“Abraço” para preservar a Casa do Barão de Bocaina

A casa pode não ser percebida por muitos que passam com a pressa natural de quem vive ou trabalha na região da avenida Paulista. Mas está lá desde 1911 quando foi construída para moradia do Barão de Bocaina. E a sensação de que mais uma parte da história de São Paulo está para se perder, motivou moradores e amigos do bairro Cerqueira César a promover manifestação em favor do tombamento do local.

O terreno não pertence mais à família Azevedo, do Barão, e deve ser transformado em sede de mais um prédio comercial na cidade. Para impedir que isto ocorra, organizações não-governamentais convidam a população a participar do “Abraço a Casa do Barão de Bocaina”, no sábado (07.02), às 10 da manhã. O endereço é a esquina da Alameda Santos com a rua Padre João Manoel, em frente (ou atrás) do Conjunto Nacional.

Ouça a entrevista com a presidente da Samorc, a Sociedade dos Amigos e Moradores de Cerqueira César, Célia Marcondes

Conheça parte da história da casa do Barão de Bocaina no Blog Nova Urbis.

2 comentários sobre ““Abraço” para preservar a Casa do Barão de Bocaina

  1. Estão se assustando com o que maus colegas deste blog?
    Aqui em São Paulo é assim mesmo que funciona.
    Sendo assim, com a suposta demolição da antiga casa em evidencia, mais um pouco da historia de São Paulo vai indo para o bueiro dando lugar a mais um danoso prédio
    E viva a especulação imobiliária, o poder, quem manda é quem tem grana, etc e tal.
    A cidade de São Paulo, por causa do crescimento desordenado, sem projetos diversos e planejamento, acabou virando uma cidade sem historia, sem horizonte, sem paisagem, sem qualidade de vida para os menos abastados.
    Lamentável o que acontece em São Paulo.
    Um simples exemplo do que acontece com frequencia em SP, o descaso.
    O cidadão compra um imóvel em um “local privilegiado” com uma linda vista, e depois de uns tempos para a infelicidade dos antigos moradores que desfrutam da linda vista até então, vem uma incorporadora e levanta uma TORRE e a vista antes apreciada pelos ex felizes moradores como num passe de mágica deixa de existir.
    E predios cada vez mais altos.
    Em cada novo predio construido seja onde for:
    Mais pessoas, mais veiculos, mais transito, mais poluição sonora, mais agressão ambiental, etc.
    Derruba-se uma casa onde reside uma familia e empregados, composta por seis pessoas em media e dois autos, para em seguida uma incorporadora construir um predio onde residirão ou trabalharão quase mil pessoas e quase o mesmo numero de automoveis.
    O caos!
    E parece que ainda as nossas autoridades não se deram conta destes infortúnios gerados por cada no predio construido indiscriminadamente em SP.

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