Prefeitura de Jundiaí não quer “palpite” no Plano Diretor

 

Abaixo-assinado em Jundiaí

Cerca de 3.400 assinaturas e a mobilização da sociedade não sensibilizaram a prefeitura de Jundiaí a ampliar a discussão sobre o Plano Diretor Estratégico da cidade do interior paulista com o cidadão. Na reunião do Comitê Gestor, realizada esta semana, o secretário municipal de Planejamento Jáderson Spina anunciou que não aceita a realização de ao menos uma audiência pública, como foi requerido em documento organizado pelo Movimento Voto Consciente de Jundiaí e outras organizações sociais, antes do projeto ser enviado à Câmara Municipal.

Segundo relato de participantes do encontro, o secretário quer deixar a audiência para depois que o Plano já estiver elaborado pela prefeitura: “quanto mais tempo demorar, mais palpites e pressão surgirão”, teria dito durante a reunião nessa quinta-feira, na cidade.

Henrique Parra Parra, um dos articuladores do abaixo-assinado, disse que “este será um plano de alguns e as pessoas que não participarem dele – quase todas – se sentirão menos donas da cidade, afeta o sentimento de pertencimento”.

19 comentários sobre “Prefeitura de Jundiaí não quer “palpite” no Plano Diretor

  1. A participação da população é importantíssima. Os políticos ainda são totalitaristas, impondo dificuldades à população no que diz respeito à participação da mesma na vida política-administrativa, tanto no plano municipal, estadual e federal. O que devem temer, mas já está escancarado para os lúcidos, que haja a propagação aos ignorantes de que são totalmente incapacitados para a função. Tudo bem que foram eleitos, “eles não são culpados por isso”, mas ter o mínimo de cultura é obrigatório para aquele que exercerá qualquer função pública. Outra hipótese é que não desejam que ninguém, além de seus párias tenha conhecimento do “isssquema”, muito comum aos larápios de paletó pago com dinheiro público, este que depois cobrirá as algemas. Portanto a população deve ser ativa, fiscalizar e por meios legais combater esta polítca ultrapassada, coronélista, pois o que está em jogo é de interesse de todos.

  2. Se não me engano, a obrigatoriedade da implantação de um plano diretor é legislação federal e pela lei é obrigatória a realização de audiências públicas e da participação efetiva da sociedade.

    Acho interessante o pessoal de Jundiai procurar o Ministério Público e se informar melhor pois, acho eu, que essa iniciativa da prefeitura de Jundiai, de não fazer audiências públicas é ilegal.

  3. A prefeitura de Jundiaí segue a lógica de todas as administrações do PSDB: truculência, falta de transparência, bloqueio a toda forma de participação popular, prepotência, arrogância… Aqui em Jundiaí os tucanos se julgam literalmente os donos da cidade e, por isso, acham que podem fazer e desfazer sem consultar a população. E contam com o apoio incondicional da imprensa corporativa da cidade, que atua como assessoria de comunicação oficiosa do PSDB. Lastimável.

  4. Muito legal seu comentário, Douglas! Estamos tentando exatamente isso, conquistar canais de participação efetivos.

    A palavra efetivo, André, nos parece fundamental.
    Talvez seja isso que ainda não é claro ao Judiciário.

    Fizemos algumas consultas, como você sugeriu e o que nos foi falado é: A Prefeitura fez uma audiência e mesmo que tenha sido de manhã, numa região afastada, que não enha havido divulgação adequada e que tenha sido apenas uma para uma cidade de quase 400 mil pessoas, dificilmente um Juiz nos daria um madado de segurança para realizar essa audiência, já que temos mais de 1% das asisnaturas de eleitores da cidade.

    Outra coisa é que o Estatuto das Cidades ainda não pune tanto. Parece que o pensamento é “vamos dar um tempo para que as Prefeituras se adaptem”.

