Passagem comprada e hotel reservado, o turista chega ao aeroporto e descobre que a empresa aérea não tem lugar destinado a ele no vôo e a viagem será adiada para amanhã. Ao chegar no destino, o serviço de traslado do hotel não funciona. E o que seriam dias de descanso se transformaram em mais estresse.
Pelo Código de Defesa do Consumidor, as agências de viagem que fizeram a compra em seu nome são responsáveis támbém pelos transtornos causados ao turista. Mas o Congressso Nacional se esforça para mudar esta situação.
A coordenadora institucional da Pro Teste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor – Maria Inês Dolci – conversou com o CBN SP e disse que apesar da conquista obtida nesta semana (conforme registrado neste blog, em notas publicadas no dia 18 de setembro) há o risco de o consumidor sair enfraquecido nesta disputa:
pior é chegar no hotel e não poder fazer o check-in porque a agência não pagou os custos operacionais por falta de comunicação.
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