Cidade combate enchente como há 40 anos, diz engenheiro

 

Com parâmetros da década de 70, a cidade não conseguirá combater as enchentes que tendem a aumentar nos próximos anos, segundo opinião do engenheiro especializado em hidráulica fluvial Roberto Watanabe, entrevistado pelo CBN SP. Ele lembra que os dados que são usados para implantação do sistema de drenagem na capital são ultrapassados, sendo necessário um estudo mais amplo para que São Paulo se prepare para as mudanças climáticas.

Watanabe entende que a abertura dos córregos – que historicamente foram encobertos por ruas, avenidas e casas – seria fundamental para melhorar a captação das águas de chuva, mas não enxerga na construção dos parques lineares uma solução para este problema. Ele defende a remoção de famílias das áres de risco e margens de córregos “mesmo que seja necessário o uso de força”.

Ouça a entrevista do engenheiro Roberto Watanabe

Um comentário sobre “Cidade combate enchente como há 40 anos, diz engenheiro

  1. Ainda bem que o Maluf não é mais prefeito da cidade de São Paulo
    E não é que êle pretendia fazer um projeto para canalizar os Rios Tietê, Pineiros, Tamanduatei e assim os automoveis poderias circular “mais comodamente!!
    E mais outros!
    Agora como fazer para “destampar” os rios que estão sob as Avenidas Nove de Julho, Juscelino Hubstichek por exemplo?
    O proprio rio Anhangabau, e outros
    Não seria possivel acabar com as marginais Pinheiros e Tietê?
    Seria um absurdo a exemplo do que foi feito na Coreia, acabar com avenidas que margeavam rios, ao invés de criarem parques lineares, como afirma com veracidade técnica o Engenheiro Watanabe?
    Assino embaixo Engenheiro Roberto Watanabe.
    O ideal para São Paulo será termos mais transporte publico com qualidade do que automoveis.
    Em primeiro lugar proibindo que automoveis ciurculem em determinadas ruas e avenidas da cidade, permiotiondo somente o trânsito de transporte publico.
    Está na hora de invertermos os papeis.
    Mais transporte publico, menos automoveis.
    Acredito que tal sugestão sairia mais barato para o paulistano.
    Ultimamente o medo esta vencendo a esperança.
    Obviamente, com rios literalmetne tampados, sem as suas várzeas quando esgotam suas capacidades, as águas como não tem mais vázeas invadem o sistema de esgoto e saem pelos bueiros como estamos cansados de assistir
    A cidade de São Paulo e cortada por diversos rios e corregos. com o a gravante da sua topografia ser montanhosa.
    Duas coisas que ninguem segura
    1-Fogo de morro acima
    2-Águamde morro abaixo,

    Tem uma terceira mas é melhor deixar para lá ne?

    Boa semana a todos.

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