Aumenta apoio a pedágio urbano e rodízio de 2 dias

O congestionamento e a dificuldade de deslocamento na cidade têm provocado mudanças na opinião do paulistano sobre medidas de restrição a circulação de carros. É o que se constata na pesquisa encomentada pelo Movimento Nossa São Paulo que será apresentada no dia 22 de setembro, segunda-feira, Dia Muncial Sem Carro, às 10 da manhã no Teatro Anchieta do Sesc Consolação, na Rua Dr. Vila Nova, 245.

Diminui a rejeição ao pedágio urbano na capital:
Em 2007, 84% dos entrevistados eram contra e 13% a favor;
Em 2008, 74% são contra e 24% a favor.

A maioria dos entrevistados já é a favor do rodízio de 2 dias:
Em 2007, 56% eram contra e 41% a favor;
Em 2008, 54% são a favor e 43% são contra.

Aumenta o tempo de deslocamento na cidade:
Em 2007, o tempo médio de deslocamento para a atividade principal era de 1h40;
Em 2008, o tempo médio aumentou para 2h.

O Ibope entrevistou 805 pessoas na capital paulista com mais de 16 anos entre os dias 5 e 11 de setembro.

7 comentários sobre “Aumenta apoio a pedágio urbano e rodízio de 2 dias

  1. rodízio de dois dias é o mais apropriado. Hoje em dia é de dois finais de placas por dia, isto é, 20% de restrição da frota, que quando foi implantado deu certo até médio prazo. Se o rodízio fosse quatro finais dia ficaria:

    Segunda 1, 2, 3, 4
    Terça 5, 6, 7, 8
    Quarta 9, 0, 1, 2
    Quinta 3, 4, 5, 6
    Sexta 7, 8, 9, 0

    isso representa 40% da frota. Nosso carro ficaria dois dias em casa e ajudaria, novamente a médio prazo claro. Daria tempo e oxigênio pra pensar em outras soluções.

    Só não vale o sujeito comprar dois carros pra ‘fugir’ do rodízio, ou usar o carro da mulher. Se a gente quer melhorias temos que ajudar a fazê-las. Colaboração de todos !!

  2. Rodízio de duas placas, três, quatro… todas, afinal comprar carro é a coisa mais simples hoje em dia.
    A única media efetiva é que quem congestiona e tira o direito da maior parte da população circular livremente é pagar pelo prejuízo.
    Pedágio urbano com toda renda revertida para ampliação de corredores exclusivos de ônibus, organização e redistribuição logística do transporte.
    O mundo todo já segue nessa direção, só nossos administradores imaginam que 11 ou 12 pistas nas marginais vão mudar algo nesse caus. Vamos fazer logo o seguinte, vamos desapropriar tudo e fazer uma grande área asfaltada onde todos esses veículos podem ficar parados com tranqüilidade, afinal, fazer hospital, escola, moradia pra que se o carro é o Rei?

  3. Sei que é um assunto difícil de se resolver mas sou contra a intalação de pedágio em SP, pois acredito que só iria aumentar os congestionamentos.
    Sou representante de vendas e preciso circular com o carro. Como nós que dependemos do carro para trabalhar iríamos fazer com dois dias de rodízio, se um já atrapalha?

  4. O rodízio de dois dias seria ótimo, mas como já acontece hoje, quem seguirá a regra será a fatia da população que só tem um veículo e os mais bem intencionados que deixarão seus veículos em prol da melhoria de qualidade de vida. Existe uma grande fatia do paulistano que tem dois veículos e alternaria o uso.
    O pedágio urbano tem que ser bem estudado. Em Londres apresentou-se como uma solução, pois a cidade tem geografia diferente da nossa e a população tem conceitos diferentes. Sem contar que ao desviarmos o trânsito de principais avenidas teríamos que pensar como as demais ficarão.

  5. Seria uma medida absurda, é só olhar a foto abaixo do metrô para avaliar que o transporte público não suportaria esse aumento de passageiros. O transporte coletivo precisa melhorar.

  6. O transporte público não vai funcionar enquanto o ônibus estiver parado no congestionamento de carros e outra… se tirar 70 carros da rua não enche um ônibus, e no lugar de 70 carros cabem 30 ônibus circulando, como alguém pode pensar que não vai funcionar?
    Transporte público tem (ônibus), ele só não funciona porque o carro impede!

Deixar mensagem para Aloizio Gomes Cancelar resposta