5 comentários sobre “Eco-poema: CO2 na veia

  1. Assim vive o paulistano
    Elvolto em fumaça, lixo, desmandos, abandono, sujeira, numa das cidades mais caras e caóticas do planeta.
    Sentem e rezem.
    Quem sabe se um dia “Deus” tiver coragem de vir ate São paulo a nossa qualidade de vida poderá melhorar.
    Parebens pelos versinhos

  2. Armando Italo,
    diariamente sentimos na pele, não é nada fácil.Tudo que você escreveu, percebo na rua, na saúde, no transporte coletivo, na educação, nas altas taxas de impostos,alagamentos, violência, entre outras coisas;

    Mas será que nossos “representantes “, não percebe ?
    Pois a propaganda do Governo veiculada na TV ,não vai de encontro com a nossa realidade… pois na vida real a coisa é diferente

  3. Oi Marcos
    São Paulo, que te viu, quem te vê.

    Honestamente me da tristeza de ver a minha querida e amada cidade São Paulo onde nasci, completamente abandonada, caótica, doente terminal, suja, imunda, etc.
    São Paulo, na minha opinião, “foi boa para viver” com mais qualidade de vida e dignidade até meados da década de setenta.
    Daí para frente, a cidade literalmente começou a se degradar de forma espantosa, incontrolável, deplorável, graças as facilidades cedidas pelos politicos as incorporadoras, construtoras, montadoras, multinacionais que por aqui então chegaram e se instalaram,
    Daí então numa proposta de se conseguir colocar as pedras no quebra cabeça que acabou virando São paulo, tivemos uma infinidade de planos diretores e como a cidade começou a ficar pequena, sem condições de crescer horizontalmente, o unico jeito e mais lucrativo foi então crecer verticalmente, construir predios sem limites, com apoio da tal da lei da outorga onerosa que permite a construção de predios cada vez mais ,altos, desde que se pague por isso a prefeitura obviamente.
    Pagou, passou!
    E assim, mais predios, mais moradores, mais automoveis, mais avenidas para os automoveis poderem trafegar, atualmente comnpra-se umautomovel em setenta prestações tranquilamente, e chegamos onde chegamos
    No caos total como todos podemos constatar diariamente atraves das rádios, tv, jornais, internet.
    E quem acabou pagando por tudo isso, alto preço pela péssima qualidade de vida que agora “desfrutamos” foi o proprio cidadão paulistano, por culpa e responsabilidade dos mesmos que não soubemos e ainda não sabemos votar nas administrações e acreditamos nêles infelizmente. passadas e presentes.
    Quanto ao futuro, meu meu caro colega do blog Marcos Paulo, a Deus ´pertence e que êle nos proteja dos proximos que virão, ou seja, os politicos.
    Porque os que passaram por aqui e esses que estão por ai nop Estado de São Paulo ja comprovaram que não sabem administrar este monstro de duzentas cabeças que se tornou a nossa cidade.
    Mas para eles tudo bem
    Moram bem
    Comem bem
    Se locomovem muito bem obrigado
    E se aposentam rapidinho.
    Alguns com quatro anos de mandato ja estao aposentados
    Em Brasilia tem gente la que vive com “algumas aposentadorias” coitadinhos.
    Em quanto nós pobre mortais, vamos comendo as sobras, as quirelas e pagando impostos cada vez mais escorchantes, abusivos, coercitivos.
    Só que em troca recebemos deles uma banana e daquelas bem madura quase podre, de final de fera
    A xepa!

