Ambiente Urbano: Menos luz, mais eficiência (II)
O comentário de Osvaldo Stella no Ambiente Urbano, dessa segunda-feira, reproduzido aqui no blog em texto, causou dúvidas em alguns ouvintes-internautas. Houve quem não entendesse como é possível falar de cidade muito iluminada se há tantas reclamações quanto a falta de iluminação pública na capital. Osvaldo volta ao assunto no blog para tirar qualquer dúvida:
“Prezados ouvintes a iluminação pública na cidade de São paulo é deficiente e isto não reduz a poluição luminosa. Como em outras questões o problema é a má distribuição, algumas áreas não tem iluminação, outras, tem demais. O excesso de luminosidade no ambiente confunde nosso relógio biológico e de outras diversas espécies também. É necessário expandir a rede de iluminação pública, de maneira eficiente, ao mesmo tempo em que se reduz o desperdício em prédios e outros lugares que, vazios, permanecem com a iluminação ligada durante toda a noite. Os milhares de out doors que foram desativados já são uma grande contribuição para resolver o problema”
Não sei se adianta reduzir a luminosidade das áreas públicas quanto à alteração do nosso relógio biológico, já que a grande maioria de nós nos enfiamos na frente de telas bem iluminadas quando chegamos em casa. Seja computador ou televisão.
Parece-me que há uma exposição de melhor conforto ambiental e desperdício de energia. Difícil é dizer até que ponto cada pessoa não é responsável por isso, como escreveu o colega Felds.
Importante assunto para os responsáveis pela iluminação pública e empresários que não observam o quanto há iluminação perdida para lados não focados e menos importantes.
Encontrei informação, também interessante, no site http://www.asterportal.org. Vale à pena ler e complementa a idéia.
ao lado do predio que residimos tem um supermercado e eles insistem em manter as luzes da marquize acesas a noite inteira
Resultado
O meu quarto fica todinho iluminado a madrugada inteira.