Um pequeno avião derrapou no momento da decolagem no Aeroporto de Congonha e foi parar no muro que separa a pista da movimentada Avenida Washington Luis. O bimotor era da companhia Ultrafarma Saúde e tinha abordo o piloto, o co-piloto e um passageiro. Apesar do susto, os transtornos se resumiram a atrasos em alguns vôos e ao congestionamento provocado pelos motoristas curiosos que passavam pelo local. Não é sempre que a gente vê um avião posando (sem u) na beira da pista.
Esta imagem que você vê acima foi enviada pela ouvinte-internauta Paula Calloni. Clique na foto e visite o álbum do Blog do Milton Jung no Flickr.

Acho que os motoristas ja estão ficando é acostumados.
Bem que a CET poderia colocar uma placa na avenida dizendo para abaixar a cabeça ao cruzar esse trecho! rssss
O que acham da idéia?
Não, gente, vcs não estão entendendo a msg subliminar: os pilotos estão propondo uma carona para nós motoristas e levando os aviões pras pistas. Pq com o trânsito de SP, só de avião chegaremos aos nossos destinos!
“posando (sem u) na beira da pista”
parabéns por mais essa!
ml
Mais uma aberração e como sempre penalizando Congonhas
Quando projetaram e idealizaram a avenida 23 de maio não viram que teraim como vizinho a esta importante avenida um aerodromo ao alado?
Será que não haveria outras alternativas antes de construirem esta avenida todos sabendo da existencia do aeroporto como vizinho?
A 23 de maio quando foi concluida por volta da decada de 60 Congonhas ja tinha intenso tráfego.
É o que digo sempre
Vamos fazer e depois veremos como fazer para resolver os pepinos futuros e presentes.
Isso é São Paulo.
Vamos a novas avenidas, grandes obras e depois “nóis resoRve”
Esses tipos de ações dá voto.
Jamais deveriam ter permitido o adensamento em volta de Congonhas como esta agora acontendo em Guarulhos mais conhecido na aviação como SBGR.
Quanto ao acidente com o King Air C90 ai deve ter acontecido um embandeiramento no motor(quais as razões) e o negocio foi abortar a decolagem, mas infelizmente deu errado para os pobres comandantes da aeronave.
Mas definitivamente São Paulo vive um caos.
Nossos governantes não sabem gerir a máquina administrativa e não fazem os investimentos onde devem ser feitos.
E ficamos assim tendo que conviver com a teoria do risco. A qualquer momento tudo explode sobre nossas cabeças (ou cai sob elas – como no caso de aviões)
Valeu,