Buracos da Cidade: Virou cinema

 

 

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Nossa colega de todos os domingos, Maria Lucia Solla aderiu ao Buracos da Cidade em grande estilo. Preparou uma apresentação especial sobre buraco que teima em abrir levado pela água no caminho de seu passeio diário na Rua Dr. Fonseca Brasil, próximo do Shopping Jardim Sul. Não bastasse o dinheiro público gasto a toa por falta de coordenação do setor público e desrespeito à cidade, restos da obra ainda são deixados no meio-fio como a lembrar o desperdício

10 comentários sobre “Buracos da Cidade: Virou cinema

  1. Bom dia, Malú.

    Querida mestra está campanha que nós cidadãos fazemos de ajuda aos imcompetentes administradores dessa cidade tem por finalidade mostrar à eles como são cegos e imcompetentes.

    Eles estão recebendo uma denúncia minha, de um guarda roupas jogado em uma esquina a mais de 26 dias e mesmo assim ele continua por lá.

    Tamanho descaso e imcompetência se somam as lesmas que são.

    Vamos ter que trocar muita gente no poder público ano que vem!

  2. Cláudio,
    o buraco (já que o assunto é esse) é mais embaixo.
    Quem jogou o armário lá na esquina?
    É preciso manter o foco. O ingrediente aqui é o homem. Ele é que precisa progredir. Acontece que a gente foca tanto no sucesso externo (lava e faz polimento no carro) e esquece da essencia (essence=combustível em francês, só para manter a imagem comparativa do carro).
    Mantivemos nosso vício paternalista por tempo demais e quase acreditamos que esse era o modelo. Idolatramos quem faz o trabalho por nós.
    Votar bem não é a única obrigação do cidadão. Ser cidadão é participar, como você está fazendo.
    Quando a gente não consegue carregar um pacote sozinho, pede ajuda; se une, como estamos fazendo aqui.
    Seremos ouvidos, com certeza.
    Não sei se os seus dotes culinários vão bem, obrigado, mas se vc olhar a consistência do asfalto usado para tampar o buraco, no slideshow que preparei, percebe o desastre.
    Se eu fizer um bolo com essa massa, não vai ligar nunquinha. Vai ficar assim, toda “despregada”.
    Lembra quando a gente fazia cola com farinha de trigo? (oooops, você é da geração Pritt) Pois bem, tem que haver proporção. Equilíbrio. Em tudo.
    Obrigada por sua presença e incentivo.
    Vamos em frente que atrás vem gente…
    Beijo,
    ml

  3. Bom dia Malu.

    Cansa mesmo, tentar fazer denúncia, cansa tentar levar a conversa adiante. Mas nós vamos ter que é que olhar pro alto e gritar, que nossos governastes não caminham aqui conosco no chão. Eles vão de helicóptero.

    abraço grande.

  4. Buracos na rua prejudicam e ajudam os ciclistas. Prejudicam pois aqui em São Paulo, as bicicletas urbanas não podem dispensar uma suspensão que encarece e deixa a bicicleta mais pesada, além do fato de, quanto mais irregular o asfalto, mais esforço o ciclista tem que fazer.

    Mas por outro lado ajuda, pois o excesso de buracos funciona como um excelente redutor de velocidade dos motoristas, já que as placas informando o limite máximo de velocidade são comumente confundidas com o limite mínimo.

    Já tive que alterar meu itinerário só por causa do recapeamento de uma via, pois bastou um dia para os motoristas começarem a abusar e “expulsar” os ciclistas dali.

    Isso é Brasil, enquanto nossos motoristas continuarem ignorando os limites de velocidade, principalmente das vias residenciais, onde geralmente o limite é de 30 km/h, prefiro que a cidade de São Paulo continue esburacada, pois nosso motorista médio tem mais carinho pelo seu veículo do que pela vida ronda o seu bem.

    Abraços

    André Pasqualini

  5. Paulo,

    se essa rua fosse minha eu cobria de forma que a água pudesse seguir o seu caminho.
    E fazia bem bonito, parecido com as fotos que usei no slideshow De Luz e Sombra, de 20 de junho deste ano, publica aqui no Blog do Milton Jung.
    As fotos são de uma rua aqui perto de casa.

    Boa semana,
    ml

  6. É verdade, Sérgio Mendes,
    quando a gente se afasta não vê.
    Talvez a gente também tenha se afastado desses assuntos que são nossos e os tenha deixado, por muito tempo, nas mãos dos “pré-postos” e deixamos de ficar “a postos”.
    Aposto que foi isso!
    Boa semana,
    ml

  7. Tudo isso, aos longo dos anos, de prefeitos após prefeitos, administrações, etc, que presenciamos na cidade de negativo, aliás, ultimamente presenciamos e vivemos o mais negativo do que positivo, mostra o quanto o poder público tornou-se incompetente diante das mazelas, descasos, desmandos, vistas pela São Paulo a exemplo deste artigo.
    Foram muito depressa ao pote e acabaram quebrando-o
    Perderam o controle da cidade.
    Basta andar pelo centro da Cidade e periferia para ver o estado de abandono em que se encontram.
    Também, com quase doze milhões de habitantes e quase sete milhões de veiculos em geral circulando, favelização, perifria crescendo dia a dia, predios e mais predios sendo construidos em loccais totalmente inadequados só podia terminar assim.
    O CAOS.
    E ateoria do caos em que pode ajudar a sair do caos?

  8. André,
    que triste né?
    A gente precisar frear o outro para ter chance também. Senão o outro pasa por cima.
    Nunca fui a favor das psicologias de liberdade demais.
    O homem ainda não tem a mínima ideia do que seja liberdade.
    Na realidade acredito que limite seja a maior prova de amor.
    A criança sem limite não se sente amada.
    Por limite é mais difícil do que derrubar barreiras e seja o que Deus quiser.
    Que tal os ciclistas usarem aquele novo acessório que impede que ele seja degolado por um fio cerolado e hastear uma bandeira de “paz e amor”, bem colorida? Na curiosidade o motorista talvez diminua a marcha.
    Enfim, é esse o nosso tempo.
    O negócio é fazer uma boa limonada.
    Boa semana,
    ml

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