    O problema é até quando? Até quando vamos sentir que apenas alguns decidem os rumos de nossas cidades e, por isso, acabamos não ocupando o espaço público…achando que alguém deve resolver os problemas.

    um abraço,
    henrique

  5. Milton,

    acho que seria interessante você vir a Jundiaí e entrevistar os envolvidos, tanto algum representante do Cidade Democrática como o secretário Jaderson Spina e ver os motivos de a Prefeitura local se negar a fazer uma audiência pública para discutir o Plano Diretor. Acho que seria uma ótima pauta!

  6. Essa história (nossa: dos cidadãos e de muitas organizações importantes jundiaienses) das 3400 assinaturas não teve a repercussão merecida aqui em Jundiaí. Realmente, creio que uma entrevista com a Prefeitura seria uma ótima ideia para que nossa proposta seja pensada melhor pelos governantes e devidamente valorizada; afinal, há sempre a bonita frase nas campanhas eleitorais de que dar-se-á voz ao povo, e lamentavelmente a realidade passou longe disso…

    Parabéns; obrigada pela matéria e pelo espaço que o senhor tem dado a essas temáticas,
    Patrícia Anette

  7. Mas é assim mesmo que politicos agem
    Loge, “escondifos, na calada da noite, em sigilo “quase absoluto’
    Assim a população que vou tou nos figurinhas carimbadas da politica brasileira, é sempre deicada por último, para trz, discriminada, humilhada, desprezada.
    E como sempre acabam fazendo o que querem e o que não querem, a bel prazer com simples canetadas e pronto
    Basta ver o caos que se tornou a cidade de São Paulo, Floripa, BH, Rio de Janeiro e outras grandes capitais, antes cidades interioranas.
    Se cuidem Jundiaienses.
    Um novo shopping será inaugurado em Jundiai, para causar mais caos nesta bela, cidade.
    Quem manda no Brasil são os que tem muita grana, poder, e não o povo.
    Mas não não podemos nos esquecer que a voz do povo é a voz de Deuz e todos são iguas perante a constituão e a lei.

    “Todo o poder emana do povo”

    Se assim politicos, os detentores do pudê, permitirem obviamente.

    Getulio Vargas dizia o seguinte em uma das suas afirmações:

    “Para os amigos do rei tudo, para o povo a lei”

    E la nave vá!

  8. Construir um Plano Diretor Participativo sempre foi uma bandeira do Movimento Estudantil Mutirão, no entanto, não podemos aceitar que isso seja restrito. Defendo que uma entrevista com o Prefeito na CBN poderá avançar muito na questão do dialogo.

  9. Em Jundiaí nós temos um sistema político de uma cidade provinciana, mas com um orçamento de uma capital, um bilhão de reais. Temos um grupo dominante e a vassalagem legislativa que oferece ao senhor prefeito, ou suserano, fidelidade e trabalho em troca de proteção aprovando tudo que é de interesse do senhor prefeito. Em relação ao plano diretor o que se propaga é que por trás de tudo existe um lobby de empreendedores imobiliários, inclusive alguns caciques do partido do prefeito que não querem interferência em seus negócios.

  10. Sou jundiaiense e estou acompanhando todos os debates (poucos e restritos) sobre o Plano Diretor. O que mais me impressiona é a naturalidade com que nosso secretário de planejamento diz que quer fazer rápido a revisão do Plano para evitar “pressões”. A participação da população é “pressão”? A função da prefeitura não deveria ser justamente dar voz a essa “pressão”? A prefeitura de Jundiaí se irrita com sua população, e considera 3400 pedidos por uma audiência como algo inconveniente! Será que nosso Secretário ou o Prefeito falariam em “pressão” numa entrevista para a CBN? Duvido!

  11. Parem as máquinas! O mundo está de perna para o ar?

    O POVO vota para ser representado pelo parlamentar!
    O servidor é nomeado para reperesentar o POVO.
    Nesse caso, o POVO que ser ouvido, tem esse direito.

