“Sacolas plásticas são uma praga urbana”, diz Greenpeace

 

As sacolas plásticas são importantes fontes de poluição e causam a morte de milhares de animais. A afirmação é do diretor de mobilização do Greenpeace, Sérgio Leitão, em resposta a entrevista concedida pelo Instituto Plastivida, ao CBN São Paulo, nessa semana (leia e ouça aqui).

O ambientalista defendeu o fim da distribuição gratuita das sacolas pelo comércio, conforme previsto em projeto de lei que está na Câmara de Vereadores. Leitão entende que esta é a maneira de conscientizar o cidadão da necessidade de se reduzir o consumo deste material.

O representante do Greenpeace explicou que o impacto ambiental das sacolas plásticas se inicia na sua confecção já que sua base é o petróleo, gerador de gases do efeito estufa. Além disso, como levam décadas para se decompor e são usados para ensacar o lixo, ao serem descartados em aterros sanitários impedem que o alimento, por exemplo, se degrade e seja absorvido pelo meio ambiente. Em lugar disso, este alimento apodrece e emite gás metano.

Sérgio Leitão disse que todo o dia são colocados no mercado cerca de 300 milhões de sacolas plásticas: “elas são uma praga urbana”.


Ouça a entrevista de Sérgio Leitão, ao CBN São Paulo

10 comentários sobre ““Sacolas plásticas são uma praga urbana”, diz Greenpeace

  1. Nada polui, logo, sacolas plásticas não poluem. Esses naturebas mau informados, devem deixar seu destempero e ignorância, a fim de ampliar novos horizontes ao conhecimento. As sacolas plásticas são totalmente reutilizáveis, seja pelo processo de osmose inversa, seja pelo processo de queima rudimentar. Ambos os casos, há geração de energia e os resíduos são transformados em vários aditivos, entre os quais, muitos ainda sendo descobertos, com a tecnologia do plasma e outros gases. O que esses mauricinhos vem a público dizer besteiras e revoltar o miserável que compra em mercado e se utiliza de onibus como meio de transporte e não com Pagero que é um dos carros preferidos dos naturebas, é a dificuldade de ser cidadão e ter direito ao menos de levar seus alimentos para casa. O que não assisto são esses naturebas elogiano o Farmácia Popular por fornecer uma sacola plástica biodegradável em 18 meses. O que não assisto são esses naturebas pesquisarem formas para que as sacolas plásticas possuam micro furos para o escape de gases ora presos dentro de sacolas sem ventilação. O que não vejo são esses naturebas pesquisando junto à industria de alimentação embalagens menos nojentas, tais como sacos plásticos para açúcar, sal, farinha, macarrão, arroz, feijão etc, que são todos furados para serem acondicionados nas prateleiras de todos os supermecados, o que acarreta, antes da compra em alimento para insetos e roedores e após a compra a perda do produto pelos furos ora realizados. Que tal esses ecobobos lançarem um estudo com a empresas de alimentos. Deveriam deixar de comer no Mac donalds e outros fast food e restaurantes e viver como o cidadão brasileiro, ao qual esses mauricinhos desconhecem, porque são muitas besteiras, desde de aquecimento estufa até os gases das vacas. As embalagens de nossa indústria são um desafio à inteligência de qualquer vigilância sanitária, pois, muitas não atendem o mínimo de higiene de que se trata o transporte de alimentos. Espero que você tenha coragem de relatar algumas coisas que escrevi aqui, pois, perdi tempo e paciência e confesso não aguentar mais os econaturebas da CBN diariamente borrifando meus ouvidos com temas de classe média alta fora da realidade de um metro, de um onibus e de uma compra longe de casa. Obrigado e estou à disposição.

    • Ruy,

      Lamento qe ainda existam pessoas que vejam nesta discussão “temas de classe média alta fora da realidade”.

      Quanto aos “naturebas” ao qual se refere, prefiro a batalha deles à ignorância de muitos outros incapazes de compreender a necessidade de mudarmos a cultuta que até hoje imperou no Planeta. Qualquer cidadão com um mínimo de consciência sabe que todo o alimento comprado em supermercado ou comércio pode ser levado em sacolas reutilizáveis com mais segurança e maior quantidade do que estes sacos plásticas que são entregues na boca do caixa. Ou carregar um quilo de arroz e um de feijão dentro de um ônibus lotado é mais seguro nestes saquinhos do que eu uma sacola de lona, para não falar em outro material de melhor qualidade ?

      Finalmente, quero dizer-lhe que, para sua infelicidade, continuaremos a borrifar no seu ouvido temas desta importância.

