Grêmio 2 x 1 Penarol
Libertadores – Olímpico (28/07/1983)
Acabo de assistir à SporTV que fez interessantíssimo programa em homenagem aos 25 anos da conquista da primeira Libertadores pelo Grêmio. Entre os gremistas de bom costado que tiveram voz, a irreverente presença de Eduardo “Peninha” Bueno. Detalhes jamais ouvidos foram contados no estúdio – mesmo porque a maioria só ocorreu na mente do criativo escritor gremista.
A data será comemorada logo mais no estádio Olímpico com a presença de muitos dos craques que fizeram parte daquela conquista: Mazzaropi, Baideck, De Leon, China, Cesar, Renato Gaúhco entre outros. A liderança do Campeonato Brasileiro neste momento dá ainda mais entusiasmo aos gremistas.
Longe de lá, mas com o coração feliz, faço minha homenagem com a reprodução dos gols da vitória gremista. Um detalhe que os torna ainda mais especial – pelo menos para mim: a narração que você vai ouvir (ou já ouviu) é de Milton Ferretti Jung, que me ensinou, entre outras tantas coisas, o caminho da vitória no futebol, o caminho do Grêmio
É, que saudades desse time!
Ao final Hugo de Leon levantando a taça sangrando. Boa lembrança.
Rafael,
Peninha conta uma hilária história sobre o sangue na cabeça do De Leon. Diz que defendeu uma bola no minuto final jogando-se de cabeça na chuteira do adversário. Lenda, e das boas para contar aos netos.
Realmente De Leon tinha muita raça. Saudades de jogador assim!
Mas, desculpa, quem era “Peninha”?
Peninha é o escritor Eduardo Bueno, gresmista de quatro costado, gente boa e louca. Vale a pena conhecê-lo.
Peninha é maluco. Completamente. E o narrador dos gols prova que Darwin errou.