    É um absurdo essa prepotência e arrogância do poder público de Jundiaí que se acha acima da vontade do POVO!

    Quem disse que a opinião do secretário deve ser uma decisão monárquica?

    Informem à população da necessidade dessas audiências e pressionem com toda autoridade de cidadãos.

    Exijam essas audiências para que a população possa se posicionar com toda a liberdade que lhe for conveniente.

    Aqui em São Paulo tivemos em torno de 40 audiências e ainda achei pouco! Agora estamos na briga para colocar o PDE para votarmos sua revisão. Aí é outra briga pois tem parlamentar que acha que não é uma revisão e sim uma alteração do atual.

  12. Coordenei a elaboração do Plano Diretor Municipal de Cabaceiras-PB, em 2007, e tivemos a preocupação de visitar todas as comunidades do município, e a zona urbana, e ouvimos todas as pessoas que estiveram presentes às várias reuniões, às conferências, e reuniões do Grupo Gestor. Não tivemos qualquer problema em ouvir e registrar as sugestões, opiniões, solicitações e propostas da população. Vários desses momentos foram de uma riqueza impressionante.

    O nosso maior entrave foi a equipe de secretários da Prefeitura. Foram os únicos que demonstraram um completa e inegável incapacidade de promoverem qualquer sugestão que contemplasse as questões de suas secretarias, de maneira interdisciplinar e intersetorial, no que diz respeito às outras pastas. O mais interessante é que a imensa maioria dos secretários tinha nível superior. Sabemos que isso não resolve tudo, mas faculta ao indivíduo algumas condições para uma abordagem dos problemas, inerentes à sua formação, mais favorável.

    Um abraço fraterno!

  13. Como cidadão Jundiaiense estou indignado com a situação. A Prefeitura se usa do argumento que já foi feita uma Audiência Pública porém não explica como foi feita. A audiência foi em um dia da semana, terça ou quarta, as 10h, horário normal de expediente, estavam presentes no máximo 50 pessoas, sendo grande parte políticos,membros de sindicatos, ONG’s ou burocratas da própria Prefeitura. O cidadão comum, sem nenhum vínculo com algum com estes setores dava pra contar nos dedos quantos estavam lá.
    Não houve nenhuma divulgação na mídia e a audiência em si se constituiu de uma apresentação do secretário do que havia sido planejado até o momento. Houve um pequeno momento em que a platéia mandou bilhetes fazendo perguntas ao secretário em que ele dava uma breve resposta e no caso de ser uma proposta ele repetia: “vamos encaminhar a sua proposta.” Queria saber pra onde que foi encaminhada e se foi analisada.
    Está foi a audiência PÚBLICA de Jundiaí.

  14. É pedir demais para que a Prefeitura de Jundiaí estabeleça diálogo com os cidadãos. Basta ver que, para evitar esse diálogo, a sede da Prefeitura foi instalada longe do coração da cidade, exatamente para que os cidadãos não possam acessá-la facilmente. O que todos os poderes constituídos do município de Jundiaí fazem é se manter mancomunados na defesa dos próprios interesses. Os cidadãos que se danem!
    A isso se dá o nome correto de TIRANIA.