      E sua tática de fazer ameaças do tipo “espero que tenha coragem” etecetera e tal, convenhamos ….

  2. Olá Milton, como vai ? Agradeço que tenha publicado minha indignação com os que chamo de “naturebas”. Quanto ao meu comentário “espero que tenha coragem”, peço desculpa ao colega, porém, rememoro que várias vezes tive meus comentários “revistos” e por incrível que pareça, esse foi publicado sem edição, obrigado. Milton, somos todos ignorantes, afinal, sei pilotar avião e helicópteros, logo quem não sabe, é ignorante, não é ? Por isso, devemos lutar pelo que realmente resolve o problema da poluição sem investimento: proibição do transporte individual onde haja transporte público e táxis. Dessa forma, os “naturebas”, terão que poluir com o dieses do povão, dentro de um coletivo e não com ar condicionado, poluindo de forma individual com o diesel mais sujo do mundo e borrifando meus ouvidos com besteiras de proibição, quando deveriam estudar embalagens “inteligentes” e auto sustentáveis. Por que os “naturebas” não lançam um movimento pela proibição do transporte individual ? Ai sim … e agora, tem coragem ? Obrigado. Abraço, Ruy

  3. Uma grande parte da população joga o lixo dentro das sacolinhas plásticas de mercado e depois jogam as mesmas dentro de um saco de lixo maior. Porque não jogarmos o lixo direto na sacola maior? Isso não diminui a quantidade de poluentes no meio ambiente?
    No facebook alguns debates mostram a indignação de algumas pessoas que já começaram a sentir falta das sacolinhas, esse impacto tenho certeza irá se reverter e as pessoas vão se conscientizar.
    Essa polêmica está contribuindo com nossa cultura, nos ajudando a sermos mais civilizados com o meio ambiente, entendendo a importância que é reduzir o impacto ambiental, sustentabilidade não é moda, é fato, é sério!!!

  4. Há meses após a lei que proíbe o uso de celular nos bancos, nada mudou … há dois meses sem sacolas plásticas, as ruas estão mais sujas.
    O que muda é o poder econômico, enquanto os ricos ficam mais ricos, os pobres são obrigados a comprar sacolas plásticas nos mercados, a fim de enriquecer ainda mais essa cadeia de corruptores. Nesse cadeia, se encontram além de juízes e políticos, muitos canais de comunicação e jornalistas que são financiados pelos “donos” do poder. O dia que os naturebas deixarem de ser financiados, eles terão que viver como eu, trabalhando … e que tal esses naturebas irem a qualquer invasão na São Paulo querida, a São Paulo sem sacolas plásticas kkk lá sim, tem esgoto ao céu aberto, tem criança sem escola e tem muitos caixas dos supermercados dos financiadores do podre poder que esses ecobobos insistem em defender. Ecobobos, defendam o ser humano, a educação e a injustiça, porque, nós vamos, mas nossos filhos ficarão e o que estamos deixando é um lastro de podridão sem sacolas plásticas para recolher. Obrigado !

  5. Olá Milton, boa tarde !

    Anexo, fotos da quais você pode comprovar que ao menos no Carrefour, não existem caixas de papelão, compromisso firmado com nossos inaptos governantes e afins de imaginam que aumentar o lucro dos proprietários de grandes supermercados, todos vamos deixar de sufocar o planeta kkk
    Veja, do que comprei no Carrefour, somente a sacolinha onde carregava as coisas para ir para casa, pois, não sou ecobobo e não tenho pagero diesel e nem outro veículo emissor de carbono, faço uso de transporte público para me locomover, mas, dessa vez, fui obrigado a pagar táxi. Logo, gastei R$ 15 e sai com um monte de plástico, isopor e papelão, senão, confira: 12 caixas de leite longa vida em embalagem de reciclagem ultra problemática, embalada por caixa de papelão e plástico bem grosso; 6 cocas cola em recipiente embalagem plástica, ambas super resistentes, uma peça de contra-filé embalada em plástico e com etiqueta do fornecedor em plástico, 3 kg de sabão omo em embalagem plástica super resistente, pão acondicionado em embalagem plástica e outro em embalagem mista, toicinho embalado em plástico, algumas frutas e verduras, todas em embalagem plástica, óleo de soja em embalagem plástica, um forno elétrico da philco com embalagem contendo plástico, isopor, papelão e outro produto que não sei o que é.
    Tomo a liberdade de anexar o lugar onde deveriam existir as tais caixas de papelão, que quando existe, são embalagens para carregar no máximo um franguinho.
    Imagino que há desonestidade nessa campanha e que parte da imprensa está tendo algum benefício pecuniário, visto que a distribuição das sacolas plásticas, em nada modificará o meio ambiente, pois, somente no estado de São Paulo, há inúmeras Prefeituras que continuam a despejar o lixo a céu aberto, sendo que provavelmente, Praia Grande, terá um túnel sob o lixão que até hoje é alimentado com resíduos e continua a poluir os manguezais que ecobobos desinformados, insistem em proteger das sacolinhas plásticas.
    Estou à disposição.
    Obrigado.

