
No jogo de canetas, a verdade da criminalidade dos potentes
Rompipallone estava lá. Foi com o ar provocativo de sempre que autografou o livro que me pertencia. Rompicuglione havia sido usada um livro antes. Temo que tenha alguma relação com quem entregou a obra para ser rabiscada pelo autor. Concheta apareceu mas só deixava a bainha de couro italiano para os convivas especiais. Na movimentada noite de autógrafos, o colega e amigo Wálter Fanganiello Maierovitch estava acompanhado pelas mais ilustres integrantes de sua coleção de canetas. Assim como elas, estavam os amigos mais antigos, os recém conquistados, admiradores do magistrado, leitores e ouvintes. Todos em uma enorme fila que serpenteava dentro do salão principal do Iate Clube de Santos, não se engane pelo nome, com sede no bairro de Higienópolis, em São Paulo.
Sobre o carimbo do Instituto Brasileiro Giovanni Falconi, leio com orgulho o texto do autor que, em verde, chamou-me de seu inventor na CBN. Como se um homem deste porte moral e ético fosse necessário inventar. Ele se cria com sua própria história e luta, fatores lembrados de boca em boca dentro do nobre salão paulistano. E confirmado por textos escolhidos pela editora Michael que publicou o livro Na Linha de Frente – A Criminalidade dos Potentes.
Meu guia para as particularidades do vasto panorama do crime no Brasil não poderia ser mais bem informado: Maierovitch é a voz mais respeitada. A frase do historiador e jornalista Misha Glenny, do The Guardian e da BBC (Europa Central), está no livro McMáfia, e foi reproduzida na contra-capa de Na Linha de Frente.
Com minha objetividade construída pelas necessidades do rádio e sem as charmosas e adjetivas canetas de Maierovitch, eu diria apenas: Meu guia (mesmo que palmeirense).
Parabéns Maierovitch por mais essa conquista e pelo excelente profissional que é.
Saudações Alviverdes
Estive lá e fiquei emocionada com o abraço amigo entre Mílton Jung e Wálter Maierovitch. Eles jogam no mesmo time da seriedade e da competência, embora torcedores de times diferentes. Abraço aos dois, ao inventor e ao inventado.
Mílton: A dupla é ótima e o Justiça e Cidadania excelente. Vocês dizem coisas sérias e críticas que todas as pessoas de bem apoiam. Vou ler o livro do Mariovitch,com muita atenção.
Essas histórias de canetas são ótimas. Rompipallone para o futebol, rompicoglione para assuntos diversos. O diálogo no Justiça e Cidadania é ótimo e acredito que o livro do Wálter será rompimondo.
Já procurei o livro, que ainda não chegou em Fortaleza. Será que os Potentes estão a impedir ?
O livro também não chegou em Campinas. Não está nem no catálogo da Livraria Cultura. Isso é para deixar o leitor mais curioso ?
Sem ser chata, tá difícil de encontrar o livro até em São Paulo. Será que os Potentes compraram toda a edição ? Responda, Mílton, se for capaz.
Não encontrar o livro é jogada de marketing, para despertar curiosidade. Como o Mílton entregou o nome da editora (Michael), fui na página da internet e encontrei o livro para vender. Acabou o mistério, pois o Mílton acabou com ele.
Caros amigos,
O livro está sendo vendido nas seguintes livrarias:
Livraria Virtual: http://www.livrariamichael.com.br
Livraria Cultura – Conjunto Nacional – São Paulo
Livraria Vozes -Rua Haddock Lobo, 360 – S. Paulo
Em breve, estará em todo o Brasil.
Fone p/contato (11) 2297-3518 – c/ Sueli
Editora Michael
Desse jeito vou vender o meu. Já li e tem autógrafo. Vale o dobro.