CBN SP debate o trânsito e o transporte na cidade, sábado

Com a proximidade do Dia Mundial Sem Carro (segunda, 22 de setembro), o programa CBN São Paulo vai discutir soluções para o trânsito e o transporte na cidade, neste sábado, a partir das 9 horas da manhã.

Durante o debate vamos tratar da pesquisa Ibope, realizada pelo Movimento Nossa São Paulo, que mostra o aumento no número de paulistanos favoráveis ao pedágio urbano e ao rodízio de dois dias para os carros como formas de combater os altos índices de congestionamento.

Confirmaram presença até agora o coordenador da Secretaria Executiva do Movimento Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, a professora Assuncion Blanco, militante em favor dos pedestres, e o ciclo ativista André Pasqualini, presidente da Ciclo Brasil.

Você pode deixar aqui no blog a sua pergunta ou comentário sobre o tema.

Ainda neste sábado, dentro do quadro Conte Sua História de São Paulo, uma homenagem ao cronista da cidade Lourenço Diaféria, que morreu nesta semana, aos 75 anos.

15 comentários sobre “CBN SP debate o trânsito e o transporte na cidade, sábado

  1. Muito se fala do aumento do número de veículos nas capitais como causa principal para a piora do trânsito.

    Existem vários trabalhos acadêmicos sobre engenharia de tráfego mas pouco ou nenhum resultado prático é perceptível para nós pobres usuários do sistema.

    Mas em paralelo, vemos claramente que os semáforos em SP não estão sincronizados e paramos em praticamente todos pelo caminho, muitas vezes desnecessariamente, por absoluta falta de uma programação adequada. Vide a Rua João Cachoeira no Itaim Bibi.

    Por morar no 19° andar posso observar da minha janela, que há sim oportunidade de mitigar o problema se houver programação semafórica adequada.

    Porque a CET não mantem uma programação semafórica que permita mais “ondas verdes” nas ruas de SP?

    Abraços

    David Mayer

  2. Qualquer projeto, ideia, alternativa, sujestão, que vierem ser aplicados de nada adiantara para melhorar o transito e a qualidade de vida em SP
    Tem gente e automoveis saindo pelo ladrão
    A caixa dágua ja transbordou.
    Não estou sendo pessimista, negativo.
    Trata-se somente da pura realidade e só não vê quem não quer.

  3. Quando a CET vai começar a coordenar o transito para todos os participantes do “transito”, pedestres e ciclistas nesse meio?
    Não esta na hora de pensar em dar preferência ao “Transporte de massa” (ônibus), porque uma engenharia de trafego não pensa na maioria da população?
    Outra:
    Porque a CET não multa quem desrespeita faixa de pedestre e os pedestres em travessia e as finas e fechadas dadas aos montes em ciclistas (eles também são veículos não?).
    Alexandre Afonso, 28 anos, São Paulo ZS

  4. Gostaria de perguntar:
    – Como se convence os nossos executivos públicos a investirem mais em um meio de transporte alternativo ao invés de pontes, viadutos, túneis, etc?
    – Na Índia, Bombaim, os governantes procuram alternativas viárias dia a dia. Lá não há controle da natalidade por questões religiosas. Será que também não passamos pelo mesmo problema, fato semelhante que já é sentido em vários setores, Saúde, Educação, inclusive trânsito?

    Milton, por favor, publique na próxima semana o quadro Conte Sua História de São Paulo.

  5. SUSTENTABILIDADE, essa é a chave para a solução com perenidade.
    A origem é a abordagem sistêmica que por sua vez tem raízes na tese de LAVOISIER quando tomou como base a circulação sanguínea do corpo humano.
    Em outras palavras, a solução para o trânsito não pode estar nas mãos exclusivas da CET, pois o tráfego de veículos não se restringe a circulação deles. E os moradores? E os que não passam mas ficam?
    E sustentabilidade leva também á RESPONSABILIDADE.
    Bem , a sugestão é perguntar se a abordagem será específica ou sistêmica.
    E já fica como tema para a mina próxima matéria de quarta feira : SUSTENTABILIDADE

  6. milton, adorei o ‘conte sua história’ desse sábado. como faço para ter a sua leitura do texto de lourenço diaféria, ou o texto em si por escrito. sou “atleta” corredor pré-iniciante e coube bem esse texto. muito grato. nadais

  7. Olá Mílton,

    Enquanto a idéia de pedágio urbano torna-se cada vez mais aceitável, aqui no bairro da Santa Cecília o movimento parece estar sendo contrário.

    A Rede Biroska de bares e restaurantes, localizado na Rua Canuto do Val, entre as Ruas Dona Veridiana e Fortunato, está anunciando um projeto de construção de um estacionamento de nada menos que 6 ANDARES. Gostaria de saber se essa obra foi realmente aprovada pela prefeitura, e se houve um estudo sobre o impacto dessa obra no trânsito do entorno, que conta com ruas relativamente estreitas. Isso sem contar com a presença da Santa Casa também na região.

    Ou esse será o mesmo caso dos shoppings que foram construídos recentemente e que foram embargados apenas depois que a obra já estava quase pronta, e no final, acabaram funcionando.

    Fernanda Monteiro

  8. André,

    Fala pra eles que apesar da aparente falta de leis, o pedestre e ciclista são a parte mais fraca e independente da limitada visão dos motoristas, é obrigação do veiculo motorizado proteger os outros e ponto, portanto o carro não pode agredir o pedestre ou ciclista e é isso que tem que ser cobrado, com fiscalização ou “educação” pois se tirou a CNH deveria ter ciência disso!

  9. Milton,

    Levanta pra nós que absurdo é esse que o CET não tem competência para “multar agressões contra a vida”, como avançar a faixa, agredir ciclista. Como isso é possível se existe a regulamentação no CTB? Então quer dizer que o “Rei carro” poder tudo? E os mais fracos que continuem morrendo?

  10. Assuncion Blanco,

    E nós da periferia, que muitas vezes nem temos calçadas, pois os carros ficam estacionados nas pequenas calçadas para livrar a pista!
    Aqui no Capão Redondo nem CET vem visitar.
    Parabéns Assuncion.

  11. Pra quem vive citando o CTB por aqui, mas mal tem conhecimento dele e acha que Lei é só para motoristas, vai aí um trecho do Código para melhor entendimento, sobre tudo a respeito de PEDESTRES:

    CAPÍTULO IV
    DOS PEDESTRES E CONDUTORES DE VEÍCULOS NÃO MOTORIZADOS

    Art. 69. Para cruzar a pista de rolamento o pedestre tomará precauções de segurança, levando em conta, principalmente, a visibilidade, a distância e a velocidade dos veículos, utilizando sempre as faixas ou passagens a ele destinadas sempre que estas existirem numa distância de até cinqüenta metros dele, observadas as seguintes disposições:

    . I – onde não houver faixa ou passagem, o cruzamento da via deverá ser feito em sentido perpendicular ao de seu eixo;

    segue: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9503.htm

    fica à disposição para apreciação de TODOS !!!!!!

    _

  12. boa tarde mílton!

    Sou comerciante do tradicional bairro da Penha, e venho colocar a minha indignação com o lixo depositado em pleno dia nas calçadas do Largo do Rosário. O contato com a Sub-prefeitura é impossível, quando não ficamos ao telefone até a linha cair nos falam que reclamações devem ser realizadas através do 156. No sábado dia 13/09/08 chegou-se ao absurdo de depositarem um sofá em plena calçada. Ressalto que a área citada é patrimônio tombado. Se preciso tenho comigo as fotos de tal calamidade.

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