Em campanha, Kassab disse que não haveria corte no Orçamento

Ao contrário do que está sendo proposto agora, o prefeito Gilberto Kassab afirmou durante a campanha eleitoral que não haveria cortes no orçamento de São Paulo para 2009 apesar da crise econômica internacional. Na época, em entrevista ao CBN São Paulo, o então candidato disse que a proposta orçamentária enviada à Câmara já previa um crescimento menor da economia.

Em negociação na Câmara Municipal, o Orçamento antes de R$ 29 bilhões terá um corte de pouco mais de R$ 2 bilhões, conforme informações do vereador Milton Leite (DEM), em entrevista a repórter Luciana Marinho.

Ao ouvir a gravação do prefeito Gilberto Kassab em novembro, durante a campanha eleitoral, Leite teve dificuldade de explicar porque o prefeito-candidato negava algo que agora se realizará:

4 comentários sobre “Em campanha, Kassab disse que não haveria corte no Orçamento

  1. Estamos mobilizados na comunidade “São Paulo Mobilizada” no orkut, para nos manifestarmos quando as promessas de campanha não forem cumpridas. Em janeiro faremos nosso primeiro encontro para a organização de manifestações. Precisamos de divulgação de nossa comunidade para engrossar as fileiras dos paulistanos que não deixarão que as promessas de campanha caiam no esquecimento.
    Por favor Milton Jung, divulgue nossa comunidade.

  2. O mais engraçado é que, a maioria dos votos do Kassab, foi de pessoas de classe média supostamente mais inteligente e culta. Estranho acreditarem que uma crise mundial, em um mundo globalizado, não afetaria o Brasil e São Paulo. Eu sinto vergonha em saber que, a mais importante capital do país, tem como prefeito alguem criado por ex-simpatizantes da ditaduta, sendo que, tal partido foi expurgado por todas as capitais. Mas, os “Paulistanos” sabem de tudo, né? Eu prefiro o “cachaceiro” Zeza.

  3. A maioria do eleitorado paulistano abriu mão de candidaturas programáticas. Optou pela continuidade de uma postura de acúmulo de cash bancário e posterior gasto midiático, com claro efeito eleitoral. Ou já nos esquecemos da postura típica dos defensores do Estado mínimo? nada a estranhar

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