Nossa São Paulo apresenta indicador de bem-estar

IRBEM

Um acidente de automóvel aumenta o PIB do País, pois a economia se move para o conserto do carro, tratamento médico das vítimas, compra de remédios, fisioterapia, entre tantos outros gastos gerados a partir deste acontecimento. Aliás, as guerras também se refletem de forma positiva no Produto Interno Bruto dos países, principalmente aqueles que estão no ataque.

Bom para a economia, péssimo para o ser humano.

Pensando nisto e na necessidade de se promover o crescimento sustentável que atenda a melhor qualidade de vida do cidadão, o Movimento Defenda São Paulo lançará amanhã, dia 15.05, o IRBEM – Indicadores de Referência de Bem-Estar do Município -, durante comemoração de dois anos da organização, no Sesc Consolação, a partir das 9h30.

No evento estarão a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Lima, o filósofo Mário Sérgio Cortella, o proessor de economia da USP José Eli da Veiga,  o economista e professor da PUC Ladislaw Dawbor e a coordenadora do FIB (Felicidade Interna Bruta) no Brasil, Susan Andrews.

Sobre o IRBEM já conversamos aqui no blog, por isso deixo o convite, hoje, para que você ouça a entrevista com o coordenador do Nossa São Paulo Oded Grajew  

Leia mais sobre o assunto, no Blog do Milton Jung

2 comentários sobre “Nossa São Paulo apresenta indicador de bem-estar

  1. Bom dia Milton
    O que irei aqui descrever não se trata de tecer criticas destrutivas e sim a realidade que o paulistano vive nesta megalópoli cidade de São Paulo.
    São Paulo, para o turista que vem a passeio ou a negócios somente por uns dias somente, prima por ter ótimas salas de cinemas, teatros, bons restaurantes, eventos, alguns parques projetados para “poder oferecer” um pouco de lazer e como consequencia o tão falado bem estar ao cidadão ao paulistano, principalmente para aquele que não tem outra opção por pura falta de dinheiro para sair da cidade para uma praia, campo, frequentar um clube, etc.
    São Paulo na minha opinião, infelizmente devido ao seu frenético e desorganizado crescimento de forma vertiginosa para muitos se tornou a cidade ilusão, sem horizontes por causa dos predios cada vez mais altos que são e estão sendo construidos.
    Tudo aqui tem um custo muito alto e para o povo mais carente que mora na longínqua periferia, este então
    Coitado!
    Não tem nada o que fazer a não ser ficar bebendo em butecos ou ver TV nos finais de semana e feriados.
    O “rico” nos feriados e finais de semana se manda para as praias, para seus sitios e chácaras, frequentam clubes, ou então residem em condominios fechados, verdadeiros clubes prives nas cercanias da cidade e assim usam a cidade somente para “sugar” o que ela pode oferecer somente para quem pode.
    Qualidade de vida em São Paulo envolve muitos aspectos além do lazer e diversão
    Como um serviço de saude publica eficiente e não precario como se encontra, lazer para o povo da periferia, educação.
    Lazer eu digo, o lazer natural e não “sintético”
    Mas a topografia e a localização da cidade contribui pela carencia de lazer.
    Como promover lazer para onze milhões de habitantes sem contar os que moram na grande São Paulo mais outros 12 milhões de pessoas?
    Qual a mágica?
    Culpar a quem por São paulo chegar aonde chegou carente de muita coisa?
    Abração
    Armando Italo

  2. Comentei sobre esse assunto em outro post e resumo no seguinte:

    Educação, Saúde, Segurança, Moradia, Transporte, Emprego, Lazer, Voluntariado, enfim……. tudo isso me faz bem desde que exista e que tenha qualidade.

    Como tem assuntos que são garantidos pela “Constituição” e mesmo assim esses incompetentes não conseguem entregar ao POVO, eu resumo em uma frase quando não penso em nada disso acima.

    Me faz muito bem quando estou dormindo.

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