  15. Sabem o porque acontecem estes demandos politicos, a tirania a exemplo da cidade de Jundiai e em outras cidades?
    Porquê político, depois que são eleitos, já estão mamando tudo o que podem e não podem nas tetas do contribuinte, o que mais quer é ficar longe do povo que o elegeu.
    Ai, meus caros, no final de mandato, voltam correndo para perto da população, caminhas pelas, ruas, bairros,periferia, favelas, apertando as mãos calejadas pelo trabalho árduo, só Deus sabe, prometendo mundo e fundos, melhorias diversas em bairros nobre e princialmente nas periferias, porque sabem acreditam que promeças feitas aos “pobres”, os menos esclarecidos, tal marketing resulta em votos e assim infelizmente acbam por ser eleito.
    Ai volta tudo o que era antes.
    Depois de eleitos, se entocam, se escondem da população, ou melhor, nem querem manter qualquer tipo de contato com a popualçao, ficam então, quando ficam, em seus luxuosos gabinetes, com ar condicionado, frigobar, serviço a la carte, carro do ano, etc.
    Por isso muitos passos municiapais, orgão publicos, pelo Brasil afora estão sendo deslocados para locais longe do povo.
    Para o povo “não ficar enchendo o saco” do politico que foi eleito pelo proprio povo.
    Ai acham que podem fazer o que bem entendem, mudar planos diretores, leis, novo codigo de obras, do uso e ocupação do solo, só pesquisarem no google e lerem o absurdo que é a tal lei da outorga, aprovada e criada por quem?
    Pelo povo que nao foi obviamente.
    Vejam o exemplo da catastrofe que abateu as cidades do Rio de Janeiro e niteroi
    Morros desabando sobre moradias, onde não deveriam estar lá.
    Mais assustador e de ficar pasmo com o fato de um bairro intenro ter sido construido sobre um lixão desativado, as vistas de todos administradores que passaram e muitos estão lá “no comando” do Titanic.
    Um dos ex prefeitos de niteroi permaneceu no poder durante quinze anos, e ainda “ajudou os bairros” destruidos, desbarrancados pelas chuvas, que matou mais de duzenteas pessoas,”carentes”
    Por incrível que nos possa parecer, nestes bairros que deixarão de existir obviamente depois da catastrofe alagadicia, e “desbarrancadícia”, os bairros, morros passaram a ter, “em benefício do povo”, logicamente saneamento básico, iluminação publica, asfaltamento das ladeiras sobre o lixão, TV a CABO, entre outros.
    mas todos sabiam que o lixão estava embaixo de todos e que um dia tudo isso poderia vir a tona com ou semchuva.
    O mesmo acontece em variias cidades Brasileiras.
    Veja o exemplo na cidade de São paulo que teve as margens, da Represa do guarapiranga invadida por vilas, bairros, favelas, os mananciais, idem, a Serra da Cantereira sendo invadida da mesma forma as vistas DOS POLITICOS de ontem e de hoje, construções de pequeno, medio e grande porte, avenidas construidas, em voilta dos aeroportos congonhas, Marte, Campinas.
    E muito mais.
    Tudo isso acima, desmandos, aberrações, tiranias, aprovados por quem?
    Pelo povo que não foi certamente.
    Por existir maus politicos, infelizmente, que agora fazem de tudo para ficarem longe, “escondidos” da população, atuando nas caladas das notes, aprovando leis absurdas, coercitivas, que so vem a prejudicar o contribuinte, na maioria das veses, a exemplo de Jundiai.
    A população que mvota e votou nos politicos que estão ai, quer somente participar,,colaborar, para uma melhor qualidade de vida por direito,
    Todos são iguais perante a lei.
    Todo poder emana do povo.
    A voz do povo é a voz de Deus.
    Será que estamos agora diante de tantas e tantas manifestações populares, criadas somente para dizer os politicos que ai estão, “olha nós também estamos aqui” Manifestações sendo presenciadas, na esperança e vislumbrando uma luz no final do túnel, que não seja um trem em sentido contrario pelamor de Deus?
    A população está mais do que correta em suas atitudes a exemplo da população de Jundiai em reinvidicar todas as promessas eleitoreiras, politicas, fazer os politicos se aproximarem mais do povo, não se esconderem, não se omitirem, de trablharem as claras e não nas caladas das noites.
    Quem vai dar o primeiro passo?
    E assim quem sabe um dia poderemos viver e convivwer neste país, Jundiai, São, Paulo outras cidaes no Brasil, com mais dignidade, qualidade de vida, de esperança realmente em dias melhores, acreditar realmetne em promessas de politicos bem intencionados, que realmetne se preocupa, parem um pouco para ouvir a população, e não sair correndo de medo do povo como a maioriam faz atualmente,.
    Quanto a saude, educação, segurança publica, saneamento basico, etc vai ter que ficar para outra vez, porque agora sinceramente cansei de ficar digitando este looooooooooooooooongo comentario
    Me desculpem por favor amigos leitores deste nobre e serio blog.
    Abraços e tenham todos um bom domingo, exelente semana e tomara que algum politico bem intencionador ealmetne venha até aqui para explicar, justificar os comentarios de todos.
    Armando Italo

