Na entrevista com o vereador eleito Penna, do PV de São Paulo, que você ouve no link disponível em nota mais abaixo, ele declarou que entre os financiadores da campanha dele estava a Fiesp. A informação, inclusive, gerou uma “brincadeira” deste jornalista. Penna ao falar dos doadores comentou que havia feito campanha com dinheiro do partido e alguns abnegados, para em seguida citar o nome da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo. Lembrei que a Fiesp está longe de ser uma abnegada.
Hoje à tarde, recebi mensagem do jornalista Ricardo Viveiros, responsável pela comunicação corporativa da Fiesp, que nega qualquer tipo de doação para a campanha de Penna. Em respeito à instituição e para informar melhor o ouvinte-internauta da CBN – que tem o direito de saber quem financia as campanhas eleitorais – reproduzo a nota da Fiesp:
“Caro Milton.
Boa tarde!
Com respeito à entrevista que lhe concedeu o vereador eleito à Câmara Municipal de São Paulo, José Luiz da França Penna (PV), às 10:42 de hoje (13/10), na qual declarou que a FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) estaria entre as entidades que fez doações à campanha dele, na qualidade de assessor de Comunicação Corporativa e porta-voz da referida instituição afirmo-lhe que a FIESP não faz doações de nenhuma espécie a candidatos e a partidos políticos, bem como, fiel à postura apartidária e apolítica que tem, não promove qualquer espécie de aproximação nesse sentido. O vereador eleito se equivocou.
Por favor, pedimos a sua especial atenção para informar aos seus ouvintes esta nossa importante e esclarecedora afirmação. Muito obrigado!
Um abraço do seu colega e admirador.
Ricardo”
Milton, ouvi a entrevista com esse vereador (brilhantemente conduzida, por sinal) e só pude lamentar. O nível desse parlamentar é abaixo da crítica. Suas propostas são descabidas e ele se mostrou um candidato de pouco caráter ao monopolizar o horário eleitoral de rádio (da TV eu não vi). Isso foi claro. Negar é brigar com os fatos. Ora, é evidente que essa decisão é arbitrária. Se fosse uma estratégia “Enéas”, melhor seria ter dado mais espaço ao Trípoli, que acabou sendo o mais votado e acabou puxando essezinho. Enquanto isso, Carlos Neder e Nabil Bonduki ficaram de fora e a qualidade da Câmera vai baixando cada vez mais.
Milton,
auxiliando na campanha adote um vereador, fui pesquisar em sites e verifiquei que não tem nada que impeça que este movimento tome corpo, pois na lista de animais em extição não consta “politicos” como animais em risco, nenhuma “ong”, tem como atividade a proteção destas especies.
Alias, verifiquei sim que a proliferação destes seres tem atingido niveis alarmantes, e como em um filme de terror, alguns estão sofrendo mutações que podem no futuro criar problemas de dificil solução, sem contar que a multiplicação desordenada cria tambem aberrações de fisiologismo.