Velódromo da USP está abandonado

Inaugurado em 1975, o Velódromo da USP se transformou em palco de festas e apresentações musicais. Apesar da boa estrutura física com arquibancada em todo seu entorno, a pista esta rachada e o uso por bicicletas impossibilitado. É a conclusão da estudante de arquitetura e urbanismo da Uninove Gracielli Folli que pesquisa estes equipamentos no País para seu trabalho de graduação


Pista rachada e acesso complicado ao velódromo de São Paulo: Foto: Gracielli

Gracielli visitou quatro dos seis velódromos que existem no País e ficou chocada com a situação da única pista em São Paulo. Ouça a entrevista ao CBN SP:

7 comentários sobre “Velódromo da USP está abandonado

  1. É lamentável estar em na maior metrópole do Brasil e não poder disfrutar de algo que deveria ser utilizado para prática do esporte. Sou ciclista e maratonista. O pouco que dispomos para as práticas do esporte já é restrito, tendo em vista inumeras pessoas se amontoando nos parques de SP disputando um pedaço do asfalto.
    Acredito que esta pesquisa possa trazer uma nova oportunidade para nós esportistas e que sirva para recuperar o velódromo da USP.

  2. Não é so no Velodromo que existem grandes dificuldades para se realizar eventos. Nas ruas de São Paulo em finais de semana também.Existem centenas de lugares em bairros de S.P que podem ser usados para se realizar eventos de esporte, mas lá está a CET que protegida pela lei 14072, do vereador Chico Macena, ex diretor da CET,não permiti estes eventos, alias , permite desde de que se pague para usar a nossa rua.E olha valores que impossibilitam os eventos.Ja fiz muitas competições de Ciclismo até esta lei aparecer.Das nossas provas surgiram muitos ciclistas que são famosos no meio ciclistico.Infelismente não conseguimos mais continuar descobrindo ciclistas, que é o objetivo da nossa associação de |Bairro.
    Mas estamos correndo atras pra tentar mudar alguma coisa.
    ASCIBIKERS-Assoc.de Ciclismo de S.Paulo
    http://www.ascibikers.com.br

  3. Na USP, houve-se falar que o velódromo do CEPEUSP possui um erro na inclinação da pista em sua construção tornando a obra, mesmo que em boas condições, inutilizável para o esporte.

  4. O caso da não utilização do velódromo é realmente triste, todavia temos que tomar cuidado para não ‘absurdarmos’ para outras instâncias apenas pelo choque causado pelo caso.
    A reportagem, ao seu final, parece propor a ampliação e estruturação da USP como centro de prática esportiva.
    A USP não possui porte para aguentar tamanha demanda para o esporte, vê-se isto em seus dias e finais de semana onde carros, pedestres, corredores e ciclistas disputam espaço para a locomoção, assunto que já causou inúmeras discussões e brigas dentro da Universidade.
    Até mesmo o CEPEUSP mal aguenta os próprios estudantes, esportistas profissionais que lá treinam, que dirá se fosse um centro aberto a todos da cidade que quisessem usufruir de seu espaço. (continua)

  5. De fato o velódromo deve ser reformado para utilização esportiva dentro de seu limite de capacidade, mas cabe à USP, uma Universidade, em suas pernas já bambas, fazer o papel de parque regional (com o Vila Lobos ao lado), ou cabe ao governo estruturar espaços direcionados à prática esportiva?
    Até quando teremos, em São Paulo, esta mania terrível de querer tapar buracos da falta de planejamento delegando múltiplas tarefas à qualquer espaço que, coitado, mal consegue arcar com seus próprios objetivos?

  6. De fato o velódromo deve ser reformado para utilização esportiva dentro de seu limite de capacidade, mas cabe à USP, uma Universidade, em suas pernas já bambas, fazer o papel de parque regional (com o Vila Lobos ao lado), ou cabe ao governo estruturar espaços direcionados à prática esportiva?
    Até quando teremos, em São Paulo, esta mania terrível de querer tapar buracos da falta de planejamento delegando múltiplas tarefas à qualquer espaço que, coitado, mal consegue arcar com seus próprios objetivos?

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