Avalanche Tricolor: Não te micha, Grêmio


Grêmio 2 x 1 Coritiba

Brasileiro – Olímpico Monumental


Mini-documentário em homenagem a Geral do Grêmio

Jefferson chegou antes sempre que precisou. Não foi diferente neste domingo. Carlos não perdeu uma. E estava presente sempre que o time precisou. Catarino saltou mais alto do que todos os demais. Morais parecia o capitão do time. Comandava a todos no grito. E Marcos Pompeu corria de cima a baixo sempre pronto para ajudar os colegas.

Você que conhece um pouco da escalação do Grêmio deve estranhar os nomes do parágrafo acima. Nunca ouviu falar deles. Não os viu marcar gol. E se fosse para falar daqueles que marcam presença em campo certamente era de se esperar a citação de Tcheco, que voltou a fazer gol neste domingo, de Héverton, menino que jogou sua segunda partida entre os profissionais e marcou o seu, também, de Rodrigo Carioca e Willian Magrão, nossos volantes de categoria, de Souza que se encontrou na ala direita, ou mesmo de Vitor que dá a segurança que todos precisamos lá na goleira.

Falar do time do Grêmio não é meu objetivo hoje quando praticamente confirmamos nossa chances de disputar a Libertadores – maior de nossos objetivos. Este texto é para homenagear a torcida que inspirou o nome de batismo desta coluna que jamais será escrita com parcialidade.

Jefferson, Carlos, Catarino, Morais e Marcos Pompeu são cinco dos mais de 40 mil torcedores que foram ao estádio, neste domingo. Uma torcida que me emocionou muito mais do que qualquer um dos dois gols que marcamos, dos gols que evitamos, dos carrinhos que demos, das roubadas de bola, dos dribles, e dos cabeceios.

Uma turma que não desiste nunca, que lembra a todo o momento que vestir a camisa do Grêmio exige sacrifício, que toda a partida é uma guerra, que não nos matarão jamais, como escrito em uma das muitas faixas espalhadas nas arquibancadas do Olímpico Monumental.

Uma Nação Tricolor a dizer, em tom apropriadamente gauchesco, ao seu time: Não te micha, Grêmio !

10 comentários sobre “Avalanche Tricolor: Não te micha, Grêmio

  1. Realmente, é uma torcida muito bonita! Espero sua manifestação.
    O quadro Avalanche fica melhor quando a torcida participa.
    Agora quanto ao Brasileirão, ainda acho que dá.
    O São Paulo está na empolgação. É um time mais simples que o do ano passado.
    Deixem o carvão pronto porque ainda dá.
    Meu time ainda despachou o Colorado. Que tarde em Gremistas!

  2. E por falar em Colorado. Andam todos pimpão pela possibilidade de entrarem pelas portas do fundo na Libertadores. O Grêmio com a vitória de hoje precisaria perder todos seus jogos e seus adversários ganharem todos para não ficar no G4. Ou seja, nossa Libertadores será pela porta da frente.

  3. Quero ser o primeiro a saudar o teu texto,um texto que,aproveitando o vídeo da “Geral do Grêmio”,deixa bem claro o significado de “ser gremista”. Falta pouco pra gente garantir presença na Libertadores 2009.

  4. Sou Grêmio, a partir de hoje.
    Morava no italianíssimo bairro paulistano do Bom Retiro. Os paulistas quarocentões, uma elite “stronza”, nos chamava de “carca-mano”, ou seja, insunuavam que os italianos calcavam a mão balança para roubar no peso.
    Eles paulistanos e são paulinos eram supeiores, aristocráticos, “bambes”. Quebraram como ensina a história, mas continuam “frecos”.
    A propósito, amanhã vou assistir a novela “A Favorita”. Dizem que o Orlandinho vai aparecer com a camisa do São Paulo.
    São Paulo, vaffa.
    Enza Rompipallone.

  5. Não ta morto quem peleia milton, mesmo aqui, longe do coração pulsante que é o Monumental Olimpico, conseguimos transformar os poucos redutos gremistas em um Anexo da Geral… e ontem foi mais um dia pra comemorar e agradecer aos 11 borrachos que nos deram mais uma vitória e garantiram nossa participação na libertadores, mas mais do que isso, mantiveram vivas as esperanças de conquistar mais uma vez o mais importante campeonato do Pais… pra cima deles gremio….. ATACA AS ÉGUAS SALVADOR!!! TCHE TCHE TCHE!!!

  6. Milton, saiba que quem é corintiano, sente a mesma paixão, o mesmo amor. Talvez isso nos una, pois, de certa maneira, guardadas as proporções, somos “doentes” pelos nossos times. Sem perder a cabeça, obvimanete, mas, conscientemente, doentes de amor por eles.

  7. Vecchia Signora Rompipallone,

    Lembro-me de sua escrita carpinteira em Avalanches passadas. Impunha suas relações pouco recomendáveis com famiglias italianas como forma de intimidar o escriba deste espaço democrático e imparcial.

    Portanto, pegue sua torcida palestrina, e Vaffa !

  8. Desculpe falar, mas não é Rafael Carioca? ;x

    enfim, a torcida vem fazendo um papel importante ao nosso time durante esse campeonato. ela incentiva durante todo o jogo. E se estamos perdendo? Não importa! A gente está lá x)

    beijos

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