  16. Jundiaí é exemplo claro de coronelismo. Coletamos as assinaturas para mostrar ao prefeito e seus amigos que a população quer e precisa ser ouvida.
    Somente isso.
    Por quê a pressa?
    Quem está pressionando a prefeitura?
    Quem é mais poderoso que o povo?
    É pedir muito?

  17. Eu vejo com muita preocuação essa pressa do secretário em inverter as coisas. Claro que audiência pública vem primeiro. O que nos falta é gestão da coisa pública. Tem anos que esse grupo administra a cidade em causa própria. Mas como diz um grande amigo, a vida é feita de ciclos, e o ciclo tucano está acabando. Infelizmente talvez não consigamos reaver tudo que foi saqueado de Jundiaí, mas se este povo fôr extirpado da política, recomeçaremos tudo de novo, com dignidade e política de resultados, pelo bem do povo, e não para poucos como tem sido.

    Diferente de antigamente, hoje temos a web para nos informar da verdade e acompanhar os fatos. Porém, tem muito cacique jurássico ainda no poder que mal sabe como essa ferramenta é poderosa e está mudando a visão do cidadão.

    Acredito que se o plano diretor fosse para melhorar a vida do povo jundiaiense, o governo faria questão de discutir isso em audiencia pública. Mas…como não é, vai ser votado no tapetão de novo.

  18. Pessoal,
    o que leio a respeito deste caso só me faz refletir como os políticos deturpam os meios de participação popular, para que ter audiências públicas se o povo não pode participar? o legislador que pensou nas audiência certamente pensou em formas de participação EFETIVA e o que vemos normalmente, corriqueiramente, usualmente é que qdo fere aos interesses de alguns dá-se um jeitinho para triblar a legislação.
    Povo de Jundiaí, parabéns para manifestação e não parem é direito de todos participar da gestão de sua cidade, quem derá as cidades vizinhas tb tomarem essas ações…..

  19. Caro Milton,
    Conhecendo-o, sei quanto é escrupuloso. Não li todos os comentários acima, mas não acredito que V. tenha sido corretamente informado acerca da qualidade e da seriedade da gestão do Prefeito Miguel Haddad. Jundiaí foi a primeira cidade do Brasil a instituir o sistema de compras pela Internet, de forma transparente. É a cidade brasileira com o melhor saneamento básico, e isso não é pouco. Foi a cidade paulista com o melhor desempenho no IDH da ONU nos últimos 25 anos. E depois de 3 mandatos, sujeito a um processo iníquo de demonização que caracteriza a ação dos seus adversários, que lhe movem processos bizarros — como acusá-lo de comprar votos em função de uma pesquisa qualitativa — jamais sequer, em primeira instância, teve qualquer condenação a não ser em uma, por ter contratado o jornalista Jaime Martins por notória especialização. Isso é tudo o que existe, de fato, contra ele. Se V. conhece o Jaime, sabe que não há aí nenhum dolo. Pudesse V. visitar Jundiaí, poderia constatar in loco o que afirmo. Tenho verdadeiro asco de pessoas que afirmam como sendo verdadeiras coisas que sabem que não é verdade. Infelizmente, las hay.

    Um abraço.

    Carlos Figueiredo

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