    Abraço,
    Ruy

    Obs.: O que falta à imprensa brasileira é seriedade na informação, gente que não se venda e não queira se fazer famosa na onda de idéias mesquinhas e alienantes a fim de deixar que o estado seja transformado em um lugar sem leis, como acontece hoje no Brasil, desembargadores que quando não furtam, como verdadeiros bandidos, furtam os cofres públicos como aqui em São Paulo, ao menos promulgando aumentos através de leis que eles mesmos fazem e julgam e o pior de tudo é em que o lugar mais seguro para um criminoso como o Sr. Paulo Maluf, seja o Brasil, pois, se ele for ao Paraguai, estará preso, assim que ultrapassar a ponte da Amizade, isso se ele já não corrompeu toda a Polícia Federal Brasileira na fronteira e comprou toda a Polícia Paraguaia.

    • Ruy,

      Respeito sua opinião sobre o uso ou não de sacolas plásticas, e creio que o cidadão é livre para escolher o comportamento que bem entender, inclusive deixar de comprar nas lojas que estiverem impondo alguma restrição. Suas alegações porém não levam em consideração pesquisas científicas que comprovam o benefício ambiental da medida. A propósito, fiquei atento a sua lista de compras e fiquei imaginando de que maneira as sacolas plásticas facilitariam sua locomoção no ônibus: 12 caixas de leite, seis garrafas de refrigerantes, etc, etc, etc e até um forno elétrico. Me perdoe, mas você não pegou táxi pela falta de sacola plástica, você pegou porque com todas estas compras não haveria como transportá-la por outro meio.

      Quanto a denúncia de que os jornalistas estão vendidos para os supermercados, se esta negociata existe e você sabe quem a esta fazendo, por favor avise que a minha parte em dinheiro ainda não foi depositada.

  6. Sr. Ruy, sou, solidário as suas palavras, e pelo que entendi, muitos colocam as ” sacolinhas plásticas de supermercados ” como a grande vila da natureza. Contudo, e todos os produtos por elas envolvidos e embalados se deterioram no ar!!, e olha, não são poucos não. Na minha doce ignorância deduzo que esses plásticos demorem tanto quanto para serem absorvidos pela natureza. Sendo assim, imagino que se esse mal fosse cortado pela raiz o “plástico” seria banido por natureza. Porque, antes de tirar as sacolinhas dos supermercardos, não induzem as indústrias a repensarem nas embalagens de seus produtos. A mesma indústria que deixou de produzir as sacolinhas para o supermercado, vai continuar a fazer a embalagem para colar dentro todos os produtos que você (nós) levamos para casa!!!!!!

  7. Olá Milton, boa noite !

    Geralmente faço compras no Supermercado DIA que vende sacolas resistentes a R$ 0,07 e são aceitas pelos ecologistas. Vou de bicicleta e carrego caixa de leite no bagageiro e outras embalagens pesadas no mesmo lugar, onde amarro com elásticos que se usam em motos. Sobre a compra que fiz no mercado dos ricos, tinha que pegar táxi de qualquer jeito, por isso aproveitei, compreendeu ? Logo, aproveitei algumas ofertas e comprei o que descrevi. Mas, de tudo isso, sabe, tenho que dar a mão a palmatória ao engodo chamado de vamos tirar o planeta do sufoco, pois, perto de casa, há um sacolão que funcionava até as 18h dias úteis, sábados até as 14h e domingos até meio dia. Hoje, o mesmo mercado funciona até as 22h dias úteis, 20h sábados e 16h domingos, enquanto o Carrefour e Extra, estão cada dia mais vazios. Inclusive o DIA, tem tido mais procura. Bem, não é marketing, é bom sendo em fornecer sacolas plásticas ou as vender a um custo justo. Não são as sacolas que vão tirar o planeta do sufoco, pois, afinal, o que sufoca o planeta é o combustível vendido no Brasil, é a falta de saneamento básico, a falta de coleta de lixo na periferia, a falta de divulgação de programas de conscientização, enfim, fico com o que disseram no Programa Cidades e Soluções a respeito dos sacos que coloco o lixo de minha residência hoje, pois, são enormes, no mínimo três por semana, quando anteriormente, usava no máximo cinco sacolinhas plásticas por semana, com menos plásticos em sua composição e que vão para o mesmo lugar, ou lixões a céu aberto ou aterros sanitários. Logo, esse negócio de sacolinha, é puro engodo de quem não tem informação generalista e se limita a trazer mais problemas para quem se locomove de metro e ônibus, cada dia mais raro na cidade, conforme comprovado pela própria CBN nas recentes reportagens sobre nossos bairros. Temos que nos preocupar com Mata Atlântica, as invasões dos ricos que constroem até helipontos nas áreas de praia entre outros bibelôs que vão desde o Guarujá até Paratí, os manguezais do litoral sul, as palafitas que vão desde de Santos até Peruíbe, onde além de esgoto é jogado o lixo de todo o tipo, pois, não há coleta de resíduos, do chorume que escorre para os raros manguezais da Praia Grande, destruindo dia-a dia a natureza, envenenando a flora e fauna marinhas e levando doenças para a população ribeirinha, pois, Praia Grande e São Vicente são os maiores “favelões” do litoral brasileiro (senão do litoral mundial). Por isso, quando se empenhar em uma campanha, se aprofunde nos problemas sociais decorrentes da decisão, pois, a falta de sacolinhas plásticas, tem aumentado o volume de lixo despejado nas ruas e córregos da Cidade de São Paulo, como é comprovado pela Prefeitura e matérias do SPTV afiliada de sua Holding, TV Globo, proprietária da CBN. Me perdoe se lhe ofendi a respeito da distribuição de dinheiro, porém, há casos em que emissoras que se empenham em determinadas causas, se beneficiam de recursos com a transmissão de propagandas e matérias pagas, senão vejamos o caso de propagandas de educação. A educação do Brasil é uma das piores das américas e do mundo. Professores constantemente em greve, agora 2/3 das universidades federais paradas. Porém, na sua emissora, escuto várias vezes ao dia, propaganda e depoimento pagos pelo governo, alienando as pessoas a respeito da educação, ou seja, enquanto o governo vende uma educação Suíça, o que temos é uma educação precária, falta de interesse dos docentes visto salários miseráveis, e os que se empenham, são os que nem mexem no salário depositado pelo governo, porque não vivem dele, a não ser para o cinema, algumas roupas e passeios, porque os que vivem do salário de professor, moram em cortiços, alguns em invasões, outros em residências bastante simples, visto que um quarto e cozinha na zona leste de São Paulo, custa por volta de R$ 500/600 e um professor com nível superior, não chega a ganhar R$ 1.400,00 líquidos por mês. Então, vamos deixar as emoções de lado e pensar racionalmente, que enquanto a imprensa se comportar desse jeito, só Fernando Collor sairá ganhando, pois, até a Globo anda apelando ultimamente a fim de reaver sua audiência, quando não é com sua parcialidade em matérias é usando suas atrizes para a promoção de algum escândalo, como está se tornando comum, desde o estupro “fabricado” no BBB. Embora cause as vezes algum constrangimento, saiba que gosto de você, afinal, acompanho seu programa quase que diariamente, inclusive aos sábados. Admiro sua forma de promover algumas entrevistas e tenho aprendido muito, embora não questione frequentemente, me limito a quando tenho tempo, a pesquisar. Abraço e obrigado pela chance de expor meu pensamento, ou seja, estamos praticando cidadania e isso é a verdadeira democracia.

  8. Tenho comprovação de que ao menos o Grupo Pão de Açúcar, mesmo denunciado por vender produtos estragados entre outros descasos, NUNCA foi penalizado, nem mesmo pela Vigilância Sanitária. Recebi sim, produtos de alguns fornecedores, que pediram desculpas e informaram como funcionado a coisa, ou seja, apesar de todo o esforço de manter os pontos de vendas íntegros, nem sempre os supermercados obedecem, sejam desligando os refrigeradores durante a madrugada, sejam desconsiderando o prazo de validade dos produtos. Verdade que há pouco mais de um ano, as coisas estão mudando com denúncias nas redes sociais. Isto não passou em branco com a imposição da extinção das sacolas plásticas e a indução de nos meterem goela abaixo o engodo da sacola vietnamita com o logotipo de alguns supermercados, sendo que o mais nos alienia e como uma calça de “marca”, estampam motivos florais, com seu logotipo e nome bem aparente. Essas sacolas que são 100% contamináveis, se se compra algum produto refrigerado e também é a de pior no quesito desempenho biodegradável. Em países que os apedeutas dos políticos, muitos vendidos, principalmente em véspera de eleições, como em uma corda bamba, vão para um lado e para o outro, de acordo com o equilíbrio do interesse, mesmo que somente eleitoral, mas como o pecuniário manda, tais políticos se vendem e nos enganam, informando que após ” ampla pesquisa e consulta popular” há grande possibilidade na volta das sacolas plásticas. A VERDADE – A queda nas vendas dos mercados globalizados (Carrefour e Grupo Pão de Açúcar) foi além do esperado e piorou, o que tentaram recuperar com aumentos substanciais nos produtos mais vendidos, detergentes, sabão para roupas e afins, sacos de lixo, arroz e feijão, legumes, refrigerantes, pães, enfim, imaginaram que a queda nas vendas seria recuperada com o lucro das sacolas que deixaram de ser distribuídas e elevando os preços dos produtos mais vendidos e o tiro saiu pela culatra. Espero que a população dê crédito ao mercado do bairro, aquele que não nos enganou com esse engodo e mantém os preços, que em muitos casos foram majorados para baixo, por causa do aumento das vendas. Vamos prestigiar o comércio do nosso bairro, pois é ele que dá emprego para os nossos vizinhos e nossos familiares. Dessa forma, teremos força para exigir dos gestores públicos, melhorias para a nossa rua, porque, os impostos voltarão a circular no nosso bairro e não nos Jardins e Paraísos Fiscais, porque nossos comerciantes, tem conta é em banco popular e brasileiro. Vamos dar uma chance e resgatar o nosso país e reivindicar o respeito do mundo ao nosso povo, que está sendo deportado dos países que fazem fortuna às nossas custas e nos denigrem a imagem quando nos encontramos em solo deles, como a espanha, frança, inglaterra entre outros. Obrigado.

    Vereadores querem volta das sacolinhas plásticas em SP
    Câmara discute votar novas propostas que permitam volta das embalagens nos supermercados
    23 de maio de 2012 | 19h 13
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    Diego Zanchetta e Rodrigo Burgarelli
    Veja também:
    TV ESTADÃO: Consumidores estão divididos sobre proibição das sacolinhas
    Supermercados deixam de dar sacolas plásticas

    Reprodução
    Medida contra distribuição de sacolinhas plásticas foi aprovada há um ano
    Um ano após aprovar o fim das sacolinhas plásticas em São Paulo, a Câmara Municipal discute votar novas propostas que permitem a volta dessas embalagens nos supermercados da capital. Dois projetos protocolados nesta semana pelos vereadores Dalton Silvano (PV), da base governista, e Francisco Chagas (PT), da oposição, ganharam força entre outras lideranças da Casa nos últimos dias e podem ser votadas nas próximas sessões.

    Na reunião de líderes da segunda-feira, esse foi o principal assunto debatido entre os vereadores. Silvano argumentou que a Casa não podia deixar de discutir esse assunto já que uma pesquisa divulgada nesta semana mostra que 69% dos paulistanos é a favor da volta das sacolinhas nos supermercados. O presidente da Câmara, José Police Neto (PSD), é contrário à volta e acha que essa questão não deve ser colocada em plenário.

    O outro grande defensor da volta das sacolas é o petista Francisco Chagas. “Eu já tinha alertado desde o ano passado, que não deveria ter sido de uma hora para a outra. Não são as sacolinhas que vão resolver os problemas ambientais. Isso é uma demanda da população e nós precisamos ouvi-la”, afirmou. Ele foi um dos poucos vereadores a criticar abertamente o fim das sacolas plásticas no ano passado.

    A articulação pró-sacolinhas ocorre justamente no momento no qual a Mesa Diretora da Casa entrou com recurso judicial contra uma liminar que suspende temporariamente a lei que proíbe as sacolas. A suspensão foi concedida pela Justiça paulista a pedido de uma associação de supermercados da capital.

    “A Casa tem que defender um projeto que é seu”, justificou o presidente José Police Neto (PSD). Marco Aurélio Cunha (PSD), seu colega de partido, também é favorável à manutenção da proibição. “As pessoas já estão se acostumando a levar sacolas para o mercado. Por esse motivo, para que retroagir dessa forma? A gente não vê mais aqueles mares de sacolinha nas ruas entupindo as bocas de lobo como havia antes.”

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