Foto-ouvinte: Árvores sofrem na cidade de São Paulo

O trabalho de recuperação das áreas verdes de São Paulo parece sempre ameaçado, apesar do esforço de organizações não-governamentais, iniciativas individuais de cidadãos e a ação do abnegado secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, e sua equipe. O Blog do Milton Jung recebeu uma série de imagens feitas por ouvintes-internautas denunciando “crimes” contra árvores, na capital.

Árvore resiste

Esta chegou há mais tempo, e a preocupação do ouvinte-internauta e colaborador deste blog Marcos Paulo Dias é se resistirá a obra feita no estacionamento da Rua Itapeva, 298, na região Paulista.

Árvore afogada pelo cimentoÁrvore afogada pelo cimento

As duas árvores que restaram do quintal das casas desapropriadas em Artur Alvim foram tomadas pelo cimento conforme mostram as imagens do ouvinte-internauta Fábio Pereira. Neste local, as casas tiveram de dar espaço a um viaduto. O alerta à prefeitura não foi suficiente para impedir que estas árvores tivessem sua base coberta de cimento e os galhos decepados. “Estão sendo ‘assassinadas’ aos poucos”, escreveu Fábio.
Árvore em perigo

Uma árvore prestes a tombar, segundo o ouvinte-internauta André Lacerda Lopes, que se sustenta graças a intervenção dos moradores desta rua no bairro do Jaçanã. “Está quase caindo e pode prejudicar toda comunidade”, escreveu.

Clique nas imagens e veja outras fotos enviadas por ouvintes-internautas

Um comentário sobre “Foto-ouvinte: Árvores sofrem na cidade de São Paulo

  1. Sou moradora da região das “àrvores encimentadas”, e é um verdadeiro absurdo o que acontece, sendo esse tipo de “des-serviço” patrocinado pela Sub-Pref. da Penha, somente a ponta do “ice-berg”! Nessa mesma região consta, pago e realizado, o serviço de plantio de 3.000 àrvores (nativas da mata atlântica) e instalação de aparelhos infantis (playground), em uma faixa remanescente da obra de canalização do Cór. Franquinho. Um serviço pago no valor de 500 mil reais.Seria uma coisa fantástica localizada em uma região de grande déficit social, se não fosse o fato de nunca termos visto, nem àrvores e muito menos os equipamentos.Quase 2 anos após a “conclusão” do projeto temos: invasões desordenadas da faixa de terra, que, outrora já fora desapropriada e indenizada, e também de 2 faixas sanitárias. Na Sub-Pref. da Penha, ao reclamar ou solicitar o embargo das construções clandestinas em área pública, temos a resposta de que um”Agente Vistor”está a caminho.Ele nunca aparece e ninguém se responsabiliza… e as àrvores?

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