Colaboração do ouvinte Luis Abedi ao Dia Mundial Sem Carro. Você encontra outros adesivos clicando

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E hoje no CBN São Paulo, para lembrar o Dia Mundial Sem Carro vamos falar sobre trânsito e mobilidade urbana. O secretário estadual de Transportes Metropolitanos José Luis Portella, responsável pelo metrô e trens da cidade, confirmou participação. Estarão na mesa de discussão, também, o coordenador da Secretaria Executiva do Movimento Nossa São Paulo, Maurício Broinizi, a professora Assuncion Blanco, militante em favor dos pedestres, e o ciclo ativista André Pasqualini, presidente da Ciclo Brasil.

Você poderá assistir pelas câmeras da CBN ao debate, ao vivo, acessando o Portal da CBN. E participa com perguntas enviadas através deste blog.

6 comentários sobre “Colaboração do ouvinte Luis Abedi ao Dia Mundial Sem Carro. Você encontra outros adesivos clicando

  1. Eu tenho carro, mas prefiro deixá-lo em casa e ir trabalhar de ônibus. Só o utilizo no sábado, mas gostaria muito de poder ir trabalhar de bicicleta, embora more a 9 quilometros do meu trabalho, tenho medo de ser atropelado. O que pode ser feito pra melhor as condições de transito para que possamos utilizar esse meio de transporte, tão necessário hoje em dia?

    Um abraçao Milton, parabéns pelo excelente programa, sou ouvinte interneuta de todos os dias.

  2. milton, adorei o ‘conte sua história’ desse sábado. como faço para ter a sua leitura do texto de lourenço diaféria, ou o texto em si por escrito. sou “atleta” corredor pré-iniciante e coube bem esse texto. muito grato. nadais

  3. Discordo da opinião da professora Assuncion de que o pedestre nao tem um canal para exigir seus direitos.

    Hoje existem associações e CONSEGs de bairros, que podem ser um meio de levarem as reivindicações para as autoridades. Há tb. as subprefeituras que podem intervir nessa questão. Porém o pedestre nao reclama e deixa para que o outro resolva por ele.

  4. Milton, bom dia.
    No ano passado, como o Dia Mundial Sem Carro foi em um sábado, saímos em família e andamos de ônibus e metrô. Para meu filho, foi uma diversão, para minha esposa, uma “quebra de rotina”. Mas neste ano, numa segunda-feira, tudo fica mais difícil. Pego meu filho de 5 anos na escola e gasto cerca de R$ 2,60 em combustível e 40 minutos em tempo. Optando por outras alternativas, tenho:
    – a pé: não gasto dinheiro, estimativa de 3h30 em tempo, caminho bastante poluído com subidas severas.
    – bicicleta: tenho que comprar uma bicicleta, estimativa de 2h30 em tempo, caminho bastante poluído com subidas severas, além do risco para o meu filho.
    – ônibus: R$ 4,80 em bilhete único, 1h40 em tempo.
    – metrô/trem: não disponível.

    No caso de minha esposa, para ir ao trabalho, as situações são similares, se não piores.

    A pergunta é: Podemos ter boa vontade e cidadania em aderir a UM Dia Mundial Sem Carro, mas diante das dificuldades estruturais e operacionais, como aderir a TODOS os Dias Sem Carro?

  5. Flavio Magno, creio que realmente existem canais para reclamação de pedestres, mas, diferentemente de quando há um responsável conhecido, essa pulverização dispersa os contatos.
    Caso houvesse esse “CET-P”, e fosse amplamente divulgado pelos meios de comunicação, muitos reclamariam. Adorei o comentário da Assuncion sobre ser convidada por ser “a mais reclamona”!

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