS VAO ACHAR Q SOU MENTIROSO … RECOMENDO A TODOS AMANTES DO FUTEBOL ASSISTIREM A BATALHA DOS AFLITOS … Parmera continuem tentando para aqueles q comemoraram antes !!!! salve o tricolor

  2. Palmeiras 30 x 14 Grêmio. Confira no blog do Maierovitch a omissão do Mílton Jung e o motivo de tanto contentamento com o empate, numa piscina e diante de um adversário que joga na base do toque-de-bola, como uma Academia.
    Concetta Rompicoglioni.

  3. Milton, no encharcado Olímpico quem se deu bem com esse empate foi o seu Grêmio…espero que não tenham tido aulas de “volei” com o Flacavaloparaguaio…que “golzinho mandraque” esse do pico hein!!! Mais td bem quarta-feira que venha o Flacavaloparaguaio…SAUDAÇÕES ALVI-VERDES!!!!
    Abraços,

  4. Jogo bom!!! A chuva atrapalhou.

    Mas que coisa os demais resultados!! Ajudou ao Grêmio.

    Resultado injusto ao final, mas faltou definição ao Grêmio. O ataque economizou depois do Figueirense, acredito.

  5. Resultado democrático, não lhe deixa mal com nenhum dos lados do seu coração, está certo que um pouco envergonhado .. pois afinal era jogo de futebol e não de volei.
    abraço

  6. Na verdade não tenho nenhum comentário à fazer porque não sou gremista muito menos porco!
    Gostaria que lança-se a campanha ” Ajude o Heródoto à falar “FICHA SUJA”. Como sou fã dele, gostaria de ajudá-lo à pronunciar corretamente e não FICHASHUJA com de costume!
    Abraço

  7. Bom Dia Milton, ufa, ontem debaixo do verdadeiro toró, não poderíamos esperar nada mais do que o empate. Porém cabe ressaltar que uma zaga composta por Gladistone e cia, levando 2 a 3 gols por partida, deve deixar nós Palmeirenses preocupados, pois São Marcos não tem mais cabelos para arrancar. Caso a zaga mude nos aguardem na disputa pelo título. Nosso ataque é o n° 1 da competição.
    Abraços
    Ubiratã

  8. Esse time limitadíssimo do Grêmio acabará se revelando um autêntico “cavalo paraguaio” e deverá até o final do campeonato estar disputando as últimas colocações, rezando para não cair, aliás como aonteceu com a Ponte Preta no ano passado.

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