  4. Armando, a realidade é dura para nós cidadãos pagadores de impostos, se na região central a situação está deste jeito, imagine na periferia…
    Por estes dias tive a surpresa de ver mais uma base da Guarda Civil Metropolitana fechada, localizada na Praça Morumbizinho – Vila Jacuí praça conhecida por todos que residem no bairro de São Miguel Paulista ,repito Base da GCM simplesmente fechada, nenhuma faixa sinalizando o motivo do fechamento, no local tiveram o trabalho de cobrir o nome da GCM .Será que falta efetivo?
    Agora no centro :
    Transitando pelo bairro do Brás e Avenida Paulista a nova base móvel da GCM.
    Será que alguém da Prefeitura de São Paulo pode explicar o fechamento destas bases nos bairros

  5. Marcos

    Diante do caos que estamos vivendo e ter que conviver em São Paulo me convenço que está ficando cada vez mais dificil sobreviver neste verdadeiro horror que acabou ficando a nossa cidade.
    Muitos podem até comentar:
    Armando, você está revoltado, neurótico!
    Posso afirmar convictamente, que não é nada disso.
    Basta ver a realidade somente.
    Só não vê quem não quer.
    O Paulistano atualmente vive confinado.
    Veja só o meu pensamento:
    -Mora em apErtamentos, por maior que sejam, sempre estará confinado entre quatro paredes subdivididas, no máximo que pode usufruir para os mais abastados é uma varanda, obviamente na maioria dos casos com vista para outros predios e se não ainda não existirem outros predios, certamente num futuro não muito distante passarao existir novas e “suntuosas torres” tirando o pouco que resta de vista para algum lugar mais agradável de ver.
    Obviamente alguma incorporadora “dará um jeito” de por as casas abaixo do até então feliz morador do predio mais antigo e assim levantarão num passe de mágica outros enormes predios.
    -O Paulistano, sai do apartamento para trabalhar, desce pelo elevador, entra no seu carro totalmente fechado, desembarcam nas garagens, sobem de elevador para o escritorio e assim ficam trancafiados no escritorio até terminar o expediente que na maioria das veses nunca termina na hora que tem que terminar, e o processo da volta será o mesmo da ida.
    -Obviamente não podemos esquecer, como se não bastasse, muitos alem de tudo que mencionei acima tem que trabalhar de armadura, ou seja, terno, gravata num pais de clima tropical, e quente.
    -O ítem Lazer?
    Para quem não tem posses, não é sócio de algum clube, vai ter que ficar trancafiado em seus apertamentos, vendo tv, na internet.
    -Aha!
    E os parque publicos e praças espalhados pela cidade?
    -Estão praticamente impossivel de serem frequentados
    A bandidagem, a prostituição, a sujeira, o excesso de gente, são pontos negativos que não permitem um passeio tranquilo.
    -Como ex velejador, depois de pegar uma micose nas águas da represa do Guarapiranga, também tive que deixar de praticar este saudável esporte aquático porque as nossas represas se tornaram um esgoto a céu aberto, porque a periferia cresceu tanto, porque permitiram, e assim invadiu tudo em volta das prepresas despejando todda a sorete de lixo, esgoto, porcarias porque a maioria do povo não tem educação.
    -Passear de carro pela cidade, dar umas voltinhas?
    Mesmo nos finais de semana ja esta impossivel tal ação
    Conjestionamentos até em finais de semana
    Basta dar umas voltas pelos bairros super adensados como Moema, Itaim Bibi,Aclimação, Jardins depois que os predios invadiram estes antes considerados bairros tranquilos.
    -Para o que podem o que resta?
    -Jantar fora, vai ficar também trancafiado num restaurante abarrotado.
    -Passear confinado num dos shopings center
    -Cinema ou teatro, também confinado
    Nada contra cinema ou teatro, são artes.
    Ou então ir morar também confinado num condominio, tipo clube privée, nas cercanias da cidade.
    Será que esqueci de algo?
    Será que estou exagerando?
    Nem ir a famosa prainha do Aeroporto de Congonhas é possivel, porque onde existia a prainha construiram o novo terminal de passageiros com os fingers que não cabem um Boeing 737 800 por causa do tamanho das asas destes aviões.
    Então, decidi que o melhor que faço em beneficio da minha qualidade de vida e da minha familia, da nossa saude, bem estar, etc, vou me mudar de cidade, pois aqui em São Paulo conclusivamente, na minha modesta opinião não dá mais!

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