Foto-ouvinte: Feira e sujeira livres

 

Sujeira da feira livre no Belenzinho

A sujeira deixada para trás pelos feirantes que ocuparam a rua Irmã Carolina, no Belenzinho, em São Paulo, na manhã de quinta-feira, espantou o ouvinte-internauta Luis Fernando Gallo, sempre presente com ótimo material fotográfico neste blog. Escreveu para dizer que a limpeza da rua somente se iniciou às 7 e meia da noite, tendo a feira se encerrado por volta das 2 da tarde.

“Gostaria de pagar 200% de IPTU, ter cidade limpa, ensino municipal de respeito, mais música, mais teatro, mais cinema e um mínimo de segurança para ir e vir”, lamentou.

Li na lei municipal que regula o funcionamento das feiras livres na capital paulista, que é obrigação dos feirantes “manter permanentemente limpa a área ocupada pela banca, bem como o seu entorno, desde sua montagem até sua desmontagem, instalando recipientes apropriados para receber o lixo produzido, que deverá ser acondicionado em sacos plásticos resistentes, os quais permanecerão nas calçadas para posterior recolhimento pelo serviço de limpeza pública, bem como cumprir, rigorosamente, no que for aplicável, o disposto na Lei nº 13.478, de 30 de dezembro de 2002, e alterações subseqüentes”

4 comentários sobre “Foto-ouvinte: Feira e sujeira livres

  1. Milton, outro grande problema das feiras além da sujeira que muitas vezes demora para o caminhão da limpeza passar é o horário de encerramento das feiras. Pelas placas que tem nas ruas, as feiras funcionam até as 14hs. Mas na prática isso não ocorre, a maioria das feiras na Z.Norte ás vezes ultrapassa o horário. às vezes passo na rua que tem feira-livre e às 15hs ainda tem feirante vendendo seus produtos e desmontando as barracas. Falta fiscalização. Não moro na rua onde é realizado feira livre, mas próximo. Para quem mora na rua e precisa usar carro para entrar e sair, o proprietário é obrigado a esperar a boa vontade do feirante.

  2. Moro em uma rua onde os feirantes ocupam aos domingos, e posso dizer que não é diferente do relato do ouvinte Luis Fernando, talvez pior.
    Permitir a limpeza de pescado e frango na rua é um crime.
    Não existe a mínima fiscalização, o que favorece a ocupação de feirantes clandestinos. Vira terra, ou melhor, rua de ninguém.
    A Semab, que cuida do planejamento, alega que a fiscalização deve ser feita pela subprefeitura, e esta diz que não tem pessoal suficiente para fiscalizar (principalmente aos domingos!!).
    Uma proposta que já mandei para há vários vereadores seria de utilizar os terrenos onde existem torres de transmissão de energia para confinar as feiras. Não existem residências e ocupam quarteirões inteiros. As calçadas destes terrenos servem para descarte de lixo clandestino.
    Quanto custa pavimentar estes terrenos e realizar “feiras permanentes com rodízio de feirantes”?
    Aqui onde moro existem terrenos enormes da Eletropaulo, murados e próximos da avenida principal. (http://maps.google.com.br/maps?f=q&source=s_q&hl=pt-BR&geocode=&q=av+mateo+bei&sll=-14.179186,-50.449219&sspn=106.238209,157.324219&ie=UTF8&hq=&hnear=Av.+Mateo+Bei+-+S%C3%A3o+Mateus,+S%C3%A3o+Paulo+-+SP&ll=-23.589465,-46.490482&spn=0.003599,0.004801&t=h&z=18)

    E como sempre digo quando vou a Semab e a Subprefeitura: O IPTU chegou no prazo, incrível